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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Consumidor escolhe o que produzir

Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA
ModCloth é uma empresa fundada em 2002 por um casal de namorados que, na época, tinham apenas 17 anos. Seu principal destaque atualmente é o modo com que os fundadores vêm atuando no mercado através de crowdsourcing.

Em outubro do ano passado, eles resolveram fazer uma espécie de “concurso virtual” das roupas criadas por eles, para que seus clientes pudessem votar em seus modelos favoritos. Cada amostra é colocada em votação no site por 14 dias e, após a contagem dos votos, a empresa decide se vale a pena o investimento. Se um item for escolhido, os clientes que votaram a favor receberão um e-mail quando o produto estiver disponível para venda. Há também uma seção de comentários para cada peça e uma funcionalidade que permite aos clientes enviar um link da roupa para seus amigos no Facebook e no Twitter, o que resultou em muita popularidade.



Dessa forma, a empresa atua com mais segurança naquele produto que era considerado de risco e também pode se comprometer com os fabricantes sem medo, uma vez que os os fabricantes exigem um compromisso de um pedido mínimo de peças para fabricar. A iniciativa já aumentou o tráfego no site em 25% no mês seguinte ao lançamento.



É certamente uma ótima estratégia, mas até quando isso vai durar? Será que os consumidores vão querer, para sempre, gastar seu tempo diante de um computador para sugerir idéias sem nada em troca, somente para os outros lucrarem?

Programas de Fidelidade precisam mudar

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing

No Brasil, 60% dos clientes que já tentaram acumular pontos em programas de fidelidade de cartões de crédito se sentiram frustrados porque nunca conseguiram resgatar seus prêmios, diz uma pesquisa da CSU MarketSystem. Nos Estados Unidos, 54% dos consumidores entrevistados pelo CMO Council se dizem cansados da enxurrada de mensagens irrelevantes que recebem, das recompensas de baixo valor que são oferecidas e estão ameaçando as marcas de abandoná-las.

Seria um duro golpe para as empresas. De acordo com Jupiter Research, mais de 75% dos consumidores norte-americanos têm pelo menos um cartão de fidelidade e o número de pessoas com dois ou mais é de cerca de 1/3. É uma realidade bem diferente da brasileira. O estudo da CSU MarketSystem foi feito com seis milhões de clientes, mas não há um dado que possa quantificar quantas pessoas no Brasil aderem aos programas de fidelidade. O que se vê por aqui é a multiplicação dos programas voltados para o consumidor.

Até pouco tempo atrás, os programas eram utilizados quase que exclusivamente pelas empresas como parte de um programa de incentivo para seus parceiros. “Os programas de B2C tem crescido muito. A Tam e a Accor Hospitality reformularam e potencializaram os seus programas de fidelidade recentemente”, afirma Danilo Vasconcelos (foto), Head de Planejamento Estratégico da Accentiv´ Brasil. “Mas ainda é um mercado que tem muito a crescer”, completa.

Cuidados com os erros
Este crescimento passa por não cometer erros. O mais comum é separar o programa de fidelidade do banco de dados da empresa. Um sistema único de informação traça o perfil do cliente e dá possibilidade de se comunicar e criar ofertas sob medida. Quando aproveitados ao máximo, os programas podem impulsionar o crescimento das vendas e aumentar a rentabilidade da empresa, porque ela passa a conhecer os clientes mais valiosos, realocando as suas verbas de Marketing e mudando o seu foco. “Com isso, você economiza dinheiro de mídia”, aponta Vasconcelos em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro ponto crucial para o sucesso do programa é a atratividade tanto para a empresa quanto para o cliente. Para ter adesão, um programa precisa ser atrativo. Primeiro do ponto de vista financeiro para a empresa. Depois, a premiação deve ser relevante para o consumidor, se possível com exclusividade, principalmente para os principais clientes. “Não existe fidelidade 100% de um cliente. O objetivo de um programa é trazer um pouco mais de fidelidade de milhares de clientes, o que dá dinheiro”, ressalta o Head de Planejamento Estratégico da Accentiv´ Brasil.

A conta é simples. Se não tiver grande adesão, o programa não se paga. Por outro lado, com um programa grande, o custo baixa, mas há o valor da premiação, pago apenas se o cliente adere, resgata e, consequentemente, gera lucro para a empresa. “É preciso fazer uma oferta de produtos ou serviços diferenciados para as pessoas resgatarem os pontos. Isso se torna mais fácil quando você já conhece o seu cliente porque ele está na sua base”, ensina Danilo Vasconcelos.

Caso de sucesso Club Med
Depois que o cliente resgata o prêmio, seja em produto ou em experiências como viagens, ele acaba aderindo com mais força ao programa. O estudo da CSU MarketSystem aponta que 25% destas pessoas passam a consumir mais. É o que espera o Club Med, que acaba de reformular o seu programa de fidelidade no país. Hoje, 15% do faturamento do resort no Brasil vem de clientes fidelizados.

A operação da empresa no Brasil foi a primeira no mundo a lançar um programa de fidelidade, há quatro anos. Agora, com um novo programa lançado mundialmente, o Unique muda de nome para Great Members e traz mais transformações além da marca. Passa de quatro mil para 24 mil clientes participantes do programa segmentados em três categorias. Antes, era apenas uma.

