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sábado, 24 de julho de 2010

Logística: O Brasil não pode parar!

A logística hoje é tratada como um assunto de vital importância pelas empresas. Depois das dificuldades enfrentadas, em decorrência da crise econômica, o tema logística voltou à pauta como solução para muitos problemas. O ano de 2010 marca a retomada das negociações, onde a recuperação do mercado, que começou no segundo semestre de 2009, irá de fato se confirmar. Felizmente as companhias perceberam que o trabalho logístico, visando à redução dos custos, é uma fonte de agregação de valor aos produtos e serviços. A logística é uma das principais soluções para a redução de custos no Brasil!
Mas, para que alcancemos este objetivo é necessário que o governo federal intervenha. O Brasil não pode parar! Sabemos que é preciso investimentos, e pesados. Sem dúvida o governo tem projetado ações para o desenvolvimento do País, como é o caso do “Avança Brasil” e do “Programa de Aceleração do Crescimento - PAC”, mas também é notório que o marketing é que merece o ônus, pois estes programas pouco avançaram.
Outro fator importante é que estamos em ano de eleição, um novo cenário político aproxima - se. É época de diagnosticar antigos problemas e iniciar uma nova etapa para soluções. Entre os muitos desafios que um País, como o Brasil, tem de enfrentar estão os necessários investimentos em infraestrutura, pois são eles que garantem que o desenvolvimento se consolide. As palavras ATITUDE e VIABILIZAÇÃO têm que constar nos planos de trabalho dos novos governantes.
Também sabemos que é necessária a intermodalidade dos modais de transporte para que tenhamos mais eficácia na atividade logística no Brasil. É preciso mais defesa e mais pró-ação nos diferentes modos de transporte, dentre eles o hidroviário, a cabotagem e o ferroviário. Para se ter uma idéia o modelo logístico do Brasil ainda está excessivamente focado no modal rodoviário, que corresponde a até 65% de todo o volume transportado, além ser o segundo mais caro, perdendo apenas para o aéreo. Sem falar que o País continua com mais de 70% de suas rodovias em péssimo estado.
Por outro lado, também é notório que, desde que assumiram a concessão das malhas ferroviárias, as transportadoras de cargas mudaram o cenário do setor, que passava por completa estagnação. A participação das ferrovias na matriz de transportes do Brasil passou de 17%, em 1999, para 26%, em 2009, sendo que a referência internacional nos desafia a atingir o índice de 42%.

A grande benfeitora dessa nova estatística é a iniciativa privada. Com ela o governo federal deixou de acumular um déficit de R$ 3,8 bilhões, acumulado nos dez anos que antecederam à desestatização. Atualmente, a União recebe das concessionárias R$ 500 milhões/ano pela concessão e arrendamento, além de R$ 300 milhões que as empresas recolhem para a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Isso significa uma receita anual de R$ 800 milhões, sem considerar os tributos federais, estaduais e municipais.


Outra questão que devemos abordar é o investimento profissional. Investir em pessoas, no seu desenvolvimento e na retenção de conhecimento é um diferencial competitivo valioso e que jamais deve ser desconsiderado. Devemos, o setor público e privado, proporcionar formação intelectual para o profissional, devemos qualificá-lo e valorizá-lo. Desta forma o colaborador interno trabalhará feliz, motivado, com comprometimento, com competência e o melhor: será fiel à empresa, ao seu produto e à sua movimentação.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Para quitar dívidas, 48% das brasileiras contraem outros débitos

Contrair uma dívida para quitar outra é uma prática comum entre muitos consumidores. Pesquisa feita pela Sophia Mind mostra que, entre as mulheres, 48% se endividaram para pagar outro débito.

Contudo, a experiência não foi muito boa para muitas delas que tiveram esse comportamento: para 30%, contrair mais débitos não valeu a pena. Para 18%, por outro lado, contrair uma dívida para pagar outra foi vantajoso.

Mais dívidas

Se muitas mulheres estão endividadas, outras tantas já conseguiram se livrar de dívidas. De acordo com a pesquisa, 92% das entrevistadas conseguiram quitar os débitos. Contudo, dessas, 45% voltaram a se endividar depois.

O levantamento mostra que, das que voltaram a contrair débitos, 26% já conseguiram quitá-los e 19% ainda estão enroladas com a dívida.

Ao todo, 59% das brasileiras que participaram do estudo estão endividadas e o vilão do endividamento delas é o cartão de crédito, citado por 54% como a principal dívida.

Problemas

Dentre os problemas apontados pela pesquisa para tanto endividamento entre as brasileiras está o surgimento de um imprevisto, apontado como responsável pelas dívidas por 31% das entrevistadas. Em seguida aparecem desajuste no orçamento doméstico (22%) e compra de um bem de alto valor (12%)

As compras supérfluas e doença foram os principais motivos do endividamento para 11% e 7% das entrevistadas, respectivamente.

Fonte: Info Money Pessoal

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Negócios on-line se fortalecem com planejamento de Marketing

Mundo do Marketing
Os negócios on-line são bem-vindos no Brasil. Cada vez mais empresas percebem que a internet é importante para acrescentar as vendas e, em muitos casos, é o principal plano de negócios de uma marca. Dados da e-bit encorajam o investimento já que, para este ano, espera-se um crescimento geral de vendas de cerca de 40%, se comparado a 2009.

Junto ao cenário favorável de se investir em mecanismos digitais rentáveis está a barreira da desconfiança que ainda existe para alguns e-consumidores. Isto está mudando graças a ações dos próprios players com relação à percepção do consumidor com dicas para uma compra segura. Os cliques feitos por 18 milhões de pessoas negociando pela primeira vez na internet em 2009 deram o aval para o acesso das grandes marcas do varejo à internet.

Se os números do ano passado animam, os de 2010 são ainda melhores. Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet que, em média, gastarão R$ 380,00, segundo a e-bit. A razão para o otimismo com relação aos negócios on-line nasce com o bom momento da economia nacional e com o aumento do poder de compra da classe C.

Entrega X preço
“Levando-se em conta a sazonalidade e o índice de entrega, o setor que tem feito o melhor trabalho é o de eletroeletrônicos”, aponta Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing. De acordo com os números da empresa, os clubes de compras despertam o maior interesse em negócios on-line apesar de apresentam média de entrega superior a média geral do e-commerce.

O comum hoje é a entrega em 24 horas. O que difere os clubes de compra, além do extenso prazo de entrega, é o menor preço. “O problema é dizer que entrega e não cumprir. Não adianta estar fora do que o mercado pratica e não conseguir exercer os acordos comerciais”, alerta Umberti. A recente entrada do Carrefour na esfera de negócios on-line mostra que a interpretação incorreta do mercado virtual pode causar uma expectativa maior que a esperada.

“A leitura equivocada da varejista francesa sobre a demanda deste novo canal, nos primeiros dias, teve impacto na entrega. Mas rapidamente foi solucionada e atingiu níveis de excelência. É preciso estar atento ao consumidor, ser fiel a sua estratégia e entender qual é a identidade para dar foco ao negócio”, ensina o Diretor de Marketing da e-bit.

Web X PDV
Se os destaques positivos dos negócios on-line são o crescimento de setores proeminentes de eletrônicos, com a chegada da Copa 2010, e o de camisetas personalizadas, os negativos são as empresas que investiram em vendas de CDs e DVDs, principalmente por causa da pirataria e das cópias oriundas da própria web.

Outro fator que encoraja o investimento em negócios on-line é, primeiramente, a economia com relação a uma loja física. “Esta é a principal diferença. Optamos pela internet porque gastamos 30% do valor de uma loja física bem localizada, sem falar nos espaços em shoppings”, aponta Gustavo Menna, Diretor da marca de moda masculina Brave.

Dos e-consumidores da Brave, 20% deles conheceram a marca por indicação. Este é mais um ponto a favor dos negócios on-line, que já contam com a força das redes sociais e do boca a boca dos internautas. “O nosso diferencial com relação às grandes marcas são os vídeos no site para demonstrar os produtos. Este sistema de e-commerce é pouco disseminado no Brasil”, diz Menna.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fifa denuncia cervejaria e diz que fãs do vestido foram instruídas a mentir

A polêmica entre Fifa e a cervejaria holandesa Bavaria na Copa do Mundo continua nesta quinta-feira. A entidade máxima do futebol mundial voltou a se manifestar, denunciou a empresa de “publicidade encoberta” e afirmou que as torcedoras que usavam o vestido laranja na vitória da Holanda sobre a Dinamarca foram instruídas a mentir em caso de detenção.

O porta-voz da Fifa, Nicholas Maingot, explicou que a entidade não denunciou as garotas, mas sim a Bavaria por “publicidade encoberta” ao contratar grupos chamativos de jovens para que usem vestidos desenhados pela empresa para as partidas da Copa do Mundo. A Budweiser é a marca que patrocina o evento.

Barbara Castelein e Mirthe Nieuwpoort, duas das 36 mulheres do vestido laranja, foram presas e processadas por um tribunal que cuida de assuntos relativos ao Mundial. As modelos só foram liberadas após o pagamento de fiança de US$ 1.319.

“Averiguamos que a Bavaria mandou para a África do Sul dois coordenadores, que estavam encarregados de espalhar a campanha promocional e contratar garotas locais. Elas receberam instruções sobre o que deveriam fazer no estádio”, afirmou a Fifa em comunicado.

No texto a entidade máxima do futebol não revela de onde obteve as informações, mas dá detalhes sobre a ação da cervejaria. “Antes de entrar no estádio, elas se disfarçaram de seguidoras da Dinamarca para cobrir os vestidos laranjas”.

Segundo a agência local Sapa, Castelein e Nieuwpoort viajaram para a África do Sul com os gastos pagos pela Bavaria, enquanto as outras meninas foram contratadas especificamente para a estreia holandesa na Copa, na última segunda-feira.
“Já advertimos as empresas antes de começar o Mundial que a publicidade encoberta é ilegal na África do Sul”, explicou a Fifa. O caso provocou a demissão do comentarista de TV, Robbie Earle, acusado de ceder entradas ao grupo de 36 mulheres.

Na quarta-feira, a Bavaria enviou nota oficial para a imprensa mundial. “Se a Fifa tem qualquer problema com a nossa companhia, gostaríamos de pedir que eles entrem em contato diretamente conosco, e não façam nada contra as pessoas que usam os nossos vestidos laranja. Até agora, a Bavaria não recebeu nenhuma manifestação diretamente da Fifa”, dizia o comunicado.

Os vestidos laranja são distribuídos como brinde para quem compra mais de oito pacotes de cerveja Bavaria nos supermercados da Holanda. Sylvie van der Vaart, casada com o camisa 23 da seleção, estrela a campanha do "Vestido Holandês".

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Google e Sony são as marcas com melhor reputação em todo o mundo

O Google e a Sony foram eleitas as marcas com melhor reputação em todo o mundo. A pesquisa foi realizada pelo Reputation Institute, que revelou o resultado hoje, 21 de maio, durante a 14th International Conference on Corporate Reputation, brand, identity and competitiveness

O estudo foi realizado em 35 países e levou em consideração 1800 empresas. No Brasil, a marca mais lembrada por sua boa reputação foi a Sadia. Na Itália a Ferrari; na Alemanha a Luftansa; no Chile a Lan e nos Estados Unidos, a Jonhson & Jonhson. Gigantes como a Coca-Cola, Mc Donalds, L’Oréal e Petrobras também apareceram entre as mais citadas. A lista com as dez melhores posições, porém, não contou com nenhuma delas e teve empate na disputa pelo primeiro lugar do Google e da Sony. Conheça as dez empresas com melhor reputação no mundo:

1 e 2 - Google e Sony
3 – The Walt Disney Company
4 – BMW
5 – Daimler
6 – Apple
7 – Nokia
8 – Ikea (varejista suéca)
9 – Volkswagen
10 – Intel

Coca-Cola é marca mais amada durante a Copa

A Coca-Cola, a Visa e a Sony são as marcas ligadas à Copa do Mundo de Futebol mais amadas pelos internautas do Twitter. É o que indica o levantamento “Copa das Marcas”, realizado pela Predicta, consultoria especializada no comportamento do consumidor nos meios digitais. A análise é feita diariamente durante o campeonato e os resultados indicam as marcas mais lembradas, populares e amadas.

A Coca-Cola também é a marca mais lembrada e mais popular entre os twitteiros, seguida por Nike, McDonald’s e Adidas, respectivamente. A empresa toma como base para a avaliação patrocinadoras da Fifa e da CBF, como Nike, Coca-Cola e Vivo, e também as que participam ativamente do Mundial, como Pepsi e Gatorade. A Predicta está ainda atenta a temas que podem ganhar destaque ao longo do evento, como os comentários sobre a “vuvuzela” ou a bola Jabulani, da Adidas. O ranking completo pode ser acompanhado diariamente em www.copadasmarcas.com.br.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Consumo de classes C, D e E crescerá 7% ao ano até 2012

O consumo de produtos e serviços nas classes C, D e E deve crescer em um ritmo que é o dobro do esperado para as classes A e B, segundo estudo feito pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

A projeção considera que o crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013.

Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013. Os cálculos levam em conta previsões de crescimento do PIB.

A dinâmica do consumo na classe média tem passado por mudanças nos últimos anos e deve se sofisticar cada vez mais, avalia Fabio Pina, economista da Fecomercio.

A alimentação representa 17% nas despesas de todas as famílias, que chegaram a R$ 93,2 bilhões, segundo dados do IBGE atualizados para 2006. Nas classes C e D, esse peso é maior -chega a 23% e 27%, respectivamente.

Cerca de 30% das despesas totais das famílias foram destinadas para a habitação -os gastos com esse item em todas as faixas de renda chegaram a R$ 27,8 bilhões.

Mudança de consumo

"Esses padrões devem mudar nos próximos anos, tanto por região como por itens de consumo. O consumo nas regiões Norte e Nordeste deve crescer mais proporcionalmente do que no Sul e no Sudeste. Mas haverá uma mudança significativa no que se consome", diz Pina.

"O consumo de arroz e feijão não vai mudar. Mas itens como habitação devem ter ganho de espaço entre as famílias, especialmente as de menor renda, que têm mais acesso a crédito e podem se beneficiar de empreendimentos mais econômicos."

Para a Fecomercio, mantido o ritmo de expansão de consumo das famílias, a questão que deve ser debatida é como se pretende sustentar esse crescimento. O estudo projeta que o consumo das famílias pode atingir R$ 2,42 trilhões até 2013 e R$ 3,29 trilhões em 2020.

"Como a tendência é de os gastos do governo e os investimentos privados crescerem acima do PIB, pode haver deficit internacional, já que o país terá de recorrer a financiamento externo para se financiar ou haverá aumento da inflação."

Fonte: Folha Online

Pesquisa revela o comportamento do varejista brasileiro

Definir o perfil do público a ser atingido. Isso pode parecer simples, mas hoje esse é o grande desafio que a maioria dos varejistas brasileiros enfrenta. Os segmentos de públicos são tantos e tão heterogêneos que exigem do empresariado muita atenção em relação ao gosto e desejos do cliente, além de estratégias bem definidas em relação a canais de distribuição e seus formatos. Esses são alguns dos pontos levantados na pesquisa “Estratégias para o varejo brasileiro – reflexões sobre os anseios do consumidor”, realizada pela Deloitte com 50 empresas de grande e médio porte, no período de 13 de maio a 07 de junho.

“A pesquisa revela que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente. Com isso, o varejista precisa estar atento aos novos anseios e traduzí-los nas suas operações. As oportunidades são muitas e não podem ser perdidas neste momento”, analisa Reynaldo Saad, sócio, responsável pela área da indústria de varejo e bens de consumo da Deloitte.

O consumidor brasileiro hoje tem características peculiares e o varejista precisa estar cada vez mais atento para que sua estratégia seja traçada de forma correta. Para evitar a ruptura de relacionamento com o cliente, 91% dos varejistas estão preocupados com as questões operacionais afirmando que o mais relevante é a eficiência na reposição dos produtos. Já entre os líderes de mercado, 100% deles consideram a gestão dos estoques, seguido por uma definição eficiente do mix (88%) como os pontos relevantes para garantir maior disponibilidade de produto e evitar a ruptura de relacionamento. Isso mostra que os líderes de mercado estão não só atuando nas questões operacionais como já se beneficiam de uma execução mais estratégica.

Além disso, ao tomar a decisão de compra, o consumidor realiza uma análise sobre o produto, levando em consideração o conjunto de benefícios versus custo. Assim, o varejista precisa sempre desenvolver estratégias de precificação levando em conta: o perfil do consumidor, o serviço de atendimento, a qualidade do produto, entre outros.

A pesquisa revelou ainda que o atendimento personalizado está entre os serviços mais importantes para o varejista, com 87%. Em segundo lugar, estão os serviços financeiros (33%) e as garantias estendidas com 27%. Quando olhamos os líderes do setor vemos que a oferta de serviços é, de fato, uma tendência (67% já oferecem serviços financeiros).

Fonte: Varejista

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Para Coca-Cola, primeiro ponto de contato é emoção

Em uma época em que todas as empresas podem ter acesso aos meios de produção e de comunicação comuns, é essencial que uma marca encontre a fórmula para ser relevante na vida das pessoas. Durante sua palestra na quinta edição do Seminário Marketing 360º, o Gerente de Planejamento da Coca-Cola Brasil, Gian Martinez, mostrou como a marca encontrou essa fórmula e os resultados obtidos.

Citando Einstein, Martinez destacou que “a imaginação é mais valiosa do que o conhecimento” e que o maior valor da Coca-Cola, hoje, é a capacidade de ter idéias diferentes. “O conhecimento é algo que todos os players de qualquer categoria compartilham, assim como todo consumidor”, explica.

Com imaginação, a empresa pode estar presente em todos os pontos de contato pertinentes ao público. A mídia, que permite que a marca se comunique com seu consumidor, é apenas uma ferramenta comum a todas as outras marcas. De acordo com Martinez, o “Pensamento não deve estar limitado apenas a discutir ferramentas, pois a tendência é que todos pensem da mesma maneira”.

Vendendo experiências
Por isso, a Coca-Cola optou pelo chamado ‘Marketing 36º’, em que a capacidade de investimento ou de estar presente em todos os lugares é menos relevante que a capacidade de fazer parte da vida e da cultura do seu público. “Nos últimos 120 anos, a Coca-Cola, muito mais do que vender um produto, vendeu uma experiência de felicidade e de prazer intenso, o que transformou a marca em um ícone”, diz Martinez.

Em outra citação, Martinez lembrou a ‘Modernidade Líquida’, de Zygmunt Bauman. Uma sociedade cada vez menos rígida, sem barreiras impostas e sem estereótipos construídos, fez com que os negócios se modificassem e os pontos de contato deixassem de ser tão rígidos. Mais importante do que onde a marca está é como a marca está e que tipo de experiências ela proporciona ao público.

Com este conceito, a Coca-Cola tem percebido oportunidades de mercado, o que levou a marca, hoje, a possuir um portfolio variado dentro do segmento de bebidas. Quando a empresa constatou que a cada 100 copos de suco consumidos, apenas dois eram de sucos prontos para beber, vislumbrou a oportunidade de fazer a categoria de sucos prontos para beber ser importante na vida das pessoas.

Com gominho e com carinho
A Coca-Cola entendeu então que o ato de fazer um suco representava um gesto de carinho e, para conquistar o consumidor, decidiu vender esta experiência. O lançamento do produto Laranja Caseira, com base no conceito “primeiro suco com gominho e com carinho” representou esta decisão. Como resultado, a marca conseguiu ampliar o público consumidor de sucos de caixinha.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Falta de qualificação ameaça

Apesar da geração recorde de empregos em abril e da previsão de criação de 2,5 milhões de vagas em 2010, a falta de qualificação ameaça o crescimento do número de postos de trabalho formais em todo o País, de acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Este ano, a expectativa é que cerca de 1 milhão de trabalhadores passem por algum curso de formação. “Estamos muito aquém do necessário, deveriam ser 5 milhões”, comparou, em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro.

Segundo Lupi, a falta de qualificação é o grande gargalo da geração de empregos no País e atinge principalmente setores como a construção civil e os serviços.

“No Brasil temos a cultura do diploma universitário, mas deixamos de lado os cursos técnicos e de aperfeiçoamento, que são os mais necessários agora. Falta uma política para cursos de qualificação e aperfeiçoamento de curto e médio prazos.”

Lupi disse que os investimentos em qualificação devem ser prioridade do governo e da iniciativa privada e aposta no chamado Sistema S (Senai, Sesi, Sesc, Senac e outros) para a expansão dos cursos de formação profissional. “Eles estão em todo o Brasil e têm a rede mais preparada para esses cursos. Mas temos que apelar para que ofereçam mais vagas gratuitas, porque quem está desempregado não consegue pagar.”

Segundo o ministro, o governo está elaborando um projeto de lei para combinar o recebimento do seguro-desemprego à participação do trabalhador em cursos de capacitação profissional. “O problema é que não temos estrutura pública nem privada para atender à formação de tantos trabalhadores”, reconheceu.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ponto Frio afirma que incêndio não vai prejudicar entrega de produtos


Após o incêndio que atingiu um centro de distribuição de mercadorias do Ponto Frio nesta quarta-feira, a empresa afirmou que todas as compras já realizadas por consumidores terão suas entregas garantidas pelos demais centros de distribuição do Grupo Pão de Açúcar, responsável pela marca.Equipes do Corpo de Bombeiros de Guarulhos (Grande São Paulo) controlaram o fogo por volta das 19h30. A operação de rescaldo na área atingida foi iniciada pelos bombeiros que estão no local --foram enviados ao menos 20 carros da corporação, auxiliada por equipes da cidade de São Paulo.Durante o incêndio foi possível ouvir pequenas explosões dentro do depósito. Segundo os bombeiros, devido à queima de eletrodomésticos como televisores. Ainda não há informações sobre a área atingida nem os motivos do incêndio, que começou por volta das 16h30.O Ponto Frio informou que instituiu uma comissão interna para apurar o que ocorreu, e que "irá tomar todas as medidas cabíveis para minimizar o impacto desse incidente".O depósito foi esvaziado pela brigada de incêndio logo após o início do fogo. Não havia registro de vítimas até a noite desta quarta.O depósito fica na avenida João Paulo 2º, altura do 5.500, perto da via Dutra. De acordo com a Polícia Rodoviária, a fumaça não atrapalhou os motoristas. O incêndio também não prejudicou as operações no aeroporto de Guarulhos, conforme a Infraero."A empresa informa que trabalha de acordo com as normas de segurança vigentes e mantém o mais alto nível no controle de suas instalações para garantir a segurança e bem estar dos seus colaboradores", informou o Ponto Frio, em nota. FumaçaA Defesa Civil de Guarulhos (Grande São Paulo) retirou os moradores de dois condomínios de classe média localizados próximo ao depósito do Ponto Frio.Segundo Paulo Victor Novaes, coordenador da Defesa Civil, não havia risco do fogo chegar às residências, mas a fumaça que sai do depósito é tóxica. A região foi tomada por um forte cheiro de plástico queimado."O problema é a fumaça densa e tóxica que passa por cima das casas. O vento pode levar para dentro. O risco de intoxicação é grande e vamos controlar a situação até que a fumaça atinja um nível aceitável", disse.Um dos condomínios tem casas térreas e o outro é de apartamentos --ao todo, são cerca de 200 residências. Os moradores foram alojados em áreas comuns dos próprios condomínios, como salões de festa, mas alguns já eram autorizados a voltar por conta da diminuição da fumaça.
Fonte: Folha Online

Proteste não recomenda Coca-Cola Light Plus


Proteste constatou que o consumidor está pagando mais por menos refrigerante com a entrada de Coca-Cola Light Plus no mercado. O produto oferece vitaminas e minerais, mas segundo a associação de consumidores, a melhor forma de ingerir tais nutrientes é por meio de alimentos mais completos.
Se comparada a versão Light que foi retirada do mercado, o consumidor compra menos refrigerante se optar pelo novo produto. Na embalagem de Coca Light Plus constam informações nutricionais em que uma lata supre 23% das necessidades diárias de magnésio, zinco e das vitaminas B3, B6 e B12. Porém, não deixa de ser refrigerante.

Coca entrega Coca-Cola Light Plus na casa do consumidor

A Coca-Cola fez uma ação digital relâmpago para promover a Coca-Cola Light Plus. Na madrugada da última sexta-feira, dia 15, a marca disparou E-mail Marketing para milhares de consumidores e os 500 primeiros que clicaram no botão “Eu Quero” receberão o produto em casa esta semana.

Kia Motors prepara concessionárias para a Copa do Mundo


As concessionárias da rede Kia Motors, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, começam a se preparar para o evento. As lojas colocarão banners e adesivos temáticos em suas dependências. A ação também inclui automóveis da linha Kia Soul adesivados com a bandeira brasileira e uniformes especiais para os vendedores.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Crise muda perfil do consumidor e prejudica os "poderosos" do varejo global

Uma pesquisa realizada pela Deloitte revelou que o perfil dos consumidores está mudando em todo o mundo, após o período de crise econômica, o que tem prejudicado o desempenho dos "poderosos" do varejo mundial.

De acordo com os dados, a instabilidade fez com que os consumidores se tornassem mais conscientes sobre valores, mais atraídos por marcas próprias e menos propensos a adquirir itens que não sejam de primeira necessidade e a comer fora de casa.

Mesmo com o término do período de recessão, o que o estudo concluiu é que sua duração e profundidade fazem crer que essas mudanças de comportamento do consumidor vieram para ficar, principalmente em países onde havia exagero no consumo no período pré-crise, a exemplo de Estados Unidos, Reino Unido e Espanha.

O varejo global

A pesquisa mostrou que as vendas e os lucros ao longo do ano fiscal de 2008, dos 250 poderosos do varejo global, refletem o impacto da diminuição da confiança do consumidor. Da lista das 250 maiores empresas do setor, 61 apresentaram queda nas vendas em 2008, ante 47 um ano antes.

O total das vendas dos 250 poderosos do varejo global ultrapassou US$ 3,8 trilhões no ano fiscal de 2008, em comparação aos US$ 3,6 trilhões do ano anterior, sendo que o aumento reflete o crescimento nominal das vendas e a mudança no mix das maiores empresas do varejo no mundo.

Muitos varejistas, revela a pesquisa, alavancaram as vendas fazendo promoções, o que prejudicou seus resultados. O lucro líquido caiu de 3,7% em 2007 para 2,4% em 2008. Das 184 empresas que divulgaram seus dados, 30 apresentaram prejuízo líquido, ante 14 um ano antes. Além disso, 123 viram suas margens de lucro cair.

Mercado de luxo


O estudo difere os consumidores daqueles que estão na categoria “luxo”, que podem ser divididos em dois. O primeiro grupo é de famílias com renda extremamente alta, que sofreram menos com a recessão.

O outro é o movido pelo desejo do consumo, que compreende famílias com renda e riqueza suficientes para comprar itens de luxo, mas cujas compras de alto valor exercem impacto considerável sobre a renda. Para esses, a crise causou grave queda na riqueza percebida e, portanto, nos gastos com produtos de luxo.

Em meio a este contexto, a pesquisa acredita que os vendedores de artigos de luxo desviarão o foco aos mercados emergentes, como China e Brasil, onde os “novos ricos” são atraídos por marcas e podem ser mais facilmente fisgados.


Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Marketing infantil: Uma nova sociedade vem se formando.

Um estudo realizado pela Nielsen, revelou dados importantes para a indústria alimentícia e várias outras, que tem como mercado o público infantil. A pesquisa apontou que a culinária entre os homens está cada vez mais popular, principalmente entre os meninos de 2 a 11 anos.

Os programas de televisão Throwdown e Iron Chef tem 36% de audiência masculina, sendo que desses 47% e 45%, respectivamente, são de garotos de 2 a 11 anos. Já é possível encontrar também muitas escolas que oferecem classes de culinária para crianças nessa faixa etária, incluindo meninos e meninas.

Mas por que os brinquedos ainda são tão cor de rosa? Olhando alguns sites especializados, percebi que eles não estão mais tão rosa como pensei. Já existem empresas que perceberam esse pequeno grande comprador e trataram de se adequar e se reposicionar. Os fabricantes estão pintando seus brinquedos de cores neutras e, aos poucos, os meninos estão sendo introduzidos aos anúncios ao lado das garotas, que antes reinavam absoluta.
Mundo do Marketing

Nestlé, Telefônica e Grupo Bertin farão parte do Clube Amostra Grátis

O Clube Amostra Grátis inaugura sua primeira loja na próxima semana e já tem confirmadas as marcas que disponibilizarão lançamentos para os consumidores que desejarem experimentá-los. Entre as empresas estão Nestlé, Grupo Bertin, Telefônica, Locaweb, Plantronics, Góoc, Arti 9, Smartcaps, Bag Beach, Casa de Pesca Pinheiros, Revistas Trip e TPM, Bela por Natureza e Daiwa. Os produtos pertencem a categorias como alimentos, bebidas, informática, vestuário, eletrônicos, cosméticos e higiene e vão desde cafeteiras e telefone voip até sandálias feitas a partir de material reciclado.

Melhor da Vida investe em promoções para aumentar venda no Dia das Mães

O Melhor da Vida inicia suas ações para ampliar as vendas no Dia das Mães. Um concurso cultural levará um cliente para voar de balão. A melhor resposta para “O que é O Melhor Da Vida para sua mãe?” ganhará o passeio. Outra ação beneficiará consumidores que fizeram compras no portal em 2009. Ao voltar ao Melhor da Vida para fazer outra compra, ele receberá um vale-compras de R$ 49,90. Também ganharão um vale os clientes que indicarem outros compradores para o site.
Para divulgar as campanhas, O Melhor da Vida aposta em ações em redes sociais e envios de e-mail marketing, segmentadas de acordo com o interesse mapeado previamente pelo histórico de compras do e-consumidor. Com essas ações, a empresa espera ter um aumento de 35% no volume de vendas em relação ao Dia das Mães do ano passado.

Extra chega ao Facebook

O Extra lança o seu perfil no Facebook. Na página da rede, os internautas receberão ofertas exclusivas, descontos e informações sobre internet e produtos, assim como já acontece no perfil da marca no Twitter. Um dos destaques da novidade é a aba que carrega diretamente o conteúdo do portal de vendas do Extra e traz uma mensagem de boas-vindas tematizada. A iniciativa faz parte da estratégia da empresa do Grupo Pão de Açúcar para reforçar sua presença nos meios digitais, via internet, redes sociais e celular, gerando relacionamento e fidelização.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Comércio eletrônico deve crescer 40% no Dia das Mães

A e-bit espera um faturamento de R$ 620 milhões no Dia das Mães deste ano. A data deve obter um acréscimo de 40% nos R$ 440 milhões obtidos pelo setor em 2008. Entre os produtos com maior expectativa de vendas estão os de cosméticos e perfumaria, eletroportáteis, eletrodomésticos, TVs, telefone celular, além de flores e cestas de alimentos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Alecrim é o ‘Empreendedor do ano’

O empresário potiguar Marcelo Alecrim, presidente da ALE Combustíveis, quarta maior distribuidora do país, recebe hoje o título de “Empreendedor do Ano”, na categoria Master da premiação criada pela consultoria Ernst & Young com apoio do Instituto Endeavor.

Alecrim é um dos seis empresários que receberá a homenagem hoje, com entrega da premiação no hotel Hyatt, em São Paulo. No Brasil, essa é a 12ª edição do prêmio, presente em 50 países, que tem o objetivo de incentivar o espírito de perseverança e destacar os empreendedores que transformaram vitórias próprias em grandes contribuições para o país e para a sociedade.

Essa é a segunda vez que Marcelo Alecrim recebe a homenagem. Há dez anos, foi condecorado com o prêmio na categoria “O Mais Jovem Empreendedor”, quando ainda presidia a empresa regional SAT Distribuidora, fundada por ele, em 1996, no Rio Grande do Norte.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Pais querem restrição ao Marketing infantil, diz pesquisa

Os pais estão preocupados com a influência do Marketing infantil. Pelo menos é o que indica uma pesquisa realizada pelo Datafolha para o Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, que teve como objetivo medir a percepção dos consumidores com filhos entre três e 11 anos. Segundo o levantamento, 73% dos pais paulistanos acreditam que deveria haver algum tipo de restrição ao Marketing e à publicidade voltados para crianças.

Além disso, sete em cada 10 entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra. Para eles, o maior influenciador dos pedidos, entre sete itens, são as propagandas, apontadas por 38% dos consumidores. Em seguida estão os personagens ou filmes e programas de TV.

Dentre os que apoiam algum tipo de restrição, os pais citaram como possíveis medidas o controle do horário de veiculação das propagandas na TV, do conteúdo de forma a garantir publicidades mais educativas e da publicidade de produtos com apelo sexual ou para a violência. A pesquisa foi realizada nos dias 22 e 23 de janeiro de 2010, com 411 pais e mães de todas as classes econômicas, com destaque para a classe C, que correspondeu a 52% dos entrevistados. Veja o estudo completo aqui (http://www.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/docs/biblioteca/pesquisas/consumismo_infantil_final.pdf)

terça-feira, 16 de março de 2010

No dia do consumidor a E.Life divulga as categorias com maior índice de insatisfação do Twitter

A E.Life, empresa brasileira líder em inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, fez um levantamento entre os dias 01 de janeiro e 10 de março de 2010 para monitorar as categorias de mercado mais criticadas pelos usuários do Twitter a partir do hashtag #fail – expressão que significa algum tipo de falha, fracasso, reprovação ou até certo desapontamento por algo esperado. No caso de produtos e serviços, FAIL refere-se ao não cumprimento de um objetivo, atingindo de forma negativa as expectativas do consumidor.
Mais de 1.350.000 tweets com #fail (hashtag) foram registrados sobre a insatisfação dos tuiteiros em relação a produtos e serviços de 19 categorias que contemplam 165 empresas. O levantamento foi realizado por meio do TweetMeter, software desenvolvido pela própria E.Life para monitorar os comentários no microblog em tempo real.

As dez categorias mais citadas foram operadoras de telefonia (fixa e celular), informática, aparelhos de celular, supermercados, alimentos, eletroeletrônicos, provedores de internet, bancos, seguradoras e cartões, TV a cabo e companhias aéreas. Segundo o levantamento o uso do #fail foi relacionado a aquisição de serviços e produtos.

No caso das operadoras de telefonia, a insatisfação foi relacionada ao atendimento, a cobertura/acesso e ao preço. Em informática, destaque para as reclamações sobre os sistemas operacionais e programas que param de funcionar ou forçam a interrupção do trabalho e perda de informações. Um aspecto importante nessa categoria é que os usuários fazem comparações sobre funções, licenças, versões, lançamentos de diferentes marcas de softwares ou sistemas operacionais, por exemplo.

Ainda segundo o levantamento da E.Life, na categoria aparelhos de celular, o foco das reclamações concentra-se nos SmartPhones, principalmente devido aos aplicativos, ainda que, muitas vezes, não se comente sobre o aparelho em si. Na categoria supermercados o buzz é amplo. O hashtag #fail foi utilizado pela falta de produtos, filas, problemas de conservação, marcas próprias e comparações entre produtos considerados “Premium”.

Segundo o estudo, produtos e serviços da categoria alimentos são amplamente comentados no Twitter. Por exemplo, produtos com conteúdo ou aspecto que não condizem com o rótulo ou cujas condições de conservação não estão satisfatórias, relatos de primeira experiência de consumo e dificuldade em encontrar os produtos nas prateleiras geram tweets que refletem insatisfação.

Já na categoria eletroeletrônico, o levantamento mostra comentários que caracterizam a decepção com a aquisição dos produtos, já que muitos são caros, demandam mais tempo de pesquisa antes de efetuar a compra e geram grande expectativa nos consumidores. Os provedores de internet também recebem críticas pelos tuiteiros. Destaque para as reclamações sobre velocidade e quedas no serviço, atendimento e dificuldade de cancelamento de assinaturas.

O levantamento revelou que na categoria bancos, seguradoras e cartões, as queixas referem-se ao atendimento e aos produtos e serviços oferecidos, como por exemplo, problemas com internet banking, cartões e financiamentos, filas e caixas eletrônicos. Na categoria TV a Cabo, os tuiteiros criticam, principalmente, a programação (mudanças na grade e nos horários), além de reclamar do conteúdo. As principais reclamações na categoria companhias aéreas mencionam a dificuldade nas compras pela internet, principalmente por produtos anunciados em promoções que não são encontrados.

Fonte: Varejista

quarta-feira, 10 de março de 2010

Carioca é quem mais gasta com refeição no Brasil

carioca é quem mais gasta dinheiro para fazer uma refeição no Brasil. Este foi o resultado de uma pesquisa feita pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), que mostra que o brasileiro gasta, em média, R$ 18,20.
No Rio de Janeiro a média é de R$ 20,40 seguidos por outras cidades do sudeste. O estudo contemplou 3.224 estabelecimentos que operam com Sodexo levando em conta um cardápio com bebida não alcoólica, prato principal, sobremesa e café. No Sul do país, os valores caem para R$ 15,40, em média. Os outros índices podem ser vistos no site da Sodexo.

Mulheres da classe C devem movimentar R$ 158 bi em 2010

As mulheres da classe C devem movimentar R$ 158 bilhões até o final do ano, segundo expectativa do Instituto de Pesquisas Data Popular. Essas consumidoras são responsáveis por 41% da renda familiar, enquanto as mulheres da classe A ficam com apenas 25%. Atualmente, a classe C conta com 94,4 milhões de pessoas, uma fatia de 49,7% da população, que movimenta anualmente R$ 428 bilhões. Dentro dessa massa, existem 48,6 milhões de mulheres.A mulher da classe C já responde por mais da metade do consumo de produtos e serviços de vários segmentos. Enquanto 59% dos homens deste grupo têm cartão de crédito, por exemplo, este número sobe para 62% entre as mulheres. Essas consumidoras também representam a maioria nos principais canais de compra do varejo. Nas lojas de roupas, supermercados e farmácias, as mulheres da classe C são 51%. Nos shoppings, há pelo menos 12 clientes mulheres deste grupo para cada 10 compradores do sexo masculino.

O Grupo Carrefour na área de imóveis.


O Grupo Carrefour está analisando parcerias com empresas do setor de incorporação e construção para erguer empreendimentos em terrenos no entorno dos hipermercados da rede no país – como divulgou o blog esta semana – mas não há nada ainda de concreto, segundo afirma o Grupo em nota.
O Carrefour também não confirma se alguma parceria nesse sentido será firmada no Rio Grande do Norte, onde possui três unidades do Atacadão (duas em Natal e uma Mossosó) e duas do Carrefour (na capital potiguar).
Segue a nota:
“Em relação às informações veiculadas sobre parcerias entre o Grupo Carrefour e construtoras, a empresa esclarece que busca sim otimizar seus ativos, como os espaços de sua rede.
Para isso, vem estudando possibilidades com várias empresas do setor de incorporação e construção, entre elas, Agre, Gafisa, Rossi, MRV, entre outras. Todas ainda em fase de análise. Portanto seria prematuro tanto falar sobre a definição de parceiros como dos locais em que poderiam ser desenvolvidos esses projetos”.
A Rossi, uma das possíveis parceiras do Grupo, reforça que não há contrato fechado entre as empresas. “Então ainda não há informações sobre possíveis empreendimentos em terrenos no RN”, informou, por meio da assessoria de imprensa.

mineiro Ronaldo Fraga ministra a palestra em NATAL

A palestra do estilista mineiro dá início a segunda edição do projeto Natal Pensando Moda.Neste ano, 12 empresas participam da iniciativa do Sebrae-RN, em parceria com o Senai.A palestra será gratuita e ocorre na próxima segunda-feira.
Profissionais e empresários do ramo da moda do Rio Grande do Norte poderão inteirar-se das últimas tendências do mundo fashion com instruções dadas por um dos mais criativos e talentosos estilistas brasileiros.
O mineiro Ronaldo Fraga ministra a palestra “Design de Moda Reafirmação da Cultura Potiguar através do Desenvolvimento de Coleções”, na próxima segunda-feira (15), a partir das 9h, no auditório do Sebrae, em Natal.
A palestra é aberta ao público e estão sendo disponibilizadas 120 vagas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do 0800 570 0800.
O estilista vai falar sobre o processo de desenvolvimento de coleções, abordando desde a escolha do tema e cores até a modelagem.

TV de LCD deve ficar mais barata antes da Copa


A cotação mais baixa do dólar neste ano, a chegada das novas gerações de TVs de LED (versão melhorada do LCD e do plasma) e a maior procura dos consumidores por televisões de tela fina são alguns dos fatores que levarão os preços destes produtos ficarem até 25% mais baixos para a Copa do Mundo.A paixão dos brasileiros pelo futebol provocará verdadeira guerra no varejo para conquistar os consumidores. Segundo fabricantes, o Brasil é um dos poucos países em que a demanda por televisores cresce tanto nesta época.Apesar das vendas serem intensas entre abril e junho, conforme a Seleção Brasileira avança no torneio as pessoas continuarão comprando. "Quando o Brasil perde, as vendas caem", afirma o diretor de linha marrom do Walmart, Luciano Hoffmann.Segundo o executivo, a tendência é que os preços das TVs de LCD e plasma caiam 10% a partir de abril. A rede negociou com a Samsung modelo de 37" full HD (alta definição) com conversor digital. Hoffmann garante que o valor dela será 25% menor frente os similares da concorrência.Ao contrário de 2009, a indústria afirma que conseguirá atender os pedidos. "A saída do modelo LED cresceu e isso faz o preço cair", diz o diretor de eletrônicos de consumo da Samsung, Marcio Portella Daniel.Para a Copa, a tendência é que muitos troquem o televisor de tubo pelo de LCD, enquanto os que têm este modelo migrarão para o LED. Portella aponta que a diferença de preço entre o LCD e o LED com configurações iguais chega a 40%. As ‘telas finas'' deixaram de ser luxo para entrar na rotina das pessoas.DIGITAL - O apelo das empresas para elevar as vendas é que este será o primeiro torneio mundial que o País terá oportunidade de assistir com transmissão digital. Neste embalo surgirão nas prateleiras das redes em breve a TV 3D. A coreana LG apresentou alguns aparelhos que precisam de óculos especiais.Fernanda Summa, gerente de produto da área de TV da LG, sinaliza que Net e Globo já estão trabalhando para fornecer conteúdo em 3D. "A Globo, inclusive, fez testes com transmissão da novela e do Carnaval", diz. A emissora deverá transmitir alguns jogos da Copa neste formato.PREFERÊNCIA - O carro-chefe de vendas na Coop (Cooperativa de Consumo) é o modelo de 32''''. O gerente de compras de Eletro Edson Rodrigues prevê alta de 60% nas vendas nesta categoria em relação a 2009. "Os preços estarão atrativos", afirma. A rede também aguarda a chegada da TV 3D para atender os aficionados por tecnologia.No Grupo Pão de Açúcar (Extra e Ponto Frio), 85% dos aparelhos vendidos são de LCD, 10% são de plasma e só 5% de LED. O gerente comercial Fábio Tavares endossa o coro e também garante preços mais baixos do que em 2009.A Lojas do Baú Crediário reforçou o estoque em 30%. A rede crê na estabilidade dos preços. Em nota, Magazine Luiza, Casas Bahia e Carrefour informam que as vendas serão maiores, mas não detalham variação no custo do produto.Por determinação do governo, TVs com 32'', no mínimo, devem ter sintonizador de TV digital a partir de junho.
Fonte: Diário do Grande ABC

Lojas virtuais têm forma rápida de compra, mas cancelar é difícil


Já é possível comprar pela internet com apenas um clique. Mas a facilidade não é a mesma para cancelar a compra. A Saraiva lançou a ferramenta esta semana, e o Submarino, há 16 dias, mas nenhuma das duas lojas virtuais oferece soluções imediatas para a devolução de um produto adquirido por engano. Pelo novo sistema, basta clicar na mercadoria desejada e digitar a senha de acesso, tirando a função do “carrinho de compras” e da página de pagamentos. Para se cadastrar, é preciso aceitar a opção de “comprar em um clique”.Entidades de defesa do consumidor lembram que os produtos adquiridos fora de estabelecimentos comerciais – por telefone, lojas virtuais e revistas – podem ser devolvidos até sete dias corridos depois da entrega. E o cliente deve ser reembolsado sem custos pela desistência da compra. Mas, de acordo com especialistas, as empresas não divulgam esta informação e dificultam a troca ou devolução de produtos.O estudante Leandro Ribeiro, de 26 anos, comprou um livro no site da Submarino no ano passado. Quando o livro chegou, ele percebeu que tinha comprado a versão em inglês. Ao entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do site, informaram que ele deveria enviar o produto de volta por Sedex.– Como o livro tinha custado apenas R$ 7, e o Sedex era mais de R$ 10, desisti de trocar – contou Leandro.A Saraiva informou que, no caso de desistência, o cliente deve entrar em contato com a empresa e eles seguirão as regras da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). Procurada pelo JB, a Submarino não quis se pronunciar sobre o assunto.Com a nova ferramenta, as informações confidenciais, como documentos, números de cartões de crédito e endereços, ficam armazenadas em um sistema e não precisam mais ser digitados a cada compra. Segundo o diretor-presidente da Livraria Saraiva, Marcílio D'Amico Pousada, a empresa implementou um protocolo, que garante a segurança do usuário.– A Saraiva tem um certificado de segurança da Cielo e da Redecard, para garantir que os dados do cliente fiquem seguros – explicou. Desta forma, apenas as bandeiras Visa e Mastercard são habilitadas para o serviço.Pedro Feio, de 23 anos, compra muitos livros pela internet. Segundo ele, é uma forma de comparar preços e encontrar livros em falta no mercado. No dia 25 de fevereiro, Feio fez uma compra no site Companhia do Livro, que deveria ser entregue em sete dias.– Quando entrei em contato, a empresa me disse que não tinha o livro em estoque e, que assim que tivesse, iria me enviar.Para o subsecretário do Procon, José Teixeira Fernandes, as compras pela internet trazem benefícios e consequências. O consumidor deve acessar sites que tenham credibilidade e procurar saber o endereço físico. “Cobrar a nota fiscal também é muito importante”, alertou.As vendas online devem atingir R$ 13,78 bilhões este ano, 30% a mais que em 2009, segundo a e-bit. O número de reclamações também aumentou: o Procon recebeu 90 queixas de compras virtuais em novembro e dezembro de 2009, contra 36 nos mesmos meses de 2008.
Fonte: JB Online

terça-feira, 2 de março de 2010

Meninas gastam 60% da mesada em maquiagem


A receita de maquiagem para agradar as adolescentes é uma só: brilho nos lábios, olhos marcados à la Avril Lavigne - cantora inglesa, ídolo da maioria delas - e, de preferência, um resultado bem natural, quase imperceptível. Embalagens pequenas, que permitem um desembolso menor e multifuncionais, também são importantes para conquistar o público jovem. Com menos dinheiro no bolso, sim, mas com vaidade e exigência de sobra, os adolescentes estão na mira da indústria.

O Boticário prepara o relançamento de sua linha Cores, que chega ao mercado no dia 5 de maio, com foco nas adolescentes. A linha Faces da Natura, para o público acima dos 15 anos, tem embalagem, fórmula e boa parte dos produtos voltada às jovens. A Avon acaba de remodelar sua linha Color Trend, presente em cem países e a canadense M.A.C., embora não tenha uma linha específica, atrai esse público pela variedade de tons disponível.

Para relançar a linha Cores, O Boticário muniu-se de informações. Além de um levantamento com consumidoras entre 14 e 19 anos, a empresa usou dados da pesquisa Multi V 2004, realizada com 3 mil mulheres de idades variadas e de todas as classes sociais, realizada pelo Sindicato da Indústria (Sipatesp).

O estudo mostra que, enquanto 18% das mulheres usam brilho labial, 39% das meninas entre 14 e 19 anos utilizam freqüentemente esse produto. O uso de lápis de olho é hábito para 52% das adolescentes, mas somente para 39% das mulheres com mais idade. Já o batom é preferência para 66% das mulheres e 62% das adolescentes.

"Isso nos fez criar maquiagem para a boca com menos cobertura e mais brilho, por exemplo", diz Ana Eliza Pavão, gerente de marketing de maquiagem do Boticário. A linha Cores possui textura diferenciada e precisa ser aplicada várias vezes para dar cobertura. "Isso porque, a menina erra muito ao se maquiar e pode refazer a maquiagem várias vezes", diz Ana Eliza.

O lado sensorial é muito importante para conquistar os jovens. "É fundamental usar sabores, aromas e texturas", afirma Letícia Rodrigues, gerente da unidade de negócios de maquiagem da Natura. A empresa lançou gloss com sabores de banana, morango com chocolate e até uma versão caipirinha, com sabores do drink.

Segundo dados levantados pelo Boticário, 17% da população brasileira é composta por jovens entre 12 e 19 anos, o que significa 28,5 milhões de pessoas. "Estamos falando de um mercado de 10 milhões de meninas", diz Ana Eliza. Não bastasse o grande universo, a pesquisa da Natura mostra que as adolescentes gastam 60% da mesada com cosméticos.

O Boticário investiu R$ 800 mil para reformular a linha Cores, que existe desde 2000, mas era destinada a mulheres acima de 20 anos. Entre os destaques da linha de maquiagem do Boticário está o "Kit Balada", composto por um duo de maquiagem que contém um spray de menta, de um lado, e um brilho labial, de outro. Há também o "Kit Sobrevivência", composto por lápis e brilho labial.

No ano passado, a Natura lançou um produto semelhante, com gloss e sombra. "A praticidade produtos com mais de uma função tem grande aceitação por esse público", completa Letícia, da Natura.

Na M.A.C., os campeões de vendas para meninas são gloss, rímel, lápis preto e o pó bronzeador. "A tendência mundial entre as adolescentes é usar olhos mais maquiados e pouca cor nos lábios", diz Vanessa Rozan, principal maquiadora da M.A.C.

O mercado de maquiagem faturou R$ 947,7 milhões em 2005, segundo dados da Associação Brasileira de Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

(Valor)