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domingo, 26 de setembro de 2010

Dia das Crianças devem crescer 11% este ano

As vendas nos shopping centers para o Dia das Crianças devem crescer 11% este ano, na comparação com o mesmo período de 2009, conforme levantamento realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Segundo a entidade, esse aumento esperado para a data é fruto do bom desempenho que o setor vem apresentando.

"O comportamento das vendas só reforça os bons indicadores do cenário econômico nacional. Em julho, o crescimento foi de 13,18%, comparado a julho de 2009", revelou, em nota, Adriana Colloca, gerente de Pesquisa e Assuntos Econômicos da Abrasce.

A entidade lembra que o Dia das Crianças movimenta não só as lojas de brinquedos, mas também vestuário e calçados infantis, artigos esportivos, eletrônicos e celulares, além da área de alimentação e lazer dos empreendimentos. A data é considerada uma das melhores em vendas dentre os eventos sazonais do ano.

Fonte: O Estado de São Paulo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Bem-vindos à RE/MAX Brasil

Somos a maior rede de Franquias Imobiliárias em transações no mundo, com mais de 7 mil Unidades e mais de 100 mil Corretores à sua disposição. Ninguém no Mundo vende mais imóveis que a RE/MAX

A RE/MAX Internacional, maior rede de franquias imobiliárias do mundo em transações imobiliárias, iniciou em outubro de 2009 suas operações no Brasil, com uma estratégia agressiva para conquistar a liderança do mercado nacional do setor. Com sede em Denver, Colorado (EUA), a RE/MAX está presente em 78 países de todos os continentes, com 7.000 franquias e cerca de 100 mil corretores.

O comando da operação brasileira pertence aos empresários Renato Teixeira, presidente da RE/MAX Brasil; Paulo Toledo, vice-presidente; e dos sócios Luis Carlos Julião e José Luiz Monteis. A rede atua com 17 Masters Regionais localizados nos principais estados do País.

Acesse e conheça: www.remax.com.br

sábado, 11 de setembro de 2010

Setor de franquias registra crescimento de 14,7%

O setor de franquias fechou o ano de 2009 com um faturamento de R$ 63 bilhões. O número equivale a um crescimento de 14,7% em relação ao ano anterior, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), a partir de uma pesquisa feita com 1.643 marcas de franquias atuantes no país.

Um dos destaques do levantamento é o aumento no número de redes e unidades. No ano passado, 264 novas redes surgiram no mercado, um crescimento de 19,1%, totalizando 1.643. Entre elas estão Selleti, Brasil Cacau, Café Moinho, Casa do Sorvete Jundiá, Animafest, Dpil, Korai, Vest Casa, Riccó, RE/MAX, Total Express, Martelinho de Ouro, Babysol, Mara Mac e Pakalolo. Já o número de unidades saltou de 71.954 para 79.998.

Para 2010, a expectativa continua positiva e as apostas são as microfranquias, negócios de até R$ 50 mil em investimento, e a exploração de novas cidades. A previsão é de que o faturamento cresça entre 15% e 16%. Em número de marcas, a expectativa é de aumento entre 10% e 12%, já em relação às unidades a expectativa é de que haja um incremento de 8% a 10%.

Sobre os setores, o que mais cresceu em faturamento foi o de Acessórios Pessoais e Calçados, pelo terceiro ano consecutivo, registrando 41,2% de aumento em relação a 2008. Em segundo lugar está o setor de Vestuário, com 37,5% de aumento de faturamento, seguido pelo de Informática e Eletrônicos (28,9%) e o de Alimentação (21,8%).

Em relação ao crescimento do número de redes, o destaque de 2009 foi o setor de Hotelaria e Turismo, com aumento de 33,3%, seguido por Acessórios Pessoais e Calçados (30,7%) e Veículos (25,9%). O segmento de Acessórios Pessoais e Calçados também foi o que mais cresceu em número de unidades, 23,5%, seguido pelo de Alimentação com 22,3% e pelo de Móveis, Decoração e Presentes, com 21,8%. A expansão internacional também cresceu em 2009. Atualmente 65 redes nacionais já operam no exterior.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O valor das marcas: da fábrica ao consumidor

Por Eduardo Przybylski


Quando uma marca conquista um bom espaço em um mercado ou até mesmo em um ranking de avaliações, significa que ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o que gera um aumento em seu valor de mercado.

E esse espaço só foi conquistado porque existem investimentos que a instituição fez e faz de modo ininterrupto na área de comunicação. Reforçar os conceitos de produtos e serviços de boa qualidade em ações de grande visibilidade do público faz com que seja criada uma associação direta com a marca, salientando os compromissos e as relações.


Nesse contexto, os canais de comunicação presentes nas relações de negócios entre empresas têm um papel muito importante. É necessário investir esforços na comunicação que acontece entre, por exemplo, as fábricas e revendas e, com isso, fortalecer as informações da marca com as pessoas que tem um contato direto com os consumidores, como representantes comerciais, vendedores, call centers, etc. Eles reforçam e dão mais credibilidade à marca porque a aproximam dos seus usuários.

É preciso manter a marca viva na cabeça do consumidor. E uma das formas é investir na qualificação da comunicação dentro do canal. Pesquisas recentes apontaram um aumento na intenção de compra dos consumidores. Isso significa que a marca que estiver mais próxima dessa realidade obterá uma imensa vantagem na hora da opção de compra de um produto, e um canal bem estruturado, com certeza, irá possibilitar esse retorno.

É necessário que a marca esteja presente em todos os processos da compra e em todos os níveis, em especial na avaliação e busca de alternativas, pois é o primeiro impacto da marca com o seu consumidor. Após identificar a necessidade, ela ira atrás das opções que melhor se encaixam nos seus critérios. A comunicação, nesse momento, deve se preocupar em informar ao máximo o comprador, influenciando-o na decisão de compra para não deixar espaços para dúvidas e evitando que ele opte pela concorrência. Por isso, a importância de um canal de vendas estar alinhado com os preceitos e intenções que a marca tem.

É importante, ainda, que a empresa sempre fique atenta a pesquisas, ao mercado, ao seu canal, ou qualquer que seja o ponto de apoio da marca. Entretanto, é preciso ter claro que estes não são os únicos métodos de análise de uma marca, devendo a empresa buscar também meios próprios de autoavaliação. Esse é um passo primordial para a manutenção da marca, fortalecendo e ampliando seus laços com os consumidores.


Eduardo Przybylski é designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.
Contatos: eduardo@dbrain.com.br/ www.dbrain.com.br

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Valorize o ambiente de sua loja com uma boa música

Você sabia que a música pode transformar sua loja em uma espécie de “refúgio” para os seus clientes? Por essa razão, é aconselhável que, ao entrar no salão de vendas, os consumidores possam escutar músicas de qualidade, que possam inspirá-los e deixá-los confortáveis naquele ambiente. Dessa maneira, você conseguirá fazer com que eles permaneçam mais tempo em sua loja e estejam mais propícios a concretizar suas compras.

Tenha em mente que, ao ouvir uma música agradável, enquanto examinam os produtos disponíveis, os clientes acabam criando uma relação mental com a mercadoria. Para escolher a música adequada,


fique atento ao seu público-alvo; descubra quais são seus gostos para que consiga oferecê-lo a música que, provavelmente, escolheria ouvir no rádio de casa ou do carro.

Por fim, atente-se ao volume do som, pois isso é fundamental. Deixe-o tocar de maneira que a música se torne agradável aos ouvidos de seus clientes. Enfim, lembre-se que as pessoas adoram fazer compras em lojas que tenham uma boa música ambiente!

Como você diz as coisas?

Você sabe falar? Não estou interessado em saber se você é capaz de subir num palanque e fazer um discurso. O que quero saber é se, na sua vida, você fala “conscientemente”, ou seja, tendo sempre em mente o fato de que qualquer coisa que você diga tem o poder de afetar – positiva ou negativamente – todos os que o ouvem.

Conta-se que um monge estava caminhando no jardim do mosteiro durante um período de meditação. Encontrou outro monge, que estava fumando enquanto caminhava vagarosamente pelo pátio.

- Você obteve permissão para fumar durante a meditação? – perguntou o primeiro monge.

- Sim, obtive.

- Mas eu perguntei se poderia fumar durante a meditação, e não me permitiram.

- Você não se expressou apropriadamente. Você perguntou se poderia fumar durante a meditação. Eu perguntei se poderia meditar enquanto estivesse a fumar.

A maneira como você diz as coisas é tão importante quanto o que você diz – às vezes, mais. (…) Todo cuidado é pouco quando você começa a falar. Pare e pense, por um momento, na importância das palavras.

(…) As palavras sempre chegam carregadas de energia. E é por isto que são tão perigosas: porque a energia das palavras é poderosa, mas pode ser “negativa” ou “positiva”. Esta ideia é importante na vida etária, porque é você quem usa as palavras, aqui e agora, para comunicar ideias.

Mas é importante, também na vida diária, porque você se expressa pelas palavras. É como faca de dois gumes e – pior! – sem cabo. Depende, ao mesmo tempo, de como você diz e o que você quer dizer. Por sorte, sendo você o primeiro a falar, você ainda conserva o poder de dar o “tom” da conversa. De qualquer modo, em qualquer caso, para dizer seja lá o que for, há uma regra que não falha nunca: "pense muito antes de falar!". Há outra de que eu me lembro agora: "nunca deixe de dizer alguma coisa que, na sua opinião, possa fazer muita diferença".

Não sei da tua crença, mas peço a Deus para tornar suas palavras graciosas e ternas, pois talvez você precise engoli-las! Não há prazer maior que a sensação de dizer ao fim do dia: "tive um bom dia, vivi, pensei e falei com a firme intenção de fazer o bem".


Texto de Daniel Carvalho Luz, adaptado do livro "Insight I".

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Corretor de imóveis é um consultor ou um consultador?

O corretor de imóveis antes de se auto intitular consultor imobiliário, deverá ter a certeza de que vai dar ao seu cliente, conselhos com parecer técnico, examinando detalhadamente, todos os aspectos que envolve o andamento do negócio imobiliário.

É comum observar que alguns corretores recém formados no Brasil, apresentam seus cartões de visitas com seu nome e o título “Consultor Imobiliário” sem observar que para tanto, se faz necessário grande conhecimento técnico que fatalmente qualquer um conquistará ao longo do tempo, na prática da profissão.

Para vender um simples imóvel nos dias de hoje sem trazer consequencias negativas futuras para seu cliente, um corretor profissional necessitará, antes de apresentar o bem imóvel:

Fazer uma avaliação profissional do imóvel com base em normas técnicas da ABNT para transmitir ao seu cliente comprador, sua opinião sobre o valor mais aproximado do de mercado, para comparar com o preço que se propõe o proprietário a vender, e assim, fazerem uma real negociação;
Verificar possíveis defeitos ocultos (vícios redibitórios); vizinhança; e todos os detalhes que agregam ou não, valor ao bem vistoriado;
Verificar se quem se diz proprietário é o verdadeiro proprietário através de documento hábil e atualizado;
Reconhecendo a legitimidade do proprietário não é o bastante, pois se este está inserido nas dívidas ativas do Estado, União ou Município, a venda se torna inviável;
Por motivos óbvios com base na lei no. 8.009, de 29 de março de 1990 que dispõe sobre a impenhorabilidade do bem de família o corretor ainda, antes de apresentar o imóvel a venda, deve checar se o vendedor não está na condição de devedor nos termos do artigo terceiro da referida lei como transcrita abaixo:
LEI Nº 8.009, DE 29 DE MARÇO DE 1990. …

…Art. 3º A impenhorabilidade é oponível em qualquer processo de execução civil, fiscal, previdenciária, trabalhista ou de outra natureza, salvo se movido:

I – em razão dos créditos de trabalhadores da própria residência e das respectivas contribuições previdenciárias;

II – pelo titular do crédito decorrente do financiamento destinado à construção ou à aquisição do imóvel, no limite dos créditos e acréscimos constituídos em função do respectivo contrato;

III — pelo credor de pensão alimentícia;

IV – para cobrança de impostos, predial ou territorial, taxas e contribuições devidas em função do imóvel familiar;

V – para execução de hipoteca sobre o imóvel oferecido como garantia real pelo casal ou pela entidade familiar;

VI – por ter sido adquirido com produto de crime ou para execução de sentença penal condenatória a ressarcimento, indenização ou perdimento de bens.

VII – por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação.

………………………………………

Há casos em que alguém compra um imóvel e depois se obriga a devolvê-lo por força de decisões judiciais..

São tantos os detalhes que a lei obriga o corretor de imóveis a consultar antes de uma simples venda, que ele até pode se considerar um consultador por força da profissão, sob pena de responder por perdas e danos como manda o artigo 723 do novo código civil brasileiro.

O verdadeiro consultor imobiliário, em geral, não vende o imóvel. Ele presta consultoria com base científica, aliada a sua grande experiência no ramo em que atua.

Autor deste artigo:

Prof. Fernando de Queiroz

Consultor imobiliário

www.saladocorretor.com

CONSTRUIR PARA ALUGAR

Talvez o título deste artigo não corresponda à melhor tradução da expressão inglesa built-to-suit, mas certamente é aquela que melhor revela sua finalidade.

Construir para alugar é um modelo de negócio que não encontra regramento na legislação brasileira, sendo, justamente por isso, considerado um contrato atípico, onde se misturam pactos de compra e venda, de empreitada e de locação.

Apesar dessa falta de normatização específica, trata-se de operação imobiliária perfeitamente legal, comumente usada nos países do chamado Primeiro Mundo, que nos últimos anos começou a ser empregada no Brasil, envolvendo inicialmente grandes corporações empresariais.

Mas, em linhas gerais, como funciona o built-to-suit? É uma transação que no mais das vezes envolve três participantes: um investidor, que tenciona obter uma boa renda; um inquilino, que necessita de um prédio com determinadas características para locar por longo tempo; e, um construtor, que executará a obra a mando do investidor, porém atento às especificações ditadas pelo locatário.

E, por que tudo isso? Basicamente, porque há, de um lado, um inquilino que deseja ter uma edificação especial própria, mas não tem interesse em realizar investimento de vulto, e, de outro lado, um capitalista, cujo escopo é fazer com que seu dinheiro gere aluguéis generosos, que normalmente alcançam a casa do 1% ao mês sobe o montante aplicado.

Observe-se que, para o inquilino, a construção de imóvel próprio traduz-se em capital imobilizado, sem capacidade de produção de riqueza, enquanto que os custos da locação são contabilizados como despesa, o que torna a segunda opção ainda mais vantajosa contabilmente.

Além do mais, como o imóvel é construído sob medida para si, pelo investidor, isso é traduzido em ganhos reais de produtividade, já que foi criado um espaço adequado aos funcionários. (Pesquisas apontam que fatores como qualidade do ar, iluminação, barulho e disposição ergonômica dos móveis, influenciam na produtividade.)

O capitalista, por seu turno, também tem várias vantagens: uma boa renda mensal, de largo prazo – normalmente, de 15 a 20 anos -, proveniente do aluguel pago pelo inquilino; a valorização contínua e crescente do seu investimento imobiliário; o capital e a renda garantidos por um bem imóvel; e, em certas situações, tributação sobre os aluguéis inferior àquela imposta aos locadores comuns.

Há que se considerar, ademais, que o investidor terá um inquilino fixo por anos a fio, não correndo o risco de ver o seu imóvel desocupado da data da saída de um locatário até que ocorra a contratação com um outro, e provavelmente não dependerá de uma imobiliária para administrar a locação para si – uma economia de cerca de 10%.

CARLOS ALCEU MACHADO
Advogado pós-graduado em Direito Imobiliário, Consultor, Palestrante e Coach Para o Mercado de Imóveis

quarta-feira, 28 de julho de 2010

VENDER SEM LUCRO?

por João Baptista Vilhena

Recentemente, perguntaram-me se toda venda precisa representar, necessariamente, um retorno financeiro. Se estivesse no meu lugar, o que você responderia?
Se disser que “sim”, estará ignorando algumas situações importantes:

1.Há clientes que são estratégicos, porque são formadores de opinião e influenciam o comportamento de outros clientes.

2.Existem produtos que, mesmo com margem de contribuição negativa, ajudam no rateio dos custos fixos de produtos, verdadeiramente, lucrativos.

3.Há produtos que só são vendidos acompanhados de outros (os especialistas chamam isso de associação ótima). É o caso do aparelho de telefone celular, que só será comprado por alguém que possua uma linha. Normalmente, esses produtos são vendidos com prejuízo pelas operadoras de telefonia celular.

4.Muitas vezes, queremos conquistar um cliente que é fiel ao nosso concorrente. Nesse caso, podemos, eventualmente, utilizar a chamada estratégia de cabeça de praia e fazer uma venda inicial não lucrativa.

5.Existem situações, muito comuns nos tempos da inflação desenfreada, em que os lucros financeiros excedem os lucros operacionais. Isso significa que, mesmo vendendo com prejuízo, as aplicações do dinheiro no mercado financeiro garantem o lucro das empresas.

6.Embora ilegal, a prática de dumping (vender abaixo do custo para “quebrar” os concorrentes) é relativamente comum. Veja a recente guerra de preço dos jornais populares do Rio de Janeiro.

7.Líderes de mercado, muitas vezes, vendem com margem zero ou negativa para impedir a entrada de um novo concorrente.

Não quero cansar você com uma lista ainda maior, mas com certeza existem outras razões para vender sem retorno financeiro. Quanto à resposta para a pergunta que inicia este artigo, diferentemente do que você possa estar pensando, saiba que é um sonoro “não”!

Por quê? Se pararmos para pensar nas sete justificativas listadas acima, elas só se sustentam a partir de uma visão imediatista. Nenhuma empresa pode ficar, indefinidamente, vendendo com prejuízo.

Pensemos nos tais clientes estratégicos. Caso quem que se deixa influenciar por eles tenha começado a comprar de nós, será a hora de renegociar as bases originais. Por outro lado, se temos produtos com margens negativas, devemos reverter a situação ou retirá-los do catálogo, em vez de permanecer no prejuízo.

O caso dos produtos de venda associada é mais complexo. Conforme afirmamos, ninguém comprará um aparelho celular se não tiver uma linha. Por isso, as operadoras estão quebrando a cabeça para descobrir como parar de subsidiar os fabricantes de aparelhos. E nas outras situações que descrevemos? Que tal você pensar na solução e me enviar um e-mail com suas ideias? Abraços e boas – e lucrativas – vendas!
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João Baptista Vilhena é mestre em Administração e pós-graduado em Marketing. É vice-presidente do Instituto MVC e coordenador acadêmico dos MBA em Gestão Comercial e Gestão Estratégica de Serviços da FGV.
E-mail: vilhena@institutomvc.com.br

sábado, 24 de julho de 2010

Logística: O Brasil não pode parar!

A logística hoje é tratada como um assunto de vital importância pelas empresas. Depois das dificuldades enfrentadas, em decorrência da crise econômica, o tema logística voltou à pauta como solução para muitos problemas. O ano de 2010 marca a retomada das negociações, onde a recuperação do mercado, que começou no segundo semestre de 2009, irá de fato se confirmar. Felizmente as companhias perceberam que o trabalho logístico, visando à redução dos custos, é uma fonte de agregação de valor aos produtos e serviços. A logística é uma das principais soluções para a redução de custos no Brasil!
Mas, para que alcancemos este objetivo é necessário que o governo federal intervenha. O Brasil não pode parar! Sabemos que é preciso investimentos, e pesados. Sem dúvida o governo tem projetado ações para o desenvolvimento do País, como é o caso do “Avança Brasil” e do “Programa de Aceleração do Crescimento - PAC”, mas também é notório que o marketing é que merece o ônus, pois estes programas pouco avançaram.
Outro fator importante é que estamos em ano de eleição, um novo cenário político aproxima - se. É época de diagnosticar antigos problemas e iniciar uma nova etapa para soluções. Entre os muitos desafios que um País, como o Brasil, tem de enfrentar estão os necessários investimentos em infraestrutura, pois são eles que garantem que o desenvolvimento se consolide. As palavras ATITUDE e VIABILIZAÇÃO têm que constar nos planos de trabalho dos novos governantes.
Também sabemos que é necessária a intermodalidade dos modais de transporte para que tenhamos mais eficácia na atividade logística no Brasil. É preciso mais defesa e mais pró-ação nos diferentes modos de transporte, dentre eles o hidroviário, a cabotagem e o ferroviário. Para se ter uma idéia o modelo logístico do Brasil ainda está excessivamente focado no modal rodoviário, que corresponde a até 65% de todo o volume transportado, além ser o segundo mais caro, perdendo apenas para o aéreo. Sem falar que o País continua com mais de 70% de suas rodovias em péssimo estado.
Por outro lado, também é notório que, desde que assumiram a concessão das malhas ferroviárias, as transportadoras de cargas mudaram o cenário do setor, que passava por completa estagnação. A participação das ferrovias na matriz de transportes do Brasil passou de 17%, em 1999, para 26%, em 2009, sendo que a referência internacional nos desafia a atingir o índice de 42%.

A grande benfeitora dessa nova estatística é a iniciativa privada. Com ela o governo federal deixou de acumular um déficit de R$ 3,8 bilhões, acumulado nos dez anos que antecederam à desestatização. Atualmente, a União recebe das concessionárias R$ 500 milhões/ano pela concessão e arrendamento, além de R$ 300 milhões que as empresas recolhem para a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Isso significa uma receita anual de R$ 800 milhões, sem considerar os tributos federais, estaduais e municipais.


Outra questão que devemos abordar é o investimento profissional. Investir em pessoas, no seu desenvolvimento e na retenção de conhecimento é um diferencial competitivo valioso e que jamais deve ser desconsiderado. Devemos, o setor público e privado, proporcionar formação intelectual para o profissional, devemos qualificá-lo e valorizá-lo. Desta forma o colaborador interno trabalhará feliz, motivado, com comprometimento, com competência e o melhor: será fiel à empresa, ao seu produto e à sua movimentação.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Para quitar dívidas, 48% das brasileiras contraem outros débitos

Contrair uma dívida para quitar outra é uma prática comum entre muitos consumidores. Pesquisa feita pela Sophia Mind mostra que, entre as mulheres, 48% se endividaram para pagar outro débito.

Contudo, a experiência não foi muito boa para muitas delas que tiveram esse comportamento: para 30%, contrair mais débitos não valeu a pena. Para 18%, por outro lado, contrair uma dívida para pagar outra foi vantajoso.

Mais dívidas

Se muitas mulheres estão endividadas, outras tantas já conseguiram se livrar de dívidas. De acordo com a pesquisa, 92% das entrevistadas conseguiram quitar os débitos. Contudo, dessas, 45% voltaram a se endividar depois.

O levantamento mostra que, das que voltaram a contrair débitos, 26% já conseguiram quitá-los e 19% ainda estão enroladas com a dívida.

Ao todo, 59% das brasileiras que participaram do estudo estão endividadas e o vilão do endividamento delas é o cartão de crédito, citado por 54% como a principal dívida.

Problemas

Dentre os problemas apontados pela pesquisa para tanto endividamento entre as brasileiras está o surgimento de um imprevisto, apontado como responsável pelas dívidas por 31% das entrevistadas. Em seguida aparecem desajuste no orçamento doméstico (22%) e compra de um bem de alto valor (12%)

As compras supérfluas e doença foram os principais motivos do endividamento para 11% e 7% das entrevistadas, respectivamente.

Fonte: Info Money Pessoal

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Negócios on-line se fortalecem com planejamento de Marketing

Mundo do Marketing
Os negócios on-line são bem-vindos no Brasil. Cada vez mais empresas percebem que a internet é importante para acrescentar as vendas e, em muitos casos, é o principal plano de negócios de uma marca. Dados da e-bit encorajam o investimento já que, para este ano, espera-se um crescimento geral de vendas de cerca de 40%, se comparado a 2009.

Junto ao cenário favorável de se investir em mecanismos digitais rentáveis está a barreira da desconfiança que ainda existe para alguns e-consumidores. Isto está mudando graças a ações dos próprios players com relação à percepção do consumidor com dicas para uma compra segura. Os cliques feitos por 18 milhões de pessoas negociando pela primeira vez na internet em 2009 deram o aval para o acesso das grandes marcas do varejo à internet.

Se os números do ano passado animam, os de 2010 são ainda melhores. Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet que, em média, gastarão R$ 380,00, segundo a e-bit. A razão para o otimismo com relação aos negócios on-line nasce com o bom momento da economia nacional e com o aumento do poder de compra da classe C.

Entrega X preço
“Levando-se em conta a sazonalidade e o índice de entrega, o setor que tem feito o melhor trabalho é o de eletroeletrônicos”, aponta Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing. De acordo com os números da empresa, os clubes de compras despertam o maior interesse em negócios on-line apesar de apresentam média de entrega superior a média geral do e-commerce.

O comum hoje é a entrega em 24 horas. O que difere os clubes de compra, além do extenso prazo de entrega, é o menor preço. “O problema é dizer que entrega e não cumprir. Não adianta estar fora do que o mercado pratica e não conseguir exercer os acordos comerciais”, alerta Umberti. A recente entrada do Carrefour na esfera de negócios on-line mostra que a interpretação incorreta do mercado virtual pode causar uma expectativa maior que a esperada.

“A leitura equivocada da varejista francesa sobre a demanda deste novo canal, nos primeiros dias, teve impacto na entrega. Mas rapidamente foi solucionada e atingiu níveis de excelência. É preciso estar atento ao consumidor, ser fiel a sua estratégia e entender qual é a identidade para dar foco ao negócio”, ensina o Diretor de Marketing da e-bit.

Web X PDV
Se os destaques positivos dos negócios on-line são o crescimento de setores proeminentes de eletrônicos, com a chegada da Copa 2010, e o de camisetas personalizadas, os negativos são as empresas que investiram em vendas de CDs e DVDs, principalmente por causa da pirataria e das cópias oriundas da própria web.

Outro fator que encoraja o investimento em negócios on-line é, primeiramente, a economia com relação a uma loja física. “Esta é a principal diferença. Optamos pela internet porque gastamos 30% do valor de uma loja física bem localizada, sem falar nos espaços em shoppings”, aponta Gustavo Menna, Diretor da marca de moda masculina Brave.

Dos e-consumidores da Brave, 20% deles conheceram a marca por indicação. Este é mais um ponto a favor dos negócios on-line, que já contam com a força das redes sociais e do boca a boca dos internautas. “O nosso diferencial com relação às grandes marcas são os vídeos no site para demonstrar os produtos. Este sistema de e-commerce é pouco disseminado no Brasil”, diz Menna.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fifa denuncia cervejaria e diz que fãs do vestido foram instruídas a mentir

A polêmica entre Fifa e a cervejaria holandesa Bavaria na Copa do Mundo continua nesta quinta-feira. A entidade máxima do futebol mundial voltou a se manifestar, denunciou a empresa de “publicidade encoberta” e afirmou que as torcedoras que usavam o vestido laranja na vitória da Holanda sobre a Dinamarca foram instruídas a mentir em caso de detenção.

O porta-voz da Fifa, Nicholas Maingot, explicou que a entidade não denunciou as garotas, mas sim a Bavaria por “publicidade encoberta” ao contratar grupos chamativos de jovens para que usem vestidos desenhados pela empresa para as partidas da Copa do Mundo. A Budweiser é a marca que patrocina o evento.

Barbara Castelein e Mirthe Nieuwpoort, duas das 36 mulheres do vestido laranja, foram presas e processadas por um tribunal que cuida de assuntos relativos ao Mundial. As modelos só foram liberadas após o pagamento de fiança de US$ 1.319.

“Averiguamos que a Bavaria mandou para a África do Sul dois coordenadores, que estavam encarregados de espalhar a campanha promocional e contratar garotas locais. Elas receberam instruções sobre o que deveriam fazer no estádio”, afirmou a Fifa em comunicado.

No texto a entidade máxima do futebol não revela de onde obteve as informações, mas dá detalhes sobre a ação da cervejaria. “Antes de entrar no estádio, elas se disfarçaram de seguidoras da Dinamarca para cobrir os vestidos laranjas”.

Segundo a agência local Sapa, Castelein e Nieuwpoort viajaram para a África do Sul com os gastos pagos pela Bavaria, enquanto as outras meninas foram contratadas especificamente para a estreia holandesa na Copa, na última segunda-feira.
“Já advertimos as empresas antes de começar o Mundial que a publicidade encoberta é ilegal na África do Sul”, explicou a Fifa. O caso provocou a demissão do comentarista de TV, Robbie Earle, acusado de ceder entradas ao grupo de 36 mulheres.

Na quarta-feira, a Bavaria enviou nota oficial para a imprensa mundial. “Se a Fifa tem qualquer problema com a nossa companhia, gostaríamos de pedir que eles entrem em contato diretamente conosco, e não façam nada contra as pessoas que usam os nossos vestidos laranja. Até agora, a Bavaria não recebeu nenhuma manifestação diretamente da Fifa”, dizia o comunicado.

Os vestidos laranja são distribuídos como brinde para quem compra mais de oito pacotes de cerveja Bavaria nos supermercados da Holanda. Sylvie van der Vaart, casada com o camisa 23 da seleção, estrela a campanha do "Vestido Holandês".

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Google e Sony são as marcas com melhor reputação em todo o mundo

O Google e a Sony foram eleitas as marcas com melhor reputação em todo o mundo. A pesquisa foi realizada pelo Reputation Institute, que revelou o resultado hoje, 21 de maio, durante a 14th International Conference on Corporate Reputation, brand, identity and competitiveness

O estudo foi realizado em 35 países e levou em consideração 1800 empresas. No Brasil, a marca mais lembrada por sua boa reputação foi a Sadia. Na Itália a Ferrari; na Alemanha a Luftansa; no Chile a Lan e nos Estados Unidos, a Jonhson & Jonhson. Gigantes como a Coca-Cola, Mc Donalds, L’Oréal e Petrobras também apareceram entre as mais citadas. A lista com as dez melhores posições, porém, não contou com nenhuma delas e teve empate na disputa pelo primeiro lugar do Google e da Sony. Conheça as dez empresas com melhor reputação no mundo:

1 e 2 - Google e Sony
3 – The Walt Disney Company
4 – BMW
5 – Daimler
6 – Apple
7 – Nokia
8 – Ikea (varejista suéca)
9 – Volkswagen
10 – Intel

Coca-Cola é marca mais amada durante a Copa

A Coca-Cola, a Visa e a Sony são as marcas ligadas à Copa do Mundo de Futebol mais amadas pelos internautas do Twitter. É o que indica o levantamento “Copa das Marcas”, realizado pela Predicta, consultoria especializada no comportamento do consumidor nos meios digitais. A análise é feita diariamente durante o campeonato e os resultados indicam as marcas mais lembradas, populares e amadas.

A Coca-Cola também é a marca mais lembrada e mais popular entre os twitteiros, seguida por Nike, McDonald’s e Adidas, respectivamente. A empresa toma como base para a avaliação patrocinadoras da Fifa e da CBF, como Nike, Coca-Cola e Vivo, e também as que participam ativamente do Mundial, como Pepsi e Gatorade. A Predicta está ainda atenta a temas que podem ganhar destaque ao longo do evento, como os comentários sobre a “vuvuzela” ou a bola Jabulani, da Adidas. O ranking completo pode ser acompanhado diariamente em www.copadasmarcas.com.br.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Consumo de classes C, D e E crescerá 7% ao ano até 2012

O consumo de produtos e serviços nas classes C, D e E deve crescer em um ritmo que é o dobro do esperado para as classes A e B, segundo estudo feito pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

A projeção considera que o crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013.

Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013. Os cálculos levam em conta previsões de crescimento do PIB.

A dinâmica do consumo na classe média tem passado por mudanças nos últimos anos e deve se sofisticar cada vez mais, avalia Fabio Pina, economista da Fecomercio.

A alimentação representa 17% nas despesas de todas as famílias, que chegaram a R$ 93,2 bilhões, segundo dados do IBGE atualizados para 2006. Nas classes C e D, esse peso é maior -chega a 23% e 27%, respectivamente.

Cerca de 30% das despesas totais das famílias foram destinadas para a habitação -os gastos com esse item em todas as faixas de renda chegaram a R$ 27,8 bilhões.

Mudança de consumo

"Esses padrões devem mudar nos próximos anos, tanto por região como por itens de consumo. O consumo nas regiões Norte e Nordeste deve crescer mais proporcionalmente do que no Sul e no Sudeste. Mas haverá uma mudança significativa no que se consome", diz Pina.

"O consumo de arroz e feijão não vai mudar. Mas itens como habitação devem ter ganho de espaço entre as famílias, especialmente as de menor renda, que têm mais acesso a crédito e podem se beneficiar de empreendimentos mais econômicos."

Para a Fecomercio, mantido o ritmo de expansão de consumo das famílias, a questão que deve ser debatida é como se pretende sustentar esse crescimento. O estudo projeta que o consumo das famílias pode atingir R$ 2,42 trilhões até 2013 e R$ 3,29 trilhões em 2020.

"Como a tendência é de os gastos do governo e os investimentos privados crescerem acima do PIB, pode haver deficit internacional, já que o país terá de recorrer a financiamento externo para se financiar ou haverá aumento da inflação."

Fonte: Folha Online

Pesquisa revela o comportamento do varejista brasileiro

Definir o perfil do público a ser atingido. Isso pode parecer simples, mas hoje esse é o grande desafio que a maioria dos varejistas brasileiros enfrenta. Os segmentos de públicos são tantos e tão heterogêneos que exigem do empresariado muita atenção em relação ao gosto e desejos do cliente, além de estratégias bem definidas em relação a canais de distribuição e seus formatos. Esses são alguns dos pontos levantados na pesquisa “Estratégias para o varejo brasileiro – reflexões sobre os anseios do consumidor”, realizada pela Deloitte com 50 empresas de grande e médio porte, no período de 13 de maio a 07 de junho.

“A pesquisa revela que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente. Com isso, o varejista precisa estar atento aos novos anseios e traduzí-los nas suas operações. As oportunidades são muitas e não podem ser perdidas neste momento”, analisa Reynaldo Saad, sócio, responsável pela área da indústria de varejo e bens de consumo da Deloitte.

O consumidor brasileiro hoje tem características peculiares e o varejista precisa estar cada vez mais atento para que sua estratégia seja traçada de forma correta. Para evitar a ruptura de relacionamento com o cliente, 91% dos varejistas estão preocupados com as questões operacionais afirmando que o mais relevante é a eficiência na reposição dos produtos. Já entre os líderes de mercado, 100% deles consideram a gestão dos estoques, seguido por uma definição eficiente do mix (88%) como os pontos relevantes para garantir maior disponibilidade de produto e evitar a ruptura de relacionamento. Isso mostra que os líderes de mercado estão não só atuando nas questões operacionais como já se beneficiam de uma execução mais estratégica.

Além disso, ao tomar a decisão de compra, o consumidor realiza uma análise sobre o produto, levando em consideração o conjunto de benefícios versus custo. Assim, o varejista precisa sempre desenvolver estratégias de precificação levando em conta: o perfil do consumidor, o serviço de atendimento, a qualidade do produto, entre outros.

A pesquisa revelou ainda que o atendimento personalizado está entre os serviços mais importantes para o varejista, com 87%. Em segundo lugar, estão os serviços financeiros (33%) e as garantias estendidas com 27%. Quando olhamos os líderes do setor vemos que a oferta de serviços é, de fato, uma tendência (67% já oferecem serviços financeiros).

Fonte: Varejista

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Para Coca-Cola, primeiro ponto de contato é emoção

Em uma época em que todas as empresas podem ter acesso aos meios de produção e de comunicação comuns, é essencial que uma marca encontre a fórmula para ser relevante na vida das pessoas. Durante sua palestra na quinta edição do Seminário Marketing 360º, o Gerente de Planejamento da Coca-Cola Brasil, Gian Martinez, mostrou como a marca encontrou essa fórmula e os resultados obtidos.

Citando Einstein, Martinez destacou que “a imaginação é mais valiosa do que o conhecimento” e que o maior valor da Coca-Cola, hoje, é a capacidade de ter idéias diferentes. “O conhecimento é algo que todos os players de qualquer categoria compartilham, assim como todo consumidor”, explica.

Com imaginação, a empresa pode estar presente em todos os pontos de contato pertinentes ao público. A mídia, que permite que a marca se comunique com seu consumidor, é apenas uma ferramenta comum a todas as outras marcas. De acordo com Martinez, o “Pensamento não deve estar limitado apenas a discutir ferramentas, pois a tendência é que todos pensem da mesma maneira”.

Vendendo experiências
Por isso, a Coca-Cola optou pelo chamado ‘Marketing 36º’, em que a capacidade de investimento ou de estar presente em todos os lugares é menos relevante que a capacidade de fazer parte da vida e da cultura do seu público. “Nos últimos 120 anos, a Coca-Cola, muito mais do que vender um produto, vendeu uma experiência de felicidade e de prazer intenso, o que transformou a marca em um ícone”, diz Martinez.

Em outra citação, Martinez lembrou a ‘Modernidade Líquida’, de Zygmunt Bauman. Uma sociedade cada vez menos rígida, sem barreiras impostas e sem estereótipos construídos, fez com que os negócios se modificassem e os pontos de contato deixassem de ser tão rígidos. Mais importante do que onde a marca está é como a marca está e que tipo de experiências ela proporciona ao público.

Com este conceito, a Coca-Cola tem percebido oportunidades de mercado, o que levou a marca, hoje, a possuir um portfolio variado dentro do segmento de bebidas. Quando a empresa constatou que a cada 100 copos de suco consumidos, apenas dois eram de sucos prontos para beber, vislumbrou a oportunidade de fazer a categoria de sucos prontos para beber ser importante na vida das pessoas.

Com gominho e com carinho
A Coca-Cola entendeu então que o ato de fazer um suco representava um gesto de carinho e, para conquistar o consumidor, decidiu vender esta experiência. O lançamento do produto Laranja Caseira, com base no conceito “primeiro suco com gominho e com carinho” representou esta decisão. Como resultado, a marca conseguiu ampliar o público consumidor de sucos de caixinha.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Falta de qualificação ameaça

Apesar da geração recorde de empregos em abril e da previsão de criação de 2,5 milhões de vagas em 2010, a falta de qualificação ameaça o crescimento do número de postos de trabalho formais em todo o País, de acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Este ano, a expectativa é que cerca de 1 milhão de trabalhadores passem por algum curso de formação. “Estamos muito aquém do necessário, deveriam ser 5 milhões”, comparou, em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro.

Segundo Lupi, a falta de qualificação é o grande gargalo da geração de empregos no País e atinge principalmente setores como a construção civil e os serviços.

“No Brasil temos a cultura do diploma universitário, mas deixamos de lado os cursos técnicos e de aperfeiçoamento, que são os mais necessários agora. Falta uma política para cursos de qualificação e aperfeiçoamento de curto e médio prazos.”

Lupi disse que os investimentos em qualificação devem ser prioridade do governo e da iniciativa privada e aposta no chamado Sistema S (Senai, Sesi, Sesc, Senac e outros) para a expansão dos cursos de formação profissional. “Eles estão em todo o Brasil e têm a rede mais preparada para esses cursos. Mas temos que apelar para que ofereçam mais vagas gratuitas, porque quem está desempregado não consegue pagar.”

Segundo o ministro, o governo está elaborando um projeto de lei para combinar o recebimento do seguro-desemprego à participação do trabalhador em cursos de capacitação profissional. “O problema é que não temos estrutura pública nem privada para atender à formação de tantos trabalhadores”, reconheceu.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ponto Frio afirma que incêndio não vai prejudicar entrega de produtos


Após o incêndio que atingiu um centro de distribuição de mercadorias do Ponto Frio nesta quarta-feira, a empresa afirmou que todas as compras já realizadas por consumidores terão suas entregas garantidas pelos demais centros de distribuição do Grupo Pão de Açúcar, responsável pela marca.Equipes do Corpo de Bombeiros de Guarulhos (Grande São Paulo) controlaram o fogo por volta das 19h30. A operação de rescaldo na área atingida foi iniciada pelos bombeiros que estão no local --foram enviados ao menos 20 carros da corporação, auxiliada por equipes da cidade de São Paulo.Durante o incêndio foi possível ouvir pequenas explosões dentro do depósito. Segundo os bombeiros, devido à queima de eletrodomésticos como televisores. Ainda não há informações sobre a área atingida nem os motivos do incêndio, que começou por volta das 16h30.O Ponto Frio informou que instituiu uma comissão interna para apurar o que ocorreu, e que "irá tomar todas as medidas cabíveis para minimizar o impacto desse incidente".O depósito foi esvaziado pela brigada de incêndio logo após o início do fogo. Não havia registro de vítimas até a noite desta quarta.O depósito fica na avenida João Paulo 2º, altura do 5.500, perto da via Dutra. De acordo com a Polícia Rodoviária, a fumaça não atrapalhou os motoristas. O incêndio também não prejudicou as operações no aeroporto de Guarulhos, conforme a Infraero."A empresa informa que trabalha de acordo com as normas de segurança vigentes e mantém o mais alto nível no controle de suas instalações para garantir a segurança e bem estar dos seus colaboradores", informou o Ponto Frio, em nota. FumaçaA Defesa Civil de Guarulhos (Grande São Paulo) retirou os moradores de dois condomínios de classe média localizados próximo ao depósito do Ponto Frio.Segundo Paulo Victor Novaes, coordenador da Defesa Civil, não havia risco do fogo chegar às residências, mas a fumaça que sai do depósito é tóxica. A região foi tomada por um forte cheiro de plástico queimado."O problema é a fumaça densa e tóxica que passa por cima das casas. O vento pode levar para dentro. O risco de intoxicação é grande e vamos controlar a situação até que a fumaça atinja um nível aceitável", disse.Um dos condomínios tem casas térreas e o outro é de apartamentos --ao todo, são cerca de 200 residências. Os moradores foram alojados em áreas comuns dos próprios condomínios, como salões de festa, mas alguns já eram autorizados a voltar por conta da diminuição da fumaça.
Fonte: Folha Online

Proteste não recomenda Coca-Cola Light Plus


Proteste constatou que o consumidor está pagando mais por menos refrigerante com a entrada de Coca-Cola Light Plus no mercado. O produto oferece vitaminas e minerais, mas segundo a associação de consumidores, a melhor forma de ingerir tais nutrientes é por meio de alimentos mais completos.
Se comparada a versão Light que foi retirada do mercado, o consumidor compra menos refrigerante se optar pelo novo produto. Na embalagem de Coca Light Plus constam informações nutricionais em que uma lata supre 23% das necessidades diárias de magnésio, zinco e das vitaminas B3, B6 e B12. Porém, não deixa de ser refrigerante.

Coca entrega Coca-Cola Light Plus na casa do consumidor

A Coca-Cola fez uma ação digital relâmpago para promover a Coca-Cola Light Plus. Na madrugada da última sexta-feira, dia 15, a marca disparou E-mail Marketing para milhares de consumidores e os 500 primeiros que clicaram no botão “Eu Quero” receberão o produto em casa esta semana.

Kia Motors prepara concessionárias para a Copa do Mundo


As concessionárias da rede Kia Motors, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, começam a se preparar para o evento. As lojas colocarão banners e adesivos temáticos em suas dependências. A ação também inclui automóveis da linha Kia Soul adesivados com a bandeira brasileira e uniformes especiais para os vendedores.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Crise muda perfil do consumidor e prejudica os "poderosos" do varejo global

Uma pesquisa realizada pela Deloitte revelou que o perfil dos consumidores está mudando em todo o mundo, após o período de crise econômica, o que tem prejudicado o desempenho dos "poderosos" do varejo mundial.

De acordo com os dados, a instabilidade fez com que os consumidores se tornassem mais conscientes sobre valores, mais atraídos por marcas próprias e menos propensos a adquirir itens que não sejam de primeira necessidade e a comer fora de casa.

Mesmo com o término do período de recessão, o que o estudo concluiu é que sua duração e profundidade fazem crer que essas mudanças de comportamento do consumidor vieram para ficar, principalmente em países onde havia exagero no consumo no período pré-crise, a exemplo de Estados Unidos, Reino Unido e Espanha.

O varejo global

A pesquisa mostrou que as vendas e os lucros ao longo do ano fiscal de 2008, dos 250 poderosos do varejo global, refletem o impacto da diminuição da confiança do consumidor. Da lista das 250 maiores empresas do setor, 61 apresentaram queda nas vendas em 2008, ante 47 um ano antes.

O total das vendas dos 250 poderosos do varejo global ultrapassou US$ 3,8 trilhões no ano fiscal de 2008, em comparação aos US$ 3,6 trilhões do ano anterior, sendo que o aumento reflete o crescimento nominal das vendas e a mudança no mix das maiores empresas do varejo no mundo.

Muitos varejistas, revela a pesquisa, alavancaram as vendas fazendo promoções, o que prejudicou seus resultados. O lucro líquido caiu de 3,7% em 2007 para 2,4% em 2008. Das 184 empresas que divulgaram seus dados, 30 apresentaram prejuízo líquido, ante 14 um ano antes. Além disso, 123 viram suas margens de lucro cair.

Mercado de luxo


O estudo difere os consumidores daqueles que estão na categoria “luxo”, que podem ser divididos em dois. O primeiro grupo é de famílias com renda extremamente alta, que sofreram menos com a recessão.

O outro é o movido pelo desejo do consumo, que compreende famílias com renda e riqueza suficientes para comprar itens de luxo, mas cujas compras de alto valor exercem impacto considerável sobre a renda. Para esses, a crise causou grave queda na riqueza percebida e, portanto, nos gastos com produtos de luxo.

Em meio a este contexto, a pesquisa acredita que os vendedores de artigos de luxo desviarão o foco aos mercados emergentes, como China e Brasil, onde os “novos ricos” são atraídos por marcas e podem ser mais facilmente fisgados.


Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Marketing infantil: Uma nova sociedade vem se formando.

Um estudo realizado pela Nielsen, revelou dados importantes para a indústria alimentícia e várias outras, que tem como mercado o público infantil. A pesquisa apontou que a culinária entre os homens está cada vez mais popular, principalmente entre os meninos de 2 a 11 anos.

Os programas de televisão Throwdown e Iron Chef tem 36% de audiência masculina, sendo que desses 47% e 45%, respectivamente, são de garotos de 2 a 11 anos. Já é possível encontrar também muitas escolas que oferecem classes de culinária para crianças nessa faixa etária, incluindo meninos e meninas.

Mas por que os brinquedos ainda são tão cor de rosa? Olhando alguns sites especializados, percebi que eles não estão mais tão rosa como pensei. Já existem empresas que perceberam esse pequeno grande comprador e trataram de se adequar e se reposicionar. Os fabricantes estão pintando seus brinquedos de cores neutras e, aos poucos, os meninos estão sendo introduzidos aos anúncios ao lado das garotas, que antes reinavam absoluta.
Mundo do Marketing

Nestlé, Telefônica e Grupo Bertin farão parte do Clube Amostra Grátis

O Clube Amostra Grátis inaugura sua primeira loja na próxima semana e já tem confirmadas as marcas que disponibilizarão lançamentos para os consumidores que desejarem experimentá-los. Entre as empresas estão Nestlé, Grupo Bertin, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc, Arti 9, Smartcaps, Bag Beach, Casa de Pesca Pinheiros, Revistas Trip e TPM, Bela por Natureza e Daiwa. Os produtos pertencem a categorias como alimentos, bebidas, informática, vestuário, eletrônicos, cosméticos e higiene e vão desde cafeteiras e telefone voip até sandálias feitas a partir de material reciclado.

Melhor da Vida investe em promoções para aumentar venda no Dia das Mães

O Melhor da Vida inicia suas ações para ampliar as vendas no Dia das Mães. Um concurso cultural levará um cliente para voar de balão. A melhor resposta para “O que é O Melhor Da Vida para sua mãe?” ganhará o passeio. Outra ação beneficiará consumidores que fizeram compras no portal em 2009. Ao voltar ao Melhor da Vida para fazer outra compra, ele receberá um vale-compras de R$ 49,90. Também ganharão um vale os clientes que indicarem outros compradores para o site.
Para divulgar as campanhas, O Melhor da Vida aposta em ações em redes sociais e envios de e-mail marketing, segmentadas de acordo com o interesse mapeado previamente pelo histórico de compras do e-consumidor. Com essas ações, a empresa espera ter um aumento de 35% no volume de vendas em relação ao Dia das Mães do ano passado.

Extra chega ao Facebook

O Extra lança o seu perfil no Facebook. Na página da rede, os internautas receberão ofertas exclusivas, descontos e informações sobre internet e produtos, assim como já acontece no perfil da marca no Twitter. Um dos destaques da novidade é a aba que carrega diretamente o conteúdo do portal de vendas do Extra e traz uma mensagem de boas-vindas tematizada. A iniciativa faz parte da estratégia da empresa do Grupo Pão de Açúcar para reforçar sua presença nos meios digitais, via internet, redes sociais e celular, gerando relacionamento e fidelização.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Comércio eletrônico deve crescer 40% no Dia das Mães

A e-bit espera um faturamento de R$ 620 milhões no Dia das Mães deste ano. A data deve obter um acréscimo de 40% nos R$ 440 milhões obtidos pelo setor em 2008. Entre os produtos com maior expectativa de vendas estão os de cosméticos e perfumaria, eletroportáteis, eletrodomésticos, TVs, telefone celular, além de flores e cestas de alimentos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Alecrim é o ‘Empreendedor do ano’

O empresário potiguar Marcelo Alecrim, presidente da ALE Combustíveis, quarta maior distribuidora do país, recebe hoje o título de “Empreendedor do Ano”, na categoria Master da premiação criada pela consultoria Ernst & Young com apoio do Instituto Endeavor.

Alecrim é um dos seis empresários que receberá a homenagem hoje, com entrega da premiação no hotel Hyatt, em São Paulo. No Brasil, essa é a 12ª edição do prêmio, presente em 50 países, que tem o objetivo de incentivar o espírito de perseverança e destacar os empreendedores que transformaram vitórias próprias em grandes contribuições para o país e para a sociedade.

Essa é a segunda vez que Marcelo Alecrim recebe a homenagem. Há dez anos, foi condecorado com o prêmio na categoria “O Mais Jovem Empreendedor”, quando ainda presidia a empresa regional SAT Distribuidora, fundada por ele, em 1996, no Rio Grande do Norte.