Outra grande mudança é que os clientes do Club Med poderão utilizar os seus pontos nos 80 resorts espalhados por todo o mundo. Antes, o programa baseado no gasto e nas diárias efetivadas nos últimos três anos era restrito aos três villages no Brasil. Entre as vantagens está o desconto nos serviços e nas lojas do resort, transfer personalizado, upgrade de quarto, check-in prioritário e late check-out. “Tudo isso dá uma vantagem muito grande a quem participa do programa”, afirma Gian Maria Mazzei, Diretor de Marketing e Comunicação do Club Med América Latina.

Retorno sobre o investimento garantido
Até chegar a este ponto, o Club Med trabalhou durante seis meses em cima de sua base de dados de clientes, no treinamento das agências de turismo e de todos os funcionários dos resorts. “O que temos que trabalhar agora é adicionar vantagens para os nossos clientes”, diz Mazzei (foto). “Esses programas funcionam porque o cliente gosta de ser reconhecido. Reforça o relacionamento da marca com o cliente e trás um retorno sobre o investimento maior. Isso significa gastar menos dinheiro com campanhas de publicidade. Não gastamos para recrutar. Gastamos para fidelizar”, conta o executivo em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro caso de sucesso, este no setor de business to business, é da SulAmérica, hoje desenvolvido pela Accentiv’. O programa conta com 20 mil corretores, uma adesão perto de 70% dos profissionais parceiros da seguradora. O objetivo é fazer os corretores venderem mais. Eles somam pontos de acordo com a venda de cada seguro e a cada trimestre ganham vouchers para comprar produtos. Semestralmente concorrem a carros e, anualmente, a uma grande viagem.

As métricas do programa são acompanhadas em tempo real com o controle dos objetivos estratégicos. “Tem que monitorar para não deixar de atingir as metas”, ressalta Danilo Vasconcelos. O programa é forte no meio digital, tendência entre os projetos de fidelização. Há um site com ferramentas para ajudar o corretor a vender melhor e os acessos também geram pontos para os participantes. Esses são os programas de fidelidade do futuro. Que seja eterno enquanto dure.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Varejista lança kit promocional com eletros para universitários

Info Money Pessoal
Pensando nos estudantes que precisam montar a casa nova a tempo do início das aulas, a varejista Magazine Luiza lançou o Kit República, com oferta de eletrodomésticos em condições especiais.
O kit, composto por geladeira, fogão, micro-ondas e máquina de lavar, pode somar descontos de até R$ 700. A promoção é exclusiva para compras pelo site da loja (www.magazineluiza.com.br) ou pelo telefone (11) 3508-9900 e vai até o dia 15 de março.
O conjunto composto por produtos da marca Consul pode ser adquirido por R$ 2.090, em 12 parcelas sem juros. Já os da marca Brastemp saem por R$ 2.790.
Economizar na república
A compra de eletrodomésticos e móveis é uma das etapas que preocupam os estudantes que precisam se mudar para uma república. Antes disso, o universitário precisa buscar um imóvel que seja perto da faculdade ou do trabalho, ou de fácil acesso, de modo que permita a redução de gastos com transporte.
Decidir se vai morar ou dividir o apartamento ou ainda se vai dividir o quarto ou escolher um imóvel com quartos individuais está entre as escolhas que afetam diretamente o estudante em uma república.
Além do valor do aluguel, custos de condomínio, taxas, impostos, contas de luz, internet e telefone também devem ser colocados no orçamento do universtário.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Tendências e Consolidações do Varejo Mundial

Adir Ribeiro

Evento de grande destaque no varejo mundial, a NRF (National Retail Federation) ocorre uma vez por ano nos EUA, em Nova York, e em janeiro aconteceu a 99ª edição. Os principais pontos assimilados durante todos os dias do evento, juntamente com a visita à feira, que ocorre no mesmo período, e também a algumas lojas importantes do varejo americano, foram, de maneira resumida, as seguintes:

Cenário Brasil x EUA – Brasil despontando como uma das poucas economias mundiais em crescimento, tendo passado pela crise de forma destacada e ampliando de maneira significativa a população com acesso ao consumo de massa e reduzindo índices de pobreza, além da solidez de suas instituições financeiras. Os EUA ainda se ressentem da crise e aos poucos vão retomando a confiança do consumidor, com acesso ao crédito e ampliação do consumo.


Tecnologia x Simplicidade – Não se viram tantas soluções complexas e de investimento com retorno questionável, mas sim a aplicabilidade imediata do básico e necessário. Foco na execução cada vez mais se torna imperativo no mundo das ideias e da informação em excesso.


Redes Sociais – Quase a totalidade das redes varejistas do mundo está apostando suas fichas no uso das mídias sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn e outras) como forma de se aproximar de seus consumidores e, mais do que isso, precisam de fato passar a monitorar o que está sendo “dito” e publicado sobre suas marcas. Diversas apresentações ressaltaram o poder de destruição que esse tipo de comentário pode causar para sua marca e negócios, sendo essa a razão principal de se monitorar efetivamente o processo.


Centralização no consumidor – A integração dos canais de vendas é um exemplo de como as empresas deveriam colocar o consumidor no centro de toda a estratégia de acesso aos mercados. Hoje, com a disseminação das mídias eletrônicas o cliente ganhou um poder incomparável, já que quase todas as informações estão a poucos cliques.


Geração Y – Força para esse segmento da população (nascidos a partir de 1976), que são cerca de 85 milhões de pessoas nos EUA, sendo que 50% desse público já é adulto e enviam aproximadamente 2.000 SMSs por mês de seus dispositivos móveis. Um termo bastante interessante usado por essa geração e que demonstra a amplitude dessa questão – IWWIWWIWI – I want what I want when I want it (algo como eu quero o que quero onde eu quero). O uso de tecnologia para esse público é uma forma de integração ao mundo e cerca de 61% dos consumidores dessa geração (segundo as pesquisadoras Jayne O´Donnel e Kit Yarrow, autoras do Livro GEN BUY – How Tweens, Teens and Twenty-Somethings are Revolutionizing Retail) compartilham pelas mídias sociais as marcas de suas preferências e as não admiradas.


Capacitação das Pessoas – O palestrante Paco Underhill citou que as empresas varejistas têm que tratar bem de seus “soldados” do varejo, pois de fato são eles que entregam a parte principal da promessa da marca e que são responsáveis pela geração de boa parte dos resultados no ponto de venda ou nos pontos de relacionamento com os consumidores.


Racionalização do Mix de produtos – A ditadura da opção deve diminuir em função da necessidade de redução dos custos com o sortimento de produtos à disposição dos clientes e como forma de se ampliar a simplicidade ao entender as necessidades básicas do mercado e dos consumidores, ampliando o foco da empresa na sua proposta de negócios e se adequar de maneira estratégica e operacional.

Gestão dos Negócios – Duas grandes redes varejistas mundiais, como a Tesco e o Grupo Kingfisher , tiveram o foco das suas apresentações na gestão de maneira efetiva e simples, desde a necessidade de realizar uma análise realista, verdadeira e transparente da empresa em cada mercado em que ela atua, a elaboração de um planejamento estratégico e operacional de 3 anos para cada realidade e o envolvimento das equipes na construção desses planos, visando manter todos alinhados e conectados com a estratégia definida.


Sustentabilidade – Impressionante e positiva a pressão que redes como Walmart estão recebendo e exercendo sobre seus fornecedores, declarando que somente 8% de seu footprint (algo como pegada empresarial, seu rastro) são controlados por eles próprios, ou seja, existe um nível de mais de 90% de dependência de outras partes, que precisam ser envolvidas. Ajudando o consumidor a se tornar mais exigente e inteligente, várias lojas já focam sua comunicação nesse princípio e algumas são exclusivas no conceito, comercializando somente produtos que não agridam o meio ambiente.


Design – A marca Cirque du Soleil apresentou seu case de reformulação de todas as suas lojas dentro das tendas dos shows, que ocorrem no mundo inteiro. O que impressionou foi a construção e aplicação do projeto envolvendo toda a mística da marca e o alinhamento operacional para um negócio mutante no mundo inteiro, trazendo desafios logísticos gigantescos sem perder o charme e a experiência de consumo, tão fundamentais nos shows e apresentações dessa trupe que revolucionou o jeito de pensar os negócios em um segmento fadado à extinção.


Expansão dos negócios – O tema franquias foi bastante explorado por grandes redes como Dunkin Brand´s e Grupo Aldo. Destaque para mercados em forte recessão como o americano, a saída encontrada passa por ampliar as fronteiras e em mercados mais complexos, a franquia passa a ser uma excelente opção e com menor grau de risco, mas que exige forte preparação para a expansão organizada e parceiros devidamente alinhados aos propósitos do negócio e marca, para poderem gerenciar bem suas franquias.


De maneira geral, percebe-se que estamos passando por profundas mudanças na forma como os consumidores estão se relacionando com as marcas, acessando todas as informações da empresa via celular ou email / smartphone e exigindo cada vez mais conhecimento da empresa sobre ela própria e gerando um enorme potencial de oportunidades para aqueles que se prepararem, abraçarem as mudanças e definirem claramente o seu foco de negócios, planejando de maneira adequada o seu futuro por um período mínimo de 3 anos, com revisões freqüentes e envolvendo a equipe nessa construção. Afinal, há tempos não fomos tão bem referendados como brasileiros pelo mundo inteiro.





*Adir Ribeiro - Sócio diretor da Praxis Education (www.praxiseducation.com.br) - adir.ribeiro@praxiseducation.com.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Lixo reciclável será trocado por vale social em Natal

O lixo reciclável coletado em Natal poderá ser trocado por um vale social. Isso é o que prevê a lei 6.060, publicada na edição desta sexta-feira (29) do Diário Oficial do Município (DOM).

A lei institui o programa Troca Ecológica, que tem por finalidade a "participação da comunidade no processo de seleção do lixo reciclável limpo, buscando, desta forma, alternativas para a melhoria de vida, transformando os cuidados com o lixo em exercício de cidadania".

De acordo com a lei, se enquadra como lixo reciclável limpo: papel, vidro, metal, plásticos e similares, isenta de líquidos e de restos de materiais orgânicos.

Para o acondicionamento do lixo reciclável limpo, a Prefeitura do Natal vai oferecer aos participantes do programa, sem qualquer custo, embalagens plásticas padronizadas.

O documento diz que "a cada volume de 10 quilos de lixo reciclável limpo entregues nos caminhões especiais do programa, os participantes farão jus a um vale social". O valor do vale não foi definido na lei, mas será regulamentado e alterado a critério da Prefeitura.

Os locais e horários para coletas seletivas do material reciclável ainda serão definidos. "O lixo reciclável limpo recolhido será destinado à conta do Município a triagem e
reciclagem, onde será submetido a uma segunda separação e classificação e posteriormente comercializado, através de leilões específicos".

A coordenação do Programa Troca Ecológica será exercida pela Semurb, com a participação da Divisão de Educação. Para difundir o programa, a Prefeitura deverá "elaborar e distribuir materiais informativos à população, bem como veicular campanha especifica na imprensa local".
Fonte: Tribuna do Norte

domingo, 24 de janeiro de 2010

Pagamento mínimo do cartão é armadilha para consumidor

Agência Brasil - Quem costuma pagar o valor mínimo sugerido pela administradora de cartão de crédito, quase sempre em torno de 15% do valor total da fatura, entra numa dívida muito mais alta, pois o juro sobre o saldo devedor é de aproximadamente 13% ao mês. A informação é do economista da CBS Consultoria Financeira, Emerson Castello Branco Simenes.

Segundo ele, pagar o mínimo é o mesmo que cair numa armadilha. De acordo com seus cálculos, numa situação hipotética, uma pessoa com fatura de R$ 1 mil para pagar e sugestão pela administradora de parcela mínima de R$ 150 para pagamento, terá um saldo devedor de R$ 960,50 para o vencimento seguinte sobre a parcela que restou da fatura, de R$ 850.

Simenes calcula ainda que uma pessoa que quiser quitar uma dívida de R$ 1 mil pagando só os valores mínimos sugeridos, todos os meses, vai levar 30 anos e meio para terminar de pagar um montante de R$ 3,797 mil. Claro que a hipótese é absurda, admitiu o economista, já que ninguém aceitaria pagar as parcelas mínimas por tanto tempo. Mas ele advertiu para a importância de se quitar a fatura total. Pagar o mínimo do cartão é como enxugar gelo.

Taxa

De acordo com ele, a taxa de juros dos cartões de crédito é a mais extorsiva do mercado financeiro. Além disso, a administradora ganha também com o aluguel das máquinas e a anuidade cobrada sobre os cartões. Simenes acredita que pode haver uma redução nas taxas dos cartões já que a taxa básica de juros (Selic) caiu 36,36% em 2009, com redução de 13,75% para 8 75% ao ano.

O economista defendeu, ainda, uma intervenção do governo para que se permita uma maior concorrência. Segundo ele, o mercado de cartões, hoje, está centralizado em duas grandes administradoras Caso contrário, acrescenta, mais e mais titulares de cartões de crédito continuarão inadimplentes e com o nome no Serasa.

Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel de Oliveira, a pequena competição no mercado de cartões explica a indiferença das operadoras de cartões ao movimento de redução dos juros.
Fonte:Rodrigo Sena /Tribuna do Norte

Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart farão investimento recorde no País

O Grupo Pão de Açúcar, rede líder no setor supermercadista no mercado brasileiro, anunciou que vai investir R$ 5 bilhões em três anos (2010-2012) na ampliação de sua presença no mercado. A estratégia é aplicar o dinheiro na abertura de novas lojas, reformas, aquisição de terrenos em locais estratégicos para futuras inaugurações e novos negócios, que neste ano devem crescer também nos setores de farmácias e postos de gasolina com a bandeira Extra, disse o vice-presidente executivo de operações sênior ou COO (Chief Operating Officer), Enéas Pestana. "Consideramos que somos varejistas, não só de alimentos. Por isso vamos ampliar nossa atuação onde pudermos usar nossa plataforma de vendas", disse ele.

Se comparados os investimentos previstos pelo GPA para os próximos três anos com o triênio anterior (2007-2009), quando foram investidos R$ 2,9 bilhões, incluindo aquisições, os investimentos serão 70% maiores. De acordo com o executivo, a maior parte do dinheiro investido sairá de "caixa próprio" - sem a necessidade de empréstimo - e será usado na abertura de 300 novas lojas, o que deve elevar a área total de vendas do grupo entre 8% e 9% ao ano, e gerar no total 100 mil postos de trabalho direto na rede. Este ano, a empresa estima abrir 100 novas lojas.

Pestana declarou não descartarem fusões e aquisições para o setor, porém não revelou se está nos planos do GPA incorporar outras redes. "Se tiver aderência estratégica e rentabilidade então temos interesse em investir", diz. Os valores anunciados pelo grupo não consideram eventuais custos de expansão nas redes de eletrônicos Ponto Frio e Casas Bahia, incorporadas à empresa em 2009. "Falta consolidar a entrada das Casas Bahia no grupo. Mas, neste segmento, não é prioridade sair abrindo lojas".

Para o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), o interesse das empresas em aumentar os investimentos neste momento, é devido à capacidade que o País oferece de crescimento para o setor. "Existem locais onde essas empresas ainda não atuam e, geralmente, são mal cobertos por redes menores", diz.

Prioridades

Para o executivo do GPA, um dos focos da rede neste ano será a abertura de novas lojas nos segmentos de farmácias e postos de gasolina - a tendência é que os novos pontos tenham a bandeira Extra e, "não estejam vinculados apenas às lojas de super e hipermercados", afirmou.Segundo Enéas Pestana, uma das prioridades do grupo para o período é a expansão da rede para as Regiões Norte e Centro-Oeste, regiões onde a economia está aquecida e cresce mais rápido. Nessas áreas, a empresa pretende brigar com a concorrência através das marcas: Extra Supermercado e Assai, bandeira que vende no atacado e varejo (atacarejo). "Hoje o norte é o segundo maior mercado consumidor do País".

Para o vice-presidente executivo do Pão de Açúcar, a estratégia da empresa é investir na marca Extra, que tem se mostrado mais forte do que outras como: Sendas e Barateiro, que poderão ser convertidas em unidades do Extra Supermercados e Extra Fácil, ou mesmo do Pão de Açúcar, que estão entre as prioridades de expansão da empresa.

Concorrência

No momento em que o GPA anuncia seus planos ousados de investimentos recordes, a concorrência também demonstra musculatura e interesse em manter seus mercados. O Walmart Brasil, terceiro colocado no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), pretende investir R$ 2,2 bilhões em sua expansão neste ano. De acordo com Héctor Núñez, presidente do Walmart, o foco é inaugurar lojas de bandeiras mais populares, como Maxxi Atacado e TodoDia, na Região Nordeste, para aproveitar o crescimento da renda da população. "Nossa prioridade é atingir o publico de menor renda", disse o Núñes.

Segundo colocado no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Carrefour anunciou que pretende investir R$ 2,5 bilhões em sua expansão orgânica no País, entre os anos de 2010 e 2011. A quantia é considerada o maior investimento feito pela rede francesa desde que começou sua operação no Brasil, em 1975. Para o Carrefour, o Brasil, onde possui lojas em 18 Estados, representa a terceira maior operação da rede no mundo. De acordo com a companhia, o valor será aplicado na inauguração e reformas de lojas, além da construção de Centros de Distribuição (CDs) e a abertura de sua loja virtual, prevista para o primeiro semestre deste ano. Conforme a rede, o foco dos investimentos ao longo deste ano será o fortalecimento de suas bandeiras nas Regiões Norte e Nordeste brasileiras, por causa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) das regiões e do aumento de renda das classes emergentes. Para o período, a empresa pretende continuar a investir na bandeira Atacadão, que vende tanto no atacado como no varejo (atacarejo).

A briga pelo consumidor brasileiro, disposto a aumentar seus gastos, animou as grandes redes de supermercados a programar investimentos pesados para os próximos anos.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), o Carrefour e o Walmart, anunciaram ontem gastos bilionários na ampliação de suas redes. Somados, os investimentos das três gigantes do setor totalizarão R$ 9,7 bilhões nos próximos anos.

Mais agressivo, o Pão de Açúcar investirá, de 2010 a 2012, cerca de 70% mais do que no último triênio. Serão R$ 5 bilhões em 300 lojas, reforma de unidades e expansão em drogarias e postos de gasolina, segundo Enéas Pestana, vice-presidente executivo de Operações do grupo. "Vamos ampliar nossa atuação onde pudermos usar nossa plataforma de vendas", garantiu.

Em segundo lugar no ranking supermercadista, os franceses do Carrefour investirão R$ 2,5 bilhões em seu crescimento orgânico no País no biênio 2010 e 2011. A quantia é considerada o maior investimento feito pelo grupo em 35 anos de operação no País.

Para a rede, a importância da subsidiária brasileira é determinante para os resultados globais da companhia. O Brasil é o terceiro maior mercado para o Carrefour no mundo. De acordo com a empresa, o foco para o seu crescimento serão os mercados das regiões Norte e Nordeste, onde se espera uma disputa ferrenha com o Pão de Açúcar.

Também interessada no crescimento do poder aquisitivo das classes C e D no nordeste, o Walmart pretende injetar cerca de R$ 2,2 bilhões em seu plano de crescimento neste ano no mercado interno.

Segundo Héctor Núñez, presidente do grupo no País, o foco é inaugurar lojas de bandeiras mais populares, como Maxxi Atacado e TodoDia, para aproveitar o crescimento da renda da população. "A prioridade é atingir o público de menor renda", disse.

Para o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), o interesse das empresas em aumentar os investimentos neste momento deve-se à capacidade do País de crescer. "Existem regiões onde essas empresas ainda não atuam e que, geralmente, são mal cobertas por redes menores", disse.

Fonte: DCI

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Lucro do Google supera expectativas e atinge quase US$ 2 bi

da Reuters, em San Francisco

A receita do Google no quarto trimestre cresceu 17%, superando as estimativas de Wall Street, à medida que anunciantes e internautas recorreram ao buscador durante a temporada de compras de final de ano.

Mas a receita do Google ficou no piso da faixa estimada por alguns investidores, e suas ações caíram cerca de 5% no pregão eletrônico nesta quinta-feira.

A receita trimestral do Google, maior buscador da internet em todo o mundo, totalizou US$ 6,67 bilhões, acima dos US$ 5,7 bilhões no quarto trimestre de 2008.

O Google teve lucro líquido de US$ 1,97 bilhão, ou US$ 6,13 por ação, nos três meses encerrados em 31 de dezembro.

Em igual período do ano anterior, o lucro foi de US$ 382,4 milhões, ou US$ 1,21 por ação, quando a companhia contabilizou uma perda de US$ 1 bilhão pela reavaliação do valor de seu investimento na AOL e na provedora de serviços sem fio Clearwire.

Excluindo itens extraordinários, o Google teve lucro por ação de US$ 6,79, contra previsão média do mercado de US$ 6,48, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

Rio Bravo compra ações da Multdia

Com um aporte de R$ 25 milhões, a Rio Bravo Investimento adquiriu uma participação acionária da empresa potiguar Multdia. O negócio – feito através do Fundo Rio Bravo Nordeste II – foi anunciado ontem e, a partir da próxima semana, algumas mudanças já devem ser iniciadas na direção da empresa, com a inclusão de novos cargos e mudanças no formato administrativo.
Alex Régis
Eduardo Patrício permanece na direção da MultdiaA Multdia, fabricante dos produtos com a marca Nutriday e que comercializa também a Nutrilar, é a uma das maiores empresas de alimentos do Nordeste, com receita anual de R$ 100 milhões. Tendo à frente o empresário Eduardo Patrício – que apesar da mudança permanece no cargo de diretor da empresa - a carteira de clientes da Multdia é composta por mais de 12 mil estabelecimentos comerciais nos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Segundo declarações de Patrício, repassadas através de sua assessoria de imprensa, a decisão pela Rio Bravo foi tomada pela qualidade do Fundo e, principalmente, pela visão comum de longo prazo quanto à necessidade de crescimento e ampliação do negócio. Através do celular, a reportagem tentou contato com o empresário para que comentasse o negócio, mas ele não atendeu as ligações na tarde de ontem.

Paulo Silvestri, diretor da área de Private Equity da Rio Bravo, explica que as conversas com a Multdia foram iniciadas há cerca de seis meses. E comenta que, a partir de agora, há um alinhamento do trabalho do Fundo e a empresa para atingir um patamar mais alto. “Prova deste alinhamento é que Eduardo (Patrício) continua como diretor da empresa e eu assumirei o conselho da Multdia”.

Por uma questão estratégica, Silvestri não revela a fatia da participação da Rio Bravo na Multdia, mas garante que a participação é “relevante”. “Tanto que vamos participar ativamente da gestão”. Uma das mudanças é justamente a criação de um conselho da empresa ao qual se reportarão comitês que vão agir em áreas específicas como estratégia de comercialização, criação de produtos e controle de custos. Um diretor financeiro, ligado a um grande fundo, já foi selecionado e começará a trabalhar na empresa.

“Passo a passo, vamos implementando medidas de gestão e melhorando a atuação da empresa”, explica Silvestri. Ele acrescenta que, para o consumidor, as marcas continuam as mesmas. Porém, com as mudanças administrativas, o objetivo é buscar novos mercados e criar produtos.

Investimento

A aquisição da Multdia é o segundo negócio do Rio Bravo Nordeste II. O outro investimento em uma empresa de tratamento de água na Bahia. Com R$ 140 milhões, este é o maior Fundo de Private Equity já estruturado pela gestora. Paulo Silvestri revela que existe intenção de, em 2010, sejam executados cinco ou seis investimentos.

O segmento de foco da Rio Bravo são indústrias do setor de alimentos, empresas da área educacional, turismo e energia. “Temos a possibilidade de criar uma carteira de investimentos bastante diversificada”.
Private equity
Os Private Equity – uma das linhas de atuação da Rio Bravo – são uma espécie de fundo que compram participações em empresas, levantando recursos de instituições. Segundo informações da assessoria da Rio Bravo, antes de escolher onde investir, os fundos fazem uma análise minuciosa das empresas chegando, às vezes, a analisar 60 empreendimentos. Depois, eles entram na gestão, sugerem melhorias, aplicam ações para o desenvolvimento da empresa. Para colher seus lucros, após cerca de cinco anos, o fundo vende sua participação na empresa que, após as mudanças estará valendo duas vezes ou mais no mercado.

Restaura Jeans abre sua segunda loja no Nordeste

Portal Varejista
A Restaura Jeans – rede com mais de 200 lojas franqueadas que oferecem serviços de tingimento, costura, customização e limpeza de roupas; renovação, customização e cuidados com peças de couro – está inaugurando sua segunda loja na Região Nordeste, desta vez em João Pessoa, capital da Paraíba.
Sempre ligadas às tendências da moda e preocupadas em trabalhar de maneira dinâmica com o público, as sócias Norberta Dorand de Alcantara e Kátia Cilene Brasil de Araújo contam por que optaram pela Restaura Jeans no mercado de franquias: “Inicialmente, o que mais chamou nossa atenção foi o diferencial apresentado pela marca, como o mix de serviços oferecidos para os clientes”.
De acordo com Kátia, não existe na Paraíba nenhuma loja que reúna todo o mix que a Restaura Jeans oferece, com toda a qualidade e tecnologia que norteia os serviços da rede. “Além disso, estamos instalados em um bairro privilegiado, próximo de bancos, restaurantes, farmácias, lojas de roupas e de informática, ao lado do segundo maior shopping center da cidade, premiado com o visual da orla marítima – na Praia de Manaíra”, destaca.
Para elas, o novo layout da Restaura Jeans aproxima ainda mais o cliente da loja. “Também demonstra modernidade e proporciona ao cliente visão ampla do conjunto de serviços que lhe são oferecidos, transmitindo credibilidade e profissionalismo”, afirma Norberta.
A nova loja oferece todos os serviços do mix da Restaura Jeans: tingimento e customização de roupas e tênis; restauração, renovação e customização de artigos de couro e lavanderia. Em breve, as franqueadoras planejam disponibilizar também o sistema de delivery, que proporcionará ainda mais conforto à clientela.
Para a inauguração, elas prepararam uma superpromoção: 10% de desconto no tingimento em qualquer cor da Restaura Jeans. Além disso, toda quarta-feira, a barra simples e original de jeans sai com 20% de desconto.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

NRF 2010 - Entregue o que prometeu

Todo evento possui temas brilhantes e recorrentes e temas emergentes, sutis e periféricos. Gosto mais dos últimos. Mas primeiro vamos ver os temas e conclusões que surgiram na primeira camada de reflexões da NRF 2010:

- A conscientização de que, durante a crise, o poder do consumidor aumentou. Não apenas em função das redes sociais e ferramentas tecnológicas, mas porque ele se tornou difícil e menos propenso ao consumo. E, sabemos, desinteresse aumenta o poder. E este poder significa que ele quer mais por menos. Importante: não quer só o menos;
- A reflexão de que algumas mudanças de comportamento vieram para ficar;
- A curadoria de supply chain, que inseriu diminuição de estoques e depuração da amplitude e profundidade do mix. Por que precisamos de tantas alternativas no final das contas?
- Multicanal ainda é assunto, porque ainda não está resolvido. O processo de check-out na internet, por exemplo, não entrega a segurança que o consumidor busca. Falta também sincronicidade de movimentos multicanal, o que, na opinião de varejistas, não é possível. Por exemplo, o mesmo preço nos diversos canais;
- No Brasil e nos Estados Unidos há muita discrepância entre o discurso e a prática. Se uma marca promete deveria entregar;
- Na crise braba, as marcas esquecem os outros ativos. Sobrevivem: preço, desconto, promoção. E é isso. E, lá no canto da loja, os funcionários se viram como podem já que os investimentos em treinamentos cessam;
- Venda soluções e não produtos;
- A apresentação do CEO da Tesco valeu a viagem, pela coerência, magnitude, profundidade e integração entre teoria e prática, promessa e entrega. Um europeu foi o show no maior evento norte-americano de consumo;
- O Brasil virou cool. A população, os esportes, a cultura e a natureza sempre foram. Agora chegou a vez da economia.
E entre os temas emergentes e sutis na segunda camada de reflexão de varejistas:
- As pessoas e suas necessidades começam a suplantar processos e métricas;
- O que diferencia uma empresa é a criatividade aportada em sua oferta de valor;
- Causas e senso de finalidade comprometido são os modelos de negócio que irão fazer diferença;
- Cai a ficha da relevância da conectividade, colaboração e redes sociais;
- Mobile é um desafio a que se dedicar: m-marketing, m-commerce e m-operation;
- O tal foco no consumidor (consumer centric) tem sido foco na loja e na marca (store and brand centric). Não dá para ser focado no consumidor com ações que nascem dos escritórios centrais. Esta estratégia precisa ser gerida em cada loja, os clusters devem ceder lugar ao olhar local. Está na hora do gerenciamento de categoria tornar-se gerenciamento do consumidor;
- Transparência é a palavra que falta na atitude das marcas, o que o consumidor está de joelhos implorando;
- Crie memórias com seus movimentos de marca;
- Sustentabilidade: “Algumas poucas pessoas, em alguns poucos lugares, fazendo algumas poucas coisas, podem mudar o mundo".
Resumo da ópera por Alcir Gomes Leite da DM9DDB: entregue o que prometeu. E você terá um consumidor pra chamar de seu.

Beth Furtado - Consumo e Inovação

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

De carro novo: marcas estão com promoções para quem quer um zero

Info Money Pessoal

Para incentivar os consumidores a não deixar de lado o sonho do carro zero, além dos lançamentos, as marcas realizam promoções. Assim, quem puder, além de pagar menos na hora de comprar eletros nas liquidações típicas de janeiro, também pode aproveitar para trocar o carro.

A Chevrolet e a Citroën estão com campanhas promocionais para os consumidores neste ano. Ou você opta por dar uma entrada de R$ 85 no financiamento do veículo ou escolhe uma viagem a Paris.


0,85% ao mês de taxa, redução de 85% nas prestações


Em comemoração aos 85 anos da Chevrolet no Brasil, a marca está com a promoção Pacote 85. Até o dia 12 deste mês, o consumidor pode escolher qualquer modelo zero quilômetro da marca com condições especiais de pagamento.


Pela promoção, o veículo pode ser financiado com entrada a partir de R$ 85, redução de até 85% nas parcelas até o fim deste ano e com taxas de juros a partir de 0,85% ao mês.


Além disso, os preços de alguns modelos também estão mais baixos.


Porém, é preciso atenção, porque a condição especial pode variar para cima, dependendo do veículo e da concessionária. Dessa forma, tanto os juros como a entrada podem ser maiores.


Paris quase de graça


Na Citroën, quem comprar qualquer modelo ou versão zero quilômetro da marca ganha uma viagem a Paris. Toda a rede de concessionárias da marca está realizando a campanha desde o primeiro dia do ano até o dia 31 deste mês.


Após a compra e emissão da nota fiscal, o consumidor terá direito a uma passagem aérea para o trecho São Paulo-Paris-São Paulo ou para o trecho Rio de Janeiro-Paris-Rio de Janeiro. O voo será pela empresa TAM, na classe econômica.


As passagens deverão ser utilizadas nos seguintes períodos, exceto em feriados nacionais ou locais, alta temporada e fins de semana prolongados: de 23 de janeiro a 16 de junho; de 18 de julho a 11 de agosto; de 19 de setembro a 8 de dezembro; ou de 23 de janeiro de 2011 a 30 de abril de 2011.


As taxas de embarque não estão incluídas na passagem e são de exclusiva responsabilidade do consumidor. Além disso, a Citroën avisa que não haverá reembolso de qualquer valor pela utilização das passagens.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ninguém negocia com inimigo

Evaldo Costa

Você negociaria a compra de um bem com um inimigo? Pouco provável, não é mesmo? Muitos consultores de vendas não percebem que precisam desenvolver afinidades antes de quererem vender algo ao cliente.
Aliás, boa parte dos clientes somente decide pela compra quando passam a acreditar no vendedor. O tempo que leva para consolidar o elo de confiança dependerá de muitos fatores, a exemplo, da reputação da empresa, da marca, do profissional de vendas, da forma como o cliente foi abordado etc.
Tudo que a maioria dos consultores de vendas deseja é vender o produto. Ele sabe que, quanto mais vendas fizerem, maiores serão os seus ganhos. O que poucos sabem é como agir para que as vendas se maximizem. Naturalmente, o passo mais estressante do processo de vendas é a negociação, justamente a que antecede o fechamento. É nesta fase que os vendedores menos experimentados pensam perder a venda. Com um pouco de reflexão, eles descobrirão que chegaram à negociação de maneira “forçada”. É como se o médico quisesse fazer o parto antes do tempo. Poderá até conseguir, mas não sem prejuízo para o bebê.
Os profissionais de vendas sabem ou deveriam saber que a meta principal para a conclusão de uma venda é escalar com segurança e sabedoria cada degrau do processo de vendas. Se ele tentar pular algumas fases poderá até, com um pouco de sorte, realizar a venda, mas os riscos de perdê-la serão tão grandes, que não vale a pena tentar.
Você já tentou escalar uma montanha íngreme? Se já fez algo do gênero, saberá que dar passos firmes e manter-se atento às possibilidades de queda é o mínimo necessário para alcançar o topo. Você só chegará lá se for capaz de superar cada pequeno obstáculo que encontrar pela frente. Além disso, para ser bem sucedido na escalada é fundamental estar atento aos primeiros passos, até se acostumar com o terreno. Se tentar subir muito rápido no início da jornada, poderá deparar-se com terreno minado, levar uma queda inesperada e ficar impossibilitado de continuar.
O mesmo ocorre com o processo de vendas. O consultor bem sucedido sabe que é preciso superar cada etapa da venda para que as partes se conheçam melhor e se beneficiem com o melhor acordo possível. É preciso ter em mente que o fechamento da venda é fruto do início de seu relacionamento comercial - ambas as partes devem descobrir a melhor forma de “trabalhar e ganharem juntos”.
Normalmente, em uma venda, os dois (cliente e vendedor) ganham ou ambos perdem. O que você prefere? Ganhar com ele ou ganhar dele? Você pode até dizer que o mais importante é ganhar sempre. Mas, é bom ficar atento, pois para triunfar na profissão não basta ganhar a qualquer custo, é preciso ganhar certo para ganhar sempre.
* Evaldo Costa - Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”.
Site: www.evaldocosta.com
Blog: http://evaldocosta.blogspot.com
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com


sábado, 24 de outubro de 2009

Marketing pessoal: você é um produto

Por Fabiano Parreiras*
Somos produtos a ser adquiridos de diversas formas, a todo instante. Precisamos nos vender para nosso dentista, para nosso patrão, para a esposa ou o marido, para os filhos. Desempenhamos “papéis” sociais que poderiam ser administrados como se administra uma marca qualquer. Precisamos comunicar quem somos – nossos valores, nossa missão e nossa visão. Esta comunicação construirá, perante os diferentes grupos sociais dos quais fazemos parte, uma determinada imagem a nosso respeito. Seremos valorizados por estes grupos de acordo com esta imagem. Podemos valer muito, ou pouco.Frequentemente sou procurado por pessoas com dificuldades para elaborar um bom currículo, enfrentar uma entrevista de emprego ou, simplesmente, manter-se num emprego. Muitos universitários não conseguem planejar suas carreiras. O que digo a estas pessoas é: Imagine que você é um produto! Sua roupa é a sua embalagem e seu currículo é seu folder.A partir daí, as coisas ficam mais claras. Todo mundo sabe que o objetivo de um folder não é vender um produto, mas chamar a atenção de um cliente em potencial. Fazê-lo querer conhecer o produto. No caso do currículo, agendar uma entrevista. E na entrevista, o que fazer? A resposta é: Desempenhar o papel de um vendedor de alto nível. Demonstrar que o “produto” que está sendo oferecido apresenta boa aderência às necessidades do “comprador”. Para conseguir fazer isso, não basta dissertar sobre as qualidades do “produto”. É importante questionar, levantar as necessidades do “cliente” e encontrar aquelas que o seu “produto” consegue atender com excelência.Todo mundo conhece os 4 P`s do Marketing – Produto, Preço, Promoção e Praça. O Marketing Pessoal deve tratar estes mesmos aspectos do indivíduo. O preço, segundo Kotler, deve ser formado considerando o custo operacional (custo de vida), a concorrência e o valor que o produto pode agregar para o cliente. A Promoção cuida da comunicação, da rede de relacionamentos, etc. O “P” de Praça se refere aos pontos de venda e aos métodos utilizados para vender o produto. Se o produto for vendido para o consumidor final, há de considerar que o consumidor compra por impulso. Para uma organização empresarial, a venda deve ser mais técnica.Para analisar a questão de forma mais ampla, abordemos o tema “Planejamento Estratégico”. Quando faço palestras sobre Planejamