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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Editora Abril utiliza 11 milhões de consumidores em Marketing Direto

Por Guilherme Neto

guilherme@mundodomarketing.com.br
O Data Base Marketing é uma das ferramentas que mais se beneficiaram com o advento da Internet. Com o custo menor e maior eficiência apresentados nas mais recentes pesquisas, que permitem realizar um trabalho de segmentação em comunicação mais eficaz, a Editora Abril optou em 2004 por passar a trabalhar a sua Pesquisa Nacional Abril exclusivamente pela Internet.
A pesquisa tem o objetivo de incrementar e atualizar o banco de dados da empresa, estimulando os consumidores a participarem através do uso de promoções. Com a mudança para a Internet, um dos resultados foi a vitória na categoria Data Base Marketing no XI Prêmio ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto), de 2005. A consagração se repetiu com o troféu de bronze na mesma categoria na 14ª edição do Prêmio, realizada este ano. A editora também foi consagrada na categoria especial "Melhor Integração das Disciplinas de Marketing Direto".
A DataListasMas não é de hoje que o Grupo Abril preocupa-se com o chamado DBM e o Marketing Direto como um todo. Há mais de 10 anos funciona a DataListas, unidade de negócios da Editora Abril que oferece diversas ferramentas de Marketing, com a vantagem de utilizar o banco de dados de clientes dos mais diversos títulos do grupo, além de gerenciar a Pesquisa Nacional Abril.
Ao todo, a empresa tem acesso a mais de três milhões de consumidores das assinaturas nas mais de 40 revistas. Muito dos produtos oferecidos pela agência utilizam as mais diversas ferramentas da Editora Abril, garantindo uma vantajosa redução de custos.Os serviços mais procurados são o e-mail marketing e a mala-direta, que, juntos, correspondem a 93% do faturamento da unidade de negócio - respectivamente, 40 e 53%. "Principalmente com o advento do Marketing Digital e do e-commerce, a ferramenta de e-mail marketing vem crescendo surpreendentemente. Em 2006, respondia por 19% do faturamento.
Atualização constante é o diferencialA vantagem para quem utiliza a Datalistas está no freqüente atualização de dados, visto que o próprio consumidor tem a iniciativa de modificá-los em caso de uma simples mudança de endereço, por exemplo. "Como as assinaturas são um serviço pago, o cliente não deixará de nos informar qualquer mudança relativa a endereço, ou formas de contato.", ressalta Vicente Argentino, Diretor de Marketing & Vendas da DataListas
Além das informações fornecidas assinantes do Grupo Abril, a Data Listas também se beneficia do banco de dados da FIAT e da Multibras, com quem partilha informações de clientes. Segundo Argentino, "Os dados atualizados e detalhados permitem uma segmentação muito mais eficiente, já que ficamos sabendo sobre o que o consumidor se interessa através das revistas que consome". E, com a proposta de enriquecer e atualizar ainda mais os dados que surgiu a Pesquisa Nacional Abril.
Hoje realizada exclusivamente pela Internet, a pesquisa era respondida através de encartes disponíveis nas revistas da Editora. Sempre trabalhando com a mecânica dos prêmios - geralmente um automóvel-, o encarte convidava a todos os leitores a participarem da promoção, sejam estes assinantes ou simplesmente leitores casuais que consumiram o produto em bancas de jornal. "São poucas as empresas que têm a cultura de qualificar o DBM e também ter um ambiente corporativo com a afinidade e facilidade que a Editora Abril apresenta em todos os seus negócios", ressalta Vicente Argentino.
Banco de Dados já conta com 11 milhões de nomesAtualmente, a pesquisa conta com um plano de mídia que inclui o uso de todo o portfólio de produtos do Grupo Abril, como as revistas, sites, canais de televisão e até mesmo as ferramentas da DataListas, como o mobile marketing, e-mail marketing e mala-direta.
O resultado disso é um volume de respostas de 10%, um valor alto para os padrões. São cerca de 200 mil pessoas, segundo Vicente, gerando um banco de dados que hoje já conta com 11 milhões de nomes. Essa abrangência de participantes tornou-se uma oportunidade para muitas empresas, já que desde o ano passado podem entrar com uma cota de patrocínio e inserir perguntas que a interessem no questionário. São feitas duas rodadas por ano, uma a cada semestre.
Cada uma fica cerca de 90 dias no ar, e, um mês depois, os dados são enviados às empresas. “Por isso, é bom a empresa já ter uma estratégia preparada para quando receber os dados", aconselha o Diretor de Marketing & Vendas da DataListas.
Outras empresas podem participar com perguntasA Renault foi uma das primeiras empresas a participar da pesquisa. Após uma experiência bem sucedida com a promoção “Sorte no Click”, realizada entre os meses de dezembro de 2007 e março de 2008, a montadora resolveu entrar com uma cota de patrocínio na Pesquisa Nacional Abril do primeiro semestre deste ano. O questionário ainda está no ar e dará como prêmio um Renault Sandero e um Renault Mégane.
A mecânica de ambas as promoções são parecidas, com a diferença que na primeira foi entregue à Renault o mailing. Diferentemente da Pesquisa Nacional Abril, em que a montadora apenas poderá utilizar o banco de dados da DataListas por duas vezes a cada pesquisa. “A promoção “Sorte no Click” cumpriu seu objetivo de expor o carro Clio Sedan e enriquecer a nossa base de dados", explica Anderson Antunes, assessor de Marketing da empresa.
Para ambas as pesquisas, a base de dados funciona como fonte para o trabalho de análise que é capaz de analisar desde a entrada de um consumidor como prospect até o momento em que se torna um ex-cliente com a venda do carro.
Objetivo da Renault foi base para ações de Marketing DiretoO material também é utilizado para ações de Marketing Direto. “Utilizamos o mailing como elemento de segmentação na comunicação futura. Ele é muito usado na promoção Porta Abertas, por exemplo, em que convidamos clientes e prospects para ir a uma concessionária Renault e concorrer a um carro”, conta Antunes.
A opção de patrocínio de empresas e o grande conhecimento adquirido pela DataListas em cerca de 10 anos de Pesquisa Nacional Abril possibilitaram à editora a criar a Pesquisa de Negócios Abril. O levantamento funciona exatamente como o outro, com a diferença que é focada em pessoas jurídicas. Ou seja, ela tem valor enquanto fonte para relações B2B.
A pesquisa é divulgada nas revistas Exame e Você S.A., mas também podem ser respondidas por qualquer um, que também passam a participar de sorteio de prêmios aos responder o questionário. Tudas as informações são sigilosas. "Assim como acontece com a Pesquisa Nacional Abril, nós não disponibilizamos os dados para terceiros. A Abril toma cuidados com essa utilização, inclusive de acordo com o Código de Ética da ABEMD e do Código de Defesa do Consumidor", garante Argentino.

Marcas de luxo precisam se reinventar


Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br
Até as marcas de luxo sofrem com uma estratégia mal definida. Quem poderia imaginar que uma grife do porte de Stella McCartney estivesse perdida em seu posicionamento até três anos atrás? Ou que o próprio segmento tivesse que se reinventar para continuar conquistando os consumidores mais exigentes, donos de contas bancárias sedutoras? Estas e outras questões foram tema de discussão do Atualuxo 2008, Conferência Internacional do Negócio do Luxo, realizada no início deste mês pela primeira vez em São Paulo, mas que já ficou na história do segmento.
As possibilidades deste mercado são ilimitadas, salienta Carlos Ferreirinha (foto), sócio-diretor da MCF Consultoria, organizadora do evento. Sendo assim, os questionamentos continuam. Se a atividade do Luxo pode permear todos os segmentos, como as empresas podem promover uma real diferenciação para um cliente que busca exclusividade?
O mundo do consumo tem cada vez menos fronteiras, ressalta Solange Ricoy, sócia da consultoria Alexandria. “O Luxo e o massivo estão um olhando para o outro para se apropriarem de seus atributos”, aponta. “Se a massa está se apropriando do luxo, como vai ser o luxo daqui para frente?”, pergunta Solange ao falar sobre a democratização das marcas de luxo e de produtos como as sandálias Havaianas, que são vendidas ao preço de R$ 7 a 2 mil euros e grafadas com marcas como Channel.
Está tudo igualNa busca por despertar o desejo dos consumidores endinheirados, tem crescido o número de edições limitadas de produtos. “É a ilusão do efêmero”, sentencia Solange Ricoy. Para a consultora que sempre trabalhou com marcas de consumo de massa como Lux e Omo, na Unilever, o grande desafio do segmento premium é encontrar um novo caminho de diferenciação.
A pasteurização do segmento pode ser facilmente percebida pelas estratégias de comunicação das marcas de luxo. Se a publicidade das marcas está igual, Will Colin, sócio fundador da Naked Communications, questiona qual seria a percepção dos consumidores sobre estas marcas. “No Luxo tudo deve ser comunicado. Deve-se envolver as pessoas com a essência e com a história do produto”, afirma. “Promover a experiência da marca é a palavra-chave”, comenta.
É nesta direção que caminhou a marca Stella McCartney. Dentro de um grupo de marcas de luxo como Gucci, a grife passou por um período de falta de identidade. Há três anos, a empresa passou a olhar com mais atenção para a questão da sustentabilidade e começou a traçar a sua transformação. Até então, a marca não tinha um posicionamento muito claro. Definido o foco, a missão foi “energizar” as pessoas para que elas pudessem se envolver com a marca.
Caso de sucessoNão foi fácil. Marco Bizzarri, CEO da empresa e um dos principais arquitetos da reestruturação da grife, detectou que o consumidor queria experimentar um produto diferente assinado por Stella McCartney. A empresa ouviu seus consumidores. “Eles têm uma visão clara de como percebem a marca”, afirma Bizzarri. “Não adianta fazer as mesmas ações de Marketing e esperar que o consumidor mude de percepção”, ressalta.
Com o cliente dentro da empresa, a marca criou produtos voltados para um estilo de vida único. Neste ponto, o design e a distribuição dos produtos foram fundamentais para colocar holofotes novamente sobre a grife. “O design tem impacto direto no desempenho da marca e para nós isso é prioridade”, argumenta o CEO da Stella McCartney. “Primeiro se torne lindo e depois orgânico, tendo a distribuição como ponto chave. Mas não adianta inventar uma marca verde. Isso tem que fazer parte da essência da marca”, destaca Marco Bizzarri.
Mundo do Marketing: Publicado em 15/9/2008

sábado, 13 de setembro de 2008

CDL NATAL DIVULGA PREMIADOS DA LIQUIDA NATAL 2008

Na manhã deste sábado (13/09) foi realizado o sorteio dos prêmios da Liquida Natal 2008. Mais de 2 milhões e 800 mil cupons foram depositados nas urnas espalhadas por toda a cidade entre os dias 28 de agosto e 07 de setembro. O sorteio teve transmissão ao vivo pela TV União e Rádio 95 FM.No evento estiveram presentes o presidente da CDL Natal, Ricardo Abreu e diretoria da entidade; o presidente da CDL Jovem, Vinicius Carvalho e diretoria da entidade; o prefeito de Natal, Carlos Eduardo; o auditor da Caixa Econômica Federal, Wagner Furtado Cavalcanti; o coordenador da Secretaria de Tributação do RN, Adielson Gomes da Silva; o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz; o presidente da ASSURN/RN, Valdir Farias, além da população e convidados da entidade realizadora da promoção.O supermercado Nordestão mais uma vez foi a loja mais premiada com seus vendedores, tendo sido sorteados quatro prêmios de consumidores de suas lojas. Os prêmios mais esperado do sorteio, dois automóveis 0km, foi sorteado para clientes das lojas Miranda Computação e Armazém Pará – dois setores de destaque nessa edição.A entrega da premiação da Liquida Natal 2008 está marcada para o dia 10 de outubro, em Assembléia Almoço da CDL Natal. Abaixo, segue lista dos vencedores, bairro, loja e vendedor:GOL 2008/2009 4 PORTAS 0KM:Maria Cláudia F. F. Souza – Lagoa Nova – Armazém Pará –Manoel Bezerra Rodrigues – Potengi – Miranda Computação - José EudesMOTOS HONDA 125CC:Guilherme H. F. Barbosa – Lagoa Nova – Nordestão – Joseane AlvesEberton de Araújo Cavalcante – Nova Parnamirim – Miranda Computação – RodrigoRosalba Lopes de Oliveira – Capim Macio – Nordestão Loja 4 – José Wagner PinheiroWalles Edoína Câmara de Medeiros – Alvorada – Supermercado Bom Dia – DéboraMônica Marques da Silva – Nova Parnamirim – Couro e Cia – CidaLuzineide Ferreira de Santana – Felipe Camarão - Atacadão do Eletros – José Ademar SilvaJailza Martins Rodrigues – Monte Castelo (Parnamirim) – Supermercado Serve Bem – DianaGilvânia Campos – Cidade da Esperança – Centauro – VanessaHugo Pires da Cunha Filho – Tirol – Nordestão Loja 7 – KalianeBruno Leonardo Viana – Dix Sept Rosado – Lazer Eletro – EvalterNOTEBOOKS HP C750:Larissa Grace N. S. de Melo – Lagoa Nova – Mar Delle – KarinaJosé Adriano de Souza – Rosa dos Ventos (Parnamirim) – Supermercado Boa Esperança Loja 2 – Micarla GomesGeziel Alves Silva – Parque Industrial (Parnamirim) – Insinuante – LucimariaRodrigo S. da Costa – Nova Betânia (Mossoró) – Via Uno – EdileneGilmar Marcos Evangelista Nogueira – Potengi – Nordestão Loja 5 – Daniela GomesHarisson Spencer Batista – Mirassol – Le Femme – MirnaJosé Laurentino da Silva – Candelária – Riachuelo Centro – MárciaAlessandra B. de Oliveira – Emaús (Parnamirim) – Megashop – GilbertoFernando Lima de Queiroz – Pitimbu – Vale do Pará – QuesiaRenata Cristina Nunes Costa – Potengi – Drapé – ÂngelaFoto: Moraes Neto
Fonte: Lumiar Comunicação - Assessoria de Imprensa CDL Natal

Lá fora é mais barato


Olhaí os tíquetes de recarga de telefone celular no chekout do supermercado. Com € 7,50 eu falo aqui uns 15 dias, em São Paulo eu gasto isso a cada dia. Porque será que é tããããããõ mais caro? Depois falam que as margens praticadas em terras tupís são baixas. Hahã!
Postado por Edson Zogbi, Direto da Europa - 13/9/2008

Promoção simples, mas ótima


Certas promoções são simples e por isso mesmo ótimas. Até mesmo porque, quem ganhar os óculos de sol vai querer também fazer as lentes graduadas para eles (ou vai comprar lentes de contato). Será que não dava para dar também a lâmina de barbear para o modelito? (mulheres, manifestem-se!).

Evento consolida Design como parte importante na estratégia das empresas

Por Guilherme Netoguilherme@mundodomarketing.com.br
O Rio de Janeiro se transformou na capital do design esta semana. Organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Design (ABEDESIGN), o Brazil Design Week mobilizou agências e empresas pela cidade com atividades especiais sobre o tema. O evento sediado no Museu de Arte Moderna teve como principais atrações palestras, oficinas e espaço com estandes para exposições de produtos de diversas empresas.
O evento contou com um investimento de R$ 2 milhões e debateu sobre um mercado que já movimenta US$ 150 milhões por ano. Reuniram-se cerca de quarenta agências de design participantes do evento, entre elas o GAD’ Branding & Design, cujo presidente, Luciano Deos, também ocupa a presidência da ABEDESIGN e é coordenador geral do evento.
Design como ferramenta estratégica de MarketingTodas as agências presentes puderam expor seus trabalhos em um espaço de 1.500 m² no formato feira de estandes. O evento recebeu ainda profissionais do setor de grandes empresas nacionais e estrangeiras, como Tok&Stock, Embraer, Motorola e Fiat.
Entre todos os executivos, havia o senso comum de que o design já era uma ferramenta estratégica no desenvolvimento de uma empresa. “Acredito que tenha sido por isso que foi possível organizar um evento como esse aqui no Brasil”, resume Ricardo Abelheira, design responsável pelo Embraer Design Studio, estúdio da fabricante de aviões.
O evento também foi uma oportunidade do público conhecer cases e histórias de sucesso no setor. Uma delas foi o reposicionamento da marca Alfa Romeo, fabricante italiana de automóveis que foi adquirida pelo grupo Fiat no final da década de 1980. A montadora, que completará 100 anos em 2010, cresceu fazendo fama nas pistas de corrida de Fórmula 1 e com carros esportivos em diversos países do mundo.
Reposicionamento através do designNas últimas décadas, porém, a marca vinha perdendo o apelo que possuía no início do século passado, estando apenas presente na Europa, Japão e Argentina. Para reverter esse quadro, a empresa pesquisou os valores agregados à marca naquele tempo e procurou replicá-los nos dias de hoje.
Com isso, elaborou quatro pilares em seu posicionamento: Coragem, Agilidade, Sensualidade e Tecnologia. Após estudos, a marca optou por desenvolver carros menores, mais leves e fáceis de dirigir e com formas de sedução, de forma à gerar “amor à primeira vista”.
“Procuramos ainda harmonia e proporção no design, além de dar uma atenção aos detalhes, com o uso de materiais nobres e tecnologia de ponta”, explicou o italiano Christopher Reitz, chefe de design da marca, em sua palestra durante seminário sobre a indústria automobilística e transportes.
Alfa Romeo entrará no mercado brasileiroPara o primeiro projeto, foi desenvolvido o carro de luxo 8C Competizione. Com a única proposta de representar o novo posicionamento da marca, o veículo teve uma produção limitada de 500 modelos, que foram vendidos em apenas quatro horas. “A iniciativa foi apenas para mostrar que ‘voltamos’, apesar de os carros de luxo não ser a linha que pretendíamos seguir”, explica Reitz.
Agora, a marca investe em carros econômicos e foca no público jovem para vender o Mito, lançado em junho na Europa. O próximo passo é investir na internacionalização da marca em novos mercados, como Índia, Estados Unidos, Rússia e Brasil.
“Queremos ser uma marca global novamente. Essa é uma estratégia que vem sendo montada há bastante tempo, com grandes investimentos. Os brasileiros são bastante abertos ao design emocional e entenderão muito bem a sensualidade latina de nossos produtos”, conta o chefe de design da marca em entrevista ao Mundo do Marketing.
Promovendo design para gerar expectativaTambém presente no mesmo seminário, a Embraer encara o desafio de lidar com um público tão próximo como distante: grandes empresários e personalidades, principais clientes da marca, cuja oportunidade de relacionamento é escassa por conta de seus cotidianos adversos.
A principal dificuldade era manter a expectativa e boa imagem antes de receber as aeronaves durante os cerca de cinco anos de fabricação dos modelos. Para isso, a empresa foca bastante no apelo do design, principalmente em respeito ao conforto e a decoração personalizada de interiores ao gosto do cliente.
“É com o interior que ele mais se importa. Já começamos a receber até propostas de clientes para utilizar projetos externos de design assinados”, conta Ricardo Abelheira.
Design na estratégia de brandingOutra presença de destaque foi Cláudio Ribeiro, Gerente de Design da Motorola para a América do Norte e Latina. Atualmente trabalhando em Chicago, o carioca destacou a importância do design e apelo de um produto para as vendas. Para exemplificar, Ribeiro relatou um case vivido recentemente pela marca na China.
O modelo virou símbolo de status no país. A Motorola resolveu, então, reduzir o preço pela metade esperando vender quatro vezes mais. O que aconteceu na verdade foi uma queda de 50% nas vendas, já que o produto perdeu o seu apelo quando se tornou mais acessível.
“O celular precisa passar uma emoção através do design. Além disso, precisamos ter consciência da marca, fazer com que o consumidor veja nosso produto e reconheça a Motorola unicamente pelo design”, diz Ribeiro ao site. Segundo ele, a marca consegue isso seguindo quatro conceitos: simplicidade, riqueza, honestidade e surpresa.
Personalização através do designO Whirpool também apresentou cases de sucesso de design. A multinacional do ramo de eletrodomésticos, que no Brasil trabalha com as marcas Consul e Brastemp, viu no design a forma de investir na personalização de seus produtos. Nos últimos anos, vem investindo na venda de edições limitadas exclusivamente pela Internet.
Outra forma foi investir em produtos direcionados a um público segmentado. Um deles é a Brastemp Club, direcionada para aqueles que costumam promover festas em casa. Entre as inovações, uma comporta para pegar latas sem a necessidade de abrir a geladeira – de forma semelhante às vending machines -, controles que avisam quando as bebidas estão congeladas e espaço para gelar até seis taças.
“Em nossa estratégia, nossos maiores concorrentes são as marcas de outras categorias de produtos, com quem dividimos o que chamamos o ‘pocket share’. Precisamos estar sempre atualizado em relação ao design de forma a despertar desejo, para que a escolha da compra de uma televisão ou carro ao invés de geladeira não vire um problema para nós”, conta Mário Fioretti, Diretor de Design Industrial da Whirpool.
Experiência de marca com potenciais consumidoresA concorrência dentro do setor de eletrodomésticos de empresas motivou a empresa a focar também em públicos não necessariamente consumidores da empresa, como crianças. É a forma de manter a marca viva entre um público que poderá ser potencial consumidor no futuro. “Isso porque empresas como a LG já se relacionam com esse e outros públicos através de produtos como celulares e, por isso, podem atrair a atenção deles na hora da compra de um eletrodoméstico”, explica Fioretti.
Por isso, a parceria com a Faber Castell na fabricação da geladeira Aquarela visa a chamar a atenção do público infantil ao oferecer a opção de desenhar e apagar mensagens e imagens no eletrodoméstico, sem danificá-lo. Outra proposta de experiência da marca é o evento BGourmet, evento de design, decoração, gastronomia e arquitetura realizado em São Paulo e Salvador.
O Brazil Design Week irá até este domingo, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Além disso, diversos locais da cidade fazem parte da programação do evento com atividades especiais. A proposta é que o evento aconteça anualmente e que seja realizada uma edição em Nova York em 2010. Essas e outras informações podem ser encontradas no site oficial do evento (http://www.brazildesignweek.com.br/).

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Tecnisa reformula site e oferece opções de atendimento

A Tecnisa oferece em seu novo site um chat para que os clientes possam tirar dúvidas e obter informações com os corretores on-line que atendem 24 horas por dia, durante toda a semana. Basta acessar o site www.tecnisa.com.br para escolher entre chat, formulário, telefone ou até vídeo atendimento.
O site da Tecnisa é responsável por 26% das vendas de imóveis da empresa atualmente, sendo que dos 180 corretores da companhia, 52 trabalham on-line. O motivo de o atendimento estar disponível por 24 horas é que das 21h às 24h o site recebe 15% dos 20 mil acessos diários.
O estudo foi feito através de um projeto piloto que mostrou que o atendimento na madrugada é dado aos investidores externos, por causa do fuso horário. Mas, a empresa percebe que entre o público da madrugada, há também quem goste deste horário para fazer pesquisas. Toda a reprogramação e visualização do endereço da Tecnisa na web foi assinada pela agência Mídia Digital.

Puma lança linha mais cara e dobra rede até 2011


Valor Online
De olho num público de gosto sofisticado, apaixonado pelo estilo "sport fashion" e com dinheiro no bolso, a Puma lança esta semana no Brasil sua linha mais cara e planeja dobrar sua rede de lojas até 2011, chegando a 30 unidades.
Batizada de The Black Label, a linha premium é subdividida em quatro coleções: Black Label, que reúne os tênis mais sofisticados e clássicos da marca; Rudolf Dassler, com vestuário e acessórios de inspiração vintage; Alexander McQueen, com calçados com linhas orgânicas desenhados pelo estilista inglês; e Mihara Yasuhiro by Puma, com tênis e acessórios supermodernos criados pelo designer japonês. Por se tratar de uma linha mais cara - os calçados começam custando cerca de R$ 500 e podem passar de R$ 1 mil - ela terá distribuição restrita no país.
Apenas quatro das 14 lojas que a Puma tem no Brasil receberão os seus produtos (as lojas dos Jardins, Shopping Iguatemi e MorumbiShopping, em São Paulo, e uma loja do Rio de Janeiro, a ser definida). A Puma também está fechando a comercialização dos produtos Black Label em lojas multimarcas focadas em grifes de luxo, caso da Avec Nuance, de Brasília. "Ainda estamos definindo os outros pontos-de-venda", diz Audrey Vargas Lustig, responsável pela Black Label, no Brasil. Mas a idéia é ter a linha Black Label em dez multimarcas até o ano que vem.
Os planos para o mercado brasileiro são de crescimento. Até 2011, a empresa pretende dobrar sua rede de lojas e chegar a 30 unidades. "Queremos abrir dez lojas até 2010", diz João Luis de Castro, gerente-geral da Puma, no Brasil. Segundo Castro, a grife deverá fechar o ano com R$ 250 milhões de faturamento bruto - um crescimento de 60% em relação a 2007. A Puma entrou no mercado nacional por meio de contrato de licenciamento com a Vulcabrás, nos anos 1990. Desde 2002, mantém subsidiária no Brasil e produz cerca de 20% dos produtos no país, entre itens de calçados e vestuário.
O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber a linha completa da Black Label, importada da Itália. A América Latina responde por 10% do faturamento global da Puma, que foi de ? 2,7 bilhões de euros em 2007.
Em 2006, a Puma inaugurou uma loja conceitual Black Label em Nova York. No final de 2007, foi a vez de Tóquio ganhar uma loja para abrigar os produtos premium da marca. "A linha Black Label é a cereja do bolo dos produtos Puma", define Audrey Vargas Lustig, responsável pela linha. No Brasil, as lojas da Puma são pensadas para apresentar um pouco de tudo que a grife produz. "O foco é no esporte como estilo de vida", diz o gerente-geral da empresa, no Brasil.
Fundada em 1948 pelo alemão Rudolf Dassler, a Puma passou para o controle do conglomerado francês de luxo Pinault-Printemps-Redoute (PPR) no início deste ano. O PPR é dono de marcas como Yves Saint-Laurent, Balenciaga, Alexander McQueen, Gucci e Stella McCartney, além da Fnac. Também neste ano a Puma fortaleceu seu foco em moda ao contratar o estilista Hussein Chalayan para o cargo de diretor de criação. Há dois meses, o negócio de Chalayan foi comprado pela grife alemã.
"A Puma vem se reinventando desde o fim dos anos 1990, quando passou a fazer parcerias com grandes estilistas", diz Constanza Novillo, diretora de marketing da Puma no Brasil. Na época, a grife escolheu um ícone da marca, a chuteira King (usada por Péle e Maradona) e a redesenhou, com o auxílio da grife alemã Jil Sander (comprada nesta semana pela japonesa Onward). De lá pra cá, tem investido em produtos esportivos de performance e de moda.

Apple lança novo iPod


O evento da Apple que está acontecendo hoje em São Francisco, trouxe um novo design para o iPod Nano, um novo fone de ouvido, uma nova versão do programa iTunes e ainda anunciou conteúdo em alta definição para sua loja on-line. Veja alguns das novidades:
1 – O iPod Nano, ficou mais vertical, mais fino, com design curvo e cores cromáticas. Sua tela agora fica horizontal como o iPhone e ainda com uma simples sacudida no aparelho, ele troca de música. O produto custa US$149,00 de 8GB e US$199,00 de 16GB.
2- O iPod Touch, ganhou novos jogos e foi denominado por Jobs como o iPod mais divertido de todos os tempos.
3- O fone de ouvido do iPod agora tem um controle de volume e faixas no cordão e uma ponta mais anatômica. Custa US$ 79.
4-A loja do iTunes tem conteúdo em alta-definição. Cada vídeo custa US$2,99.
Bem, como de costume, daqui alguns dias irei visitar uma loja Apple e verificar se a comunicação no PDV está alinhanda com o lançamento, pois da última vez nem o produto tinha chegado na loja. Aguardem...
Vejam o vídeo de apresentação do produto aqui.

Mais do que materiais de ponto-de-venda


Por Thiago Terra

thiago@mundodomarketing.com.br
Diversas estratégias de Marketing sofrem alterações com o objetivo de melhorar as vendas de um produto ao longo de sua vida no mercado. Mudar o rumo de um planejamento é uma tarefa árdua, porém muitas vezes necessária para atingir um resultado ou apenas para não cansar o consumidor.
No ponto-de-venda, a mesma situação se aplica aos displays e gôndolas disponíveis nas prateleiras, local em que o consumidor tem contato direto com a marca. Empresas de diversos setores investem em materiais de PDV diferenciados para chamar a atenção do público e consumar a venda através de ambientação nas lojas.
Com ou sem tecnologia, o ponto-de-venda faz a diferença e é tema de diversas pesquisas. Empresas especializadas em desenvolver estes materiais aliam suas produções de acordo com a necessidade e objetivo de cada varejista e de cada marca que será exposta no PDV.
Tecnologia nem sempre é o diferencialA tecnologia está presente em muitos pontos-de-venda e é a principal inovação em gôndolas e displays, mas para oferecer este material é preciso investimento constante. “As tecnologias têm um custo não só da peça, mas também de manutenção e às vezes a necessidade de uma promotora no local”, diz Christiany Zanotto, Diretora Comercial da Az4 em entrevista ao Mundo do Marketing.
De acordo com a executiva da agência especializada em ambientação no ponto-de-venda, os olhos dos consumidores captam diversas informações em pouco tempo e isso requer maior destaque ou impacto de um produto. “Criar ambientações, destacar uma marca ou fazer com que o produto ‘saia’ da gôndola no supermercado é o caminho”, explica Christiany.
Segundo ela, no Brasil, o ponto-de-venda é usado de forma tímida e destaca um caso da Unilever onde um display interativo fazia o diagnóstico do cabelo do consumidor e oferecia o produto ideal da marca. “Agregar valor é ter um diferencial no PDV que realmente atraia o consumidor”, ensina a executiva da Az4.
Destaque para novos produtos e segmentosDegustação e entrega de amostras grátis no ponto-de-venda são ferramentas usadas pela Josapar, empresa especializada em produtos à base de soja, para destacar as linhas Soy Plus, SupraSoy e as barras de cereais SupraSoy. “Utilizávamos essas ferramentas em algumas praças por tempo determinado. Desde 2007 investimos na visibilidade da marca com adesivos de chão e infláveis de até 3m de altura”, aponta Bianca Maraninchi, coordenadora de Comunicação e Marketing da Supra Soy.
A estratégia de Marketing da Josapar é aplicada em PDVs da região Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil onde a concorrência é grande. “No segmento de soja os nossos concorrentes não fazem grandes investimentos em comunicação tirando raros casos de degustação”, diz Bianca ao site.
Detentora da marca de arroz Tio João, a Josapar continuará investindo em produtos de soja e não só no PDV, como em públicos que freqüentam congressos de medicina e saúde. “Apostamos em mídias pontuais em locais específicos e já planejamos para o ano que vem outros materiais para comunicar a linha para cada vez mais públicos diferentes”, ressalta a coordenadora de comunicação e Marketing da Supra Soy.
Tendências e cores ditam a moda do PDVCom experiência no mercado, trabalho de acompanhando e a ajuda da globalização, a Diretora da Az4 acredita que o consumidor busca dois tipos de display. “Ou o PDV segue a linha global e atende o consumidor em qualquer unidade no mundo ou adota uma linha mais conceitual para atender uma campanha específica”, acredita Christiany (foto).
De acordo com a Diretora Comercial da Az4, acompanhar as tendências dos materiais de ponto-de-venda é semelhante ao acompanhamento da moda. “Temos que acompanhar as cores, formas e estar alinhado com a moda e as tendências. Como aplicar no PDV vai depender da criatividade de cada um” compara Christiany Zanotto.

Imóveis no RN

1- A construtora R. Rocha lança mais um empreendimento na Grande Natal. É o residencial Monterrey, em Nova Parnamirim, por trás do Colégio Salesiano Zona Sul. São 48 apartamentos, com auto-financiamento durante a construção e financiamento bancário garantido em até 360 meses. 2- Como seu projeto gigantesco, inicialmente em duas áreas da cidade, a Cyrela e a Abreu Imóveis vão oferecer 2,5 mil apartamentos. Serão gerados cerca de cinco mil empregos. Ontem aconteceu a convenção de lançamento, no Olimpo recepções, para 200 corretores, com palestra de Oscar Schmidt. 3- Também ontem, no mesmo horário, a Patrimônio Incorporadora e a Caio Fernandes, fez a convenção para 350 corretores, no Cinemark do Midway Mall. O lançamento de 640 unidades da linha Smile fica ao lado do Sesi Lagoa Nova. Todas as ofertas contribuem para uma análise mais demorada pelo investidor.

Aquisição

A chegada dos grandes grupos incorporadores/construtores a Natal já provocou e continua provocando uma corrida às compras de grandes áreas nos arredores de Natal, para futuros negócios, após 2010. Nesse meio tem de tudo, os bons e os ruins. Até devolução de áreas já aconteceu, segundo um construtor.

O crédito, o juro e a dívida

Com o aumento da taxa básica de juros (Selic(), em 75 pontos-base, passou de 13%, para 13,75% anuais. O objetivo é conter o consumo com o custo do crédito ao consumidor ficando mais caro. As taxas cobradas no comércio, na média da pessoa física, atingem 134,22% ao ano, provocando uma variação de mais de 1.000% (onze vezes) em relação a Selic. Em algumas financeiras, em linhas de empréstimo pessoal, essas taxas chegam a atingir mais de 1.500% ao ano. É esperado um aumento para a taxa média cobrada mensalmente nas operações de empréstimo para empresas, que saiu de 4,23% para 4,29%. Além de frear o crédito, se conseguir, o Governo vai pagar mais aos seus credores (rolagem da dívida). Serão cerca de R$ 180 bilhões durante o ano de 2008. Com apenas 1% desse valor (R$ 1,8 bi), seria possível bancar toda a duplicação da BR 101 entre Natal e Recife.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

SUA EQUIPE ESTÁ DESMOTIVADA?

Uma excelente ferramenta para a motivação da equipe de vendas é o uso de jogos e competições na loja. Através desta ferramenta, as pessoas são levadas a realizar tarefas fantásticas, dando-lhes objetivos para alcançá-las. Além disto, acarreta um estímulo da competitividade e uma melhora da performance da sua equipe de vendas.A diferença pode ser impressionante! Basta propor algum tipo de objetivo e recompensa, para modificar por completo a atitude de seus funcionários. Repentinamente, a mesma pessoa que estava desmotivada começa a progredir e deseja se superar. Quando há um jogo ou competição em andamento, você verá como seus vendedores darão aquele "algo mais". Por que isso? Porque todos apreciam o sucesso e a grande maioria gosta de um desafio.Você não pode esperar que toda a sua equipe comece cada dia de trabalho entusiasmada para vender e contribuir para o sucesso de sua loja. A novidade do trabalho facilmente se transforma em rotina. Vender os mesmos móveis, roupas ou aparelhos de som, dia após dia, pode ser entediante. E uma equipe de vendas entediada é, provavelmente, tudo que você não quer.As pessoas que trabalham em sua loja não são voluntárias. Entretanto, se os funcionários enxergam o trabalho apenas como uma fonte de renda e nunca como uma fonte de satisfação ou alegria, então, esperar que eles dêem o "melhor de si" é impossível. Aprendizado, auto-estima, cativar clientes e a vontade de vencer resultam de muito mais do que um contracheque. Vendedores nem sempre se dedicam sem visar a um algo mais, algum tipo de incentivo. E faz parte do seu trabalho, Gerente de loja, encontrar maneiras de incentivá-los!

Em dez dias, 1.865 assinantes mudaram de operadora

Agência Estado Em dez dias de funcionamento da portabilidade numérica no Brasil, 1.865 transferências de operadora de telefonia foram efetivadas. O recurso permite a manutenção do número de telefone, fixo ou móvel, em caso de mudança de prestadora de serviço. Segundo a ABR Telecom, empresa que administra a implantação do sistema de portabilidade do número de telefone, 1.396 pedidos partiram de assinantes de telefones móveis.
A partir do momento em que o usuário solicita a efetivação do processo, a portabilidade deve ocorrer em até cinco dias úteis. O usuário tem dois dias úteis para mudar de idéia ou manter sua decisão de trocar de empresa de telefonia. As operadoras têm se valido de campanhas publicitárias agressivas, além de estratégias de fidelização, para convencer o cliente a permanecer em sua base.
Houve 8.459 pedidos de portabilidade nestes dez primeiros dias de setembro. Os usuários de telefones móveis respondem por 5.438 solicitações e os assinantes de linhas fixas, 3.021.

Veja a lista das 150 melhores empresas para trabalhar

A Volvo é a primeira colocada na 12ª edição do Guia Você S/A - Exame - As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar, divulgado na segunda (8). O estudo é feito em parceria com a FIA (Fundação Instituto de Administração).Neste ano, 550 empresas se inscreveram. Na primeira etapa da eleição, funcionários (escolhidos aleatoriamente) respondem à pesquisa, por cartão de leitura óptica ou pela Internet. O gestor de recursos humanos da organização preenche outro questionário sobre as práticas adotadas pela empresa. Essas ações também devem estar em um documento escrito. As pré-selecionadas -- que conseguem uma nota mínima necessária -- são então visitadas por uma equipe de jornalistas, e partir daí são escolhidas as 150 melhores. A percepção dos colaboradores vale 70% da nota final da empresa; as práticas de gestão somam 25%; e a visita da Redação corresponde a 5% dos pontos totais obtidos.Das 150, são escolhidas as dez melhores (as demais aparecem no guia apenas na ordem alfabética):
1 - Volvo
2 - Chemtech
3 - Masa
4 - Caterpillar
5 - Landis+Gyr
6 - Laboratório Sabin
7 - ArcelorMittal
8 - Promon
9 - Albras
10 - SerasaA publicação também escolhe o destaque em algumas áreas. A Eurofarma ganhou em saúde e qualidade de vida dos funcionários; no plano de carreira, a campeã foi a Accenture; o banco Real ganhou na categoria remuneração; e a Ambev foi a primeira colocada em aprendizado e desenvolvimento. A melhor empresaNa campeã, a Volvo, empresa de Curitiba (PR), 97,1% dos funcionários se identificam com a empresa, enquanto 92,2% estão satisfeitos e motivados. A organização tem ainda um PDP (Plano de Desenvolvimento Pessoal), onde cada funcionário diz o cargo e a área em que pretende atuar daqui a dez anos. A partir daí, são definidas metas individuais anuais.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Brasil fica em último em tabela sobre investimento por aluno

Lisboa, 9 set (Lusa) - O Brasil ficou em último lugar em uma tabela sobre investimentos por aluno em 33 países, elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.Com um investimento de pouco mais de 1.000 euros (R$ 2.439) anuais por aluno, o Brasil ficou atrás de países como Estônia, Polônia, Eslováquia, Chile, México e Rússia, que gastam anualmente entre 2.700 e 1.400 euros (entre R$ 6.586 e R$ 3.415) com cada estudante.Portugal investe em média cerca de 4.200 euros (R$ 10.246) por estudante, o que coloca o país na 22ª posição.Com dados referentes a 2005, os Estados Unidos lideram o grupo com cerca de 9.000 euros (R$ 21.956), seguidos da Suíça, Noruega, Áustria, Dinamarca e Suécia, com valores que variam entre 8.500 e 6.450 euros (entre R$ 20.736 e R$ 15.735).No quesito tempo em sala de aula por cada aluno entre sete e 14 anos, o Chile lidera com quase 9.000 horas (o equivalente a permanecer 366 dias ininterruptos na sala), enquanto a Estônia estabelece o menor tempo letivo, com apenas 233 dias.Depois dos chilenos, os alunos que mais tempo passam nas aulas são os italianos, holandeses, australianos, neozelandeses, franceses e mexicanos, com permanências que variam entre os 350 e os 312 dias.Com menos tempo dedicado à escola, depois da Estônia aparece a Finlândia, Eslovênia, Noruega, Suécia, Coréia do Sul e Alemanha, com cargas horárias que totalizam entre 237 e 258 dias ininterruptos nos sete anos de escolaridade contabilizados.

Feira de empregos começa na próxima quarta-feira

A 3ª Expo Talentos & Oportunidades, feira de emprego e carreira, começa na próxima quarta-feira. O evento acontece até o dia 12 deste mês no Centro de Convivência da Farn e espera atrair cerca de 3 mil visitantes por dia.Maior base de talentos do Estado, a Talentos & Oportunidades, empresa do Grupo K&M Consultoria, promove a feira com o objetivo de oferecer às empresas a possibilidade de encontrar profissionais que atendam às suas necessidades e aos estudantes e profissionais, uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho ou progredir para uma melhor colocação.Durante a Expo Talentos, as 10 empresas expositoras, que possuem vagas para contratação, apresentarão para os candidatos os seus diferenciais e programas de captação e recrutamento de talentos. Também serão ministradas palestras sobre empregabilidade e carreira profissional, com apresentação de cases de sucesso. A Talentos & Oportunidades ainda oferecerá os serviços de análise de potencial e elaboração de planos de carreira, além de dar dicas de preenchimento de currículos e disponibilizar computadores para o cadastramento de candidatos no banco de dados da Talentos & Oportunidades.
Mais informações: 3231.0267
Fonte: Assessoria de Imprensa Grupo K&M

Lançamento

Os empresários Álvaro Alberto e Francisco Urbano Martins, da Morada Construções, estarão lançando um empreendimento residencial na praia da Redinha, com vista para o Potengi e a Ponte Newton Navarro. A imobiliária Caio Fernandes, fechou contrato de exclusividade para a venda dos imóveis.

sábado, 6 de setembro de 2008

ATENÇÃO........


Profissionais brasileiros ganham espaço e respeito no exterior

Por Thiago Terrathiago@mundodomarketing.com.br
Trabalhar no exterior não é privilégio somente para os atletas brasileiros que se destacam em suas categorias. Atualmente, cresce o número de profissionais de Marketing com carreira internacional e está se tornando comum encontrar um brasileiro trabalhando no departamento de Marketing na sede de grandes empresas multinacionais.
Um dos grandes problemas para falar destes profissionais talvez seja encontrá-los. Fuso horário diferente, muitas tarefas e reuniões dificultam a vida de quem quer conhecer um pouco mais sobre a história destes profissionais. Os executivos de Marketing que vivem no exterior sabem da importância de adquirir experiência fora do Brasil, mas não esquecem a comida e sentem saudades do clima tropical.
O que se nota atualmente é que no Brasil as empresas caminham no mesmo patamar que as companhias internacionais em estratégias de Marketing e, para alguns, é superior em criatividade, porém os brasileiros ainda precisam investir mais em estrutura. Hoje, os profissionais brasileiros que estão ganhando a vida no exterior são muitos e o maior problema é encontrar espaço em suas agendas para uma entrevista.
Alguns profissionais brasileiros procurados pelo Mundo do Marketing não tinham espaço para entrevistas por conta de seus compromissos. Entre eles, Reynaldo Naves, que assumiu recentemente o cargo de Diretor Internacional de Marketing e Comunicação Corporativa da Accor Services, empresa do grupo Accor.
Além dele, Paulo Kakinoff está comandando da Alemanha um comitê de desenvolvimento de Marketing para a Volkswagen em todo o planeta e Ricardo Fort completa 10 anos de Coca-Cola Company, onde ocupa o cargo de diretor de Marketing da Coca-Cola Brasil desde setembro de 2006, depois de quatro anos na matriz da companhia, em Atlanta, EUA. Lá, Fort ocupou por último o cargo de diretor Global de Futebol.
Diferença social dita comportamentoUm dos fatores de maior evidência entre os mercados do Brasil e de países estrangeiros desenvolvidos é a diferença na pirâmide social. No Brasil as classes C, D e E são a maioria, sendo mais influenciados por publicidade na TV. Na Inglaterra, por exemplo, as classes A e B comandam o consumo e os clientes ingleses são mais bem informados, mais exigentes e convivem em um mercado mais maduro.
“O brasileiro é acostumado a ser mal servido e os nossos preços são mais caros. O leque de opções de produtos na Inglaterra é maior, assim como o poder de compra”, aponta Carlos Werner (foto), Diretor de Marketing da Samsung em entrevista ao Mundo do Marketing. O executivo tem experiência de quatro anos na Europa, onde trabalhou na Ford e na Bosch.
Werner chegou ao velho continente em 2000, na França, e lá começou a traçar sua carreira internacional. O mercado europeu tem mais verba e opções de ações de marketing enquanto no Brasil o consumidor chega com menos informação sobre um produto no ponto-de-venda. “Aqui no Brasil a TV tem apelo mais forte e a propaganda é mais popular. Lá é difícil ter desequilíbrio de preço entre os PDVs, já no Brasil é preciso pesquisar em diversas lojas porque a diferença de preços é grande”, afirma Werner.
Brasil X ExteriorPartindo do princípio de que o Marketing é global, no Brasil este setor está inserido no primeiro mundo. De acordo com Claudinei Santos (foto), Diretor de operações e coordenador de gestão estratégica da Pós-Graduação da ESPM, o estrangeiro que vem trabalhar no Brasil encontra mais dificuldade do que o brasileiro que vai se aventurar no exterior. “Nós sabemos mais deles do que eles de nós. A informação é a diferença básica entre os mercados e isso nos dá um conhecimento maior”, diz o professor ao site.
A diferença entre o comportamento do consumidor no Brasil e nos países estrangeiros varia de acordo com cada região, principalmente pela disponibilidade e distribuição de renda. “Não dá para comparar o comportamento do consumidor estrangeiro com o do Brasil porque cada país tem uma realidade própria, mas os hábitos de compra são parecidos”, acredita Santos.
Segundo Carlos Werner, da Samsung, as diferenças aparecem em momentos diferentes, de acordo com o que levamos em consideração. “Estamos fazendo trabalhos às vezes mais completos e criativos do que eles. Mas lá o investimento ainda é maior que no Brasil”, compara.
Novos tempos, velhos problemasPreconceitos com brasileiros e profissionais latinos ainda existem nos mercados de países desenvolvidos economicamente. Mas esta realidade é bem diferente da que havia há alguns anos. “Na equipe da Bosch na Inglaterra havia diversos estrangeiros, quase todos da Europa. Trabalhei com indianos, africanos, homossexuais e mulheres através de um programa de aceitação de outras culturas”, conta o Diretor de Marketing da Samsung.
Assim como em qualquer lugar do mundo, o brasileiro é visto com simpatia e com os profissionais deste mercado não é diferente. Porém, o fantasma do preconceito ainda assombra os brasileiros menos capacitados. “O brasileiro ainda não oferece mão-de-obra tão qualificada e, por isso, alguns acabam trabalhando em restaurantes ou conseguem empregos com remuneração mais baixa”, diz Werner ao site.
Atualmente o fator que faz um profissional de Marketing brasileiro buscar horizontes estrangeiros é principalmente a experiência adquirida. Diferente de oito anos atrás, quando Werner chegou à Europa. “Quando fui para a Europa a conversão da moeda estrangeira para a brasileira era de oito para um. Era muito dinheiro. Só que o aluguel lá é muito caro”, lembra o executivo da Samsung.
Cultura congelada e sem salO tempero e o arroz com feijão brasileiro podem até ser oferecidos no exterior, mas a diferença com o que é feito aqui é notável e faz com que a saudade aumente a cada garfada. “O clima frio e a comida me davam muita saudade do Brasil. Fora isso, não sentia muitas dificuldades e o ambiente de trabalho foi muito bom. A falta de sol e o frio acabam afetando porque o inverno é muito longo e depois de seis meses de céu fechado dá vontade de sair de lá”, avalia Carlos Werner.
A adaptação à cultura local é o grande problema para os brasileiros no exterior, segundo o professor da ESPM, Claudinei Santos. As multinacionais são cada vez mais parecidas e o inglês já é uma língua usual do mercado. “O problema é adaptar-se a cultura local porque hoje o profissional já domina a língua. Somente os mais jovens podem encontrar maiores dificuldades”, conta.
Marketing para todos os gostosAs diferenças com relação ao desenvolvimento das estratégias de Marketing tupiniquins e as que são feitas no velho continente, ou ainda da terra do Tio Sam, não chamam a atenção no caso das multinacionais. “As estratégias de Marketing das grandes companhias são muito parecidas tanto aqui como lá fora, assim como o lançamento de produtos. Comerciais internacionais são veiculados aqui também. Portanto, a prática do Marketing no Brasil ou no exterior é muito parecida”, analisa o coordenador da área de gestão estratégica da ESPM.
Pensar que ações e campanhas desenvolvidas no Brasil não poderiam ser aplicadas em países desenvolvidos - e vice-versa – não são necessariamente verdades absolutas. “O tema de uma campanha e a linguagem usada deve depender do país e da cultura. Se lançarem uma campanha baseada em Samba num país onde não conhecem o samba, não vai adiantar. As estratégias devem estar ligadas à cultura local”, conclui Santos.

Capacitação

Parceria entre o Praia Shopping e o Senac oferece cursos e palestras para os lojistas entre setembro e outubro, com objetivo de prepará-los para o melhor período de vendas do ano, o Natal. Os temas são visual das lojas e merchandising para lojistas e funcionários do empreendimento. O projeto tem início segunda-feira, com a palestra gratuita “Preparando-se para o Natal – Varejo em Dia”.

Siderúrgica

A China fará uma siderúrgica gigante de US$ 30 bilhões, sinalizando que vai continuar consumindo o minério de ferro brasileiro por um longo tempo. Será a quinta maior do mundo, com capacidade de 30 milhões de toneladas de aço por ano, o equivalente a quase toda a produção do Brasil em 2007, de 34 milhões de toneladas.

Investimentos imobiliários

A Cyrela encaminha pedido de licença ao Idema para construir no terreno do antigo Natal Acqua Center, em Cotovelo. Será um residence service, em terreno de 22 mil metros quadrados. Já a incorporadora/imobiliária Martin Ferro, e a construtora Módulo, vão iniciar vários empreendimentos em Natal, com vendas pela Imobiliária Caio Fernandes.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Socializando o conhecimento

Mello Jr

Hoje em dia, temos a disposição muita oferta de treinamentos, palestras, convenções e outros encontros com nomes e formas até americanizadas no mercado e com crescente procura, principalmente por parte de gerentes, líderes, chefes, donos de empresas, empresários e empreendedores. No entanto, a sua maioria não coloca em prática, não repassa nem multiplica os conhecimentos adquiridos nestes eventos. Do que adiantará levar para o túmulo? Inclusive alguns não chegam a transformar as informações recebidas em conhecimento e não passam nem uma, nem outra a seus liderados. Treinar e manter a equipe atualizada para que ela caminhe na mesma direção é uma das responsabilidades dos gestores por isso é fundamental que estes socializem tudo o que aprendem. A empresa não poderá mandar todos os funcionários para participar de um ou de todos os eventos instrutivos, normalmente seleciona os que são responsáveis pela área de atuação com intuito de que na sua volta possa instruir seus colaboradores e colegas de trabalho, mas muitos têm até mesmo dificuldades para preencher um relatório quando é solicitado pelo RH como forma de avaliar se valeu a pena investir naquele evento.
A socialização do conhecimento é o grande desafio das empresas na gestão estratégica. Esses eventos são uma boa forma e lugar para se buscar informação, melhorar a rede de contatos, visualizar novas oportunidades de negócios e reciclagem pessoal desde que se mantenha aberto e pró-ativo. Tenho visto, no entanto, muitas pessoas que vão contrariados, reclamam de tudo e perdem a oportunidade de aprender. Que belo exemplo! Como cobrar a participação do liderado? Tenho visto algumas empresas investirem em revistas, livros, DVDs para que a equipe melhore sua performance e o líder simplesmente guarda em algum lugar e não socializa; gerentes mantendo publicações sobre suas mesas durantes dias não repassando à sua equipe pois não tiveram tempo de ler; outros acessando a internet para ver esportes, horóscopo, fofocas, mas não, um portal interessante sobre sua profissão. Dessa forma, é claro que na hora de socializar o conhecimento terá dificuldades.
A dica é: treine seus líderes para que sejam multiplicadores, socializem as informações e construam conhecimento em grupo. Afinal de contas nosso maior patrimônio interno são nossos profissionais principalmente aqueles com sede de informação.

Consumidor brasileiro culpa empresas e governo pela pirataria


Por Guilherme Neto

O problema da falsificação de produtos e a percepção do consumidor brasileiro nessa questão foi tema de uma pesquisa elaborada pelo Instituto Akatu, entidade especializada no consumo consciente. O levantamento, patrocinado pela Microsoft, dá voz aos consumidores desses produtos, que desprezam ações anti-pirataria por não confiarem em empresas privadas e instâncias governamentais, a quem culpam e consideram como os verdadeiros responsáveis pelo problema.
A pesquisa levou em conta dados já existentes de duas pesquisas, em especial as realizadas pelo Ibope em 2006, que ouviu 1.715 moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e outra realizada pela Fecomércio no ano passado, em mil residências espalhadas por 70 cidades do país.
A segunda fase consistiu em uma pesquisa qualitativa com homens e mulheres de 18 a 40 anos das classes A, B e C na cidade de São Paulo, entre consumidores comuns e formadores de opinião.
Consumo de produtos piratas cresceu em todas as classes sociaisSegundo dados do Ibope, entre 2005 e 2006 houve um crescimento no consumo de produtos piratas em todas as classes sociais do Brasil. Os números mostram que a classe A passou de 50% para 58%, a classe B saiu de 61% e pulou para 65% enquanto a classe C aumentou de 60% para 68%. Apenas as classes D e E mantiveram patamar estável entre 56% e 57%, respectivamente.
Como resultado, a Akatu constatou que os consumidores sabem que estão comprando produtos ilegais e falsificados associados ao crime organizado e à sonegação de impostos, e que têm conhecimento de que seu consumo prejudica o comércio formal.
Apesar disso, os motivos apontados por eles variam desde o custo benefício até a própria falta de repressão a esse comércio ilegal, com produtos vendidos à luz do dia em lugares públicos, dando a impressão de uma permissão implícita.
Consumidor culpa empresas e governo pelo problemaEles acreditam ainda estar ajudando os camelôs a não seguirem o caminho do roubo como sobrevivência e que os fabricantes, artistas e autores de produtos legais já seriam “muito ricos”, e não seriam afetados por essa prática. Não há ainda uma consciência da relevância de sua compra no alimento do crime organizado, por conta do baixo valor pago em cada mercadoria. O consumidor não se sente o principal culpado pelo problema da pirataria e rejeita campanhas que o acusam pelo problema.
“Para eles, os grandes responsáveis são as instâncias governamentais ao permitirem a entrada, fabricação e comercialização de produtos e não desenvolverem políticas sociais que dêem empregos a todos na economia formal”, explica Débora Rocca, coordenadora de Pesquisas e Métricas do Instituto Akatu, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Eles culpam ainda as empresas e marcas, por praticarem preços inacessíveis e, ao mesmo tempo, estimular o desejo de consumo em ações de Marketing e Publicidade.
Descrença motiva desprezo a ações anti-piratariaSegundo a Akatu, ações voltadas exclusivamente contra a pirataria tendem “a cair no vazio”, devido ao contexto de descrença em instituições governamentais e de iniciativa privada. As marcas devem investir em ações de responsabilidade social para afastar a imagem de empresas focadas apenas em gerar lucro e, desta forma, acabam se distanciando da sociedade.
“Uma campanha anti-pirataria tem mais chances de dar certo se fizer o consumidor refletir, em vez de adotar tom acusatório; se ficar claro que envolve também o governo e as empresas, não deixando o consumidor isolado com a responsabilidade de mudar toda a sociedade”, aconselha Rocca.
Solução pode estar em Responsabilidade SocialA solução pode estar em ações de apoio a camelôs, por mais contraditório que isso possa parecer, para sensibilizar e atrair consumidores. “Isso com certeza daria certo. Não adianta esconder camelôs em becos ou colocarem para trabalhar em fábricas, por exemplo, se eles querem é trabalhar com comércio onde tenha movimento”, explica Suzane Strehlau, professora da ESPM especialista em falsificação de produtos de luxo.
Uma estratégia seria ajudá-los a exercer o comércio de forma legal, seja através do suporte de registro de CNPJ, financiamento de capital de giro ou mesmo na formação de cooperativas.
Outras opções são ações em conjunto com o governo além da simples busca e apreensão de produtos falsificados, como ações junto às fronteiras nacionais de forma a averiguar o valor em nota fiscal de determinado tipo de produto. Se este for muito baixo, é bastante provável que se trate de um artigo pirateado. Strehlau atenta ainda para a importância de valorização da marca, como diferencial importante contra falsificações. “É verdade que a marca encarece o produto, mas as pessoas pagam por isso”, diz a professora.
Brasil ainda não é o pior dos cenáriosO objetivo é fazer com que o Brasil se aproxime dos índices de países desenvolvidos, onde a pirataria é mais branda. Uma pesquisa realizada em 2005 pela Business Softwares Alliance (BSA) sobre o consumo de softwares no mundo, registra índices de 20 a 30% de softwares piratas em países como Japão, Estados Unidos e Bélgica.
Em comparação com outros países da América Latina, no entanto, o cenário brasileiro vence, com índice maior apenas que a Colômbia (57%). Aparecemos também como a nação que menos falsifica softwares no grupo de países emergentes da BRIC - Brasil (64%), Rússia (83%), Índia (72%) e China (86%).

Coca-Cola compra líder de sucos na Ásia por US$ 2,4 bilhões


O Estado de São Paulo
PEQUIM - Na maior aquisição de uma empresa chinesa por capital estrangeiro, a Coca-Cola anunciou nesta quarta-feira, 3, que vai desembolsar US$ 2,4 bilhões pela fabricante de sucos Huiyuan, líder de mercado no país asiático. O negócio é o segundo maior da história da Coca-Cola, depois do investimento de US$ 4,1 bilhões na compra da Energy Brands, uma fabricante de água e bebidas energéticas, no ano passado.
O objetivo da Coca-Cola é diversificar suas atividades e aproveitar o rápido crescimento desse segmento na China, que deve ter expansão de 16% em 2008. O movimento acompanha a estratégia global da empresa, de reduzir sua dependência dos refrigerantes e aumentar sua participação nos produtos vistos como mais "saudáveis".
A Coca-Cola começou a operar na China em 1979, logo depois do início do processo de reforma e abertura econômica do país. Desde então, o investimento acumulado da companhia na China foi de US$ 1,25 bilhão. A China é o quarto maior mercado da Coca-Cola no mundo, atrás dos Estados Unidos, México e Brasil. A previsão dos analistas é que o país asiático assumirá a terceira posição até 2010.
"Esta aquisição vai beneficiar nossos acionistas e proporcionar uma oportunidade única para fortalecer nossos negócios na China, especialmente em razão do dinamismo e do rápido crescimento do segmento de sucos na China. Ela também vai evidenciar ainda mais o nosso profundo compromisso com a China e com a entrega aos consumidores chineses de opções de bebidas que atendam suas necessidades", afirmou Muhtar Kent, presidente da Coca-Cola, de acordo com nota distribuída pela empresa.
A nota distribuída pela Coca-Cola diz ainda que a operação tem de ser aprovada pelas autoridades chinesas, mas ressalta que acionistas que controlam 66% do capital da Huiyan aceitaram o valor oferecido pela empresa. A maior participação é de Zhu Xinlin, que fundou a Huiyuan em 1992. A francesa Danone é a segunda maior acionista, com uma fatia de 23%.

Demanda faz construtora abrir loja em shopping

Terra Notícias
A construtora Goldfarb inaugura nesta sexta-feira sua primeira loja no Shopping Metrô Itaquera. A iniciativa visa proporcionar mais comodidade e conforto ao possíveis clientes que visitarem a estrutura do centro comercial localizadona zona Leste, da capital paulista.
De acordo com a companhia, serão ofertados empreendimentos a partir de R$ 70 mil, na linha de produtos "More Melhor", que foi criada especialmente para atender à demanda por produtos voltados para famílias com renda em torno de R$ 2.500.
Os empreendimentos da "More Melhor" apresentam projetos práticos, arquitetura contemporânea e infra-estrutura de lazer. "As unidades são totalmente financiadas e possuem grande facilidade de pagamento", conta o presidente da empresa, Milton Goldfarb.
"A estabilização econômica está favorecendo positivamente os negócios e possibilitando que um maior número de pessoas tenha acesso ao mercado imobiliário", ressalta.

Para amenizar queda em freqüência de bares, AmBev dá desconto em táxi

Folha Online
A AmBev lançou nesta quinta-feira um convênio com empresas de táxi que dará descontos em corridas entre bares e a casa dos consumidores. O serviço funciona em São Paulo e Rio a partir desta quinta-feira e vale apenas para parte dos estabelecimentos que vendem chope Brahma.
Segundo a cervejaria, a idéia é compensar a diminuição na freqüência de bares de elite nas regiões nobres e boêmias de São Paulo e Rio. A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) detectou uma queda que varia entre 40% a 60% em bares de São Paulo, dependendo no perfil do estabelecimento.
Inicialmente, o serviço vale para quem vai e/ou volta de 244 bares na capital paulista e 288 no Rio. As duas cidades são, respectivamente, a segunda e a primeira maiores consumidoras de chope per capita do país, de acordo com a AmBev.
Segundo o gerente de responsabilidade social e comunicação da empresa, Alexandre Loures, a idéia é expandir o serviço para outras capitais do Sul e do Sudeste até o fim de 2008.
A proposta da AmBev é que o consumidor calcule o custo da corrida no site da campanha e chame o táxi das cooperativas conveniadas no Rio e São Paulo (disponíveis no site).

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Imobiliária norte-americana chega a Natal e aposta no mercado de luxo

A Sotheby's International Realty, referência mundial em imóveis de alto – e altíssimo – padrão, quer colocar Natal em sua vitrine. A companhia está instalando seu escritório na capital potiguar, em Petrópolis. Será o terceiro no país e o primeiro no Nordeste. A previsão é ativá-lo em setembro.
Eles ainda não divulgam os empreendimentos que pretendem vender no estado. Mas adiantam que há mais de 15 projetos encaminhados, com extensões que vão de oito mil metros quadrados a 4,7 hectares, distribuídos entre áreas urbanas e praias, em Natal e no litoral do RN.
A origem norte-americana é algo pouco comum entre as estrangeiras presentes em Natal e mostra como a entrada do RN no circuito internacional dos imóveis. Muita gente quando vê esse tipo de notícia já se arma com pau e pedra. Eu, particularmente, continuo defendendo que "nem tanto, nem tão pouco". Precisamos cuidar de nossas belezas, da saúde do nosso estado e da força financeira das empresas locais, mas não podemos fechar as portas para o mundo.
A Sotheby's International Realty atua em centenas de escritórios nas Américas, na Ásia e na Europa. Boa parte dos clientes dela é composta de milionários e bilionários – entre eles há 68 das pessoas mais ricas do mundo segundo a Revista Forbes. Mas os executivos da empresa, que entrevistei hoje, explicam que “o negócio não é apenas preço”: “Vendemos experiências e estilo de vida, somos uma imobiliária de primeira classe”.
O grupo ao qual a companhia faz parte, que também se chama Sotheby's tem ainda outros serviços ligados ao mercado de luxo. Ele organiza famosos leilões de arte, faz avaliação de bens e trabalha com venda de diamantes. Esses produtos também estarão disponíveis para clientes em Natal, uma vez que as unidades Sotheby's trabalham em rede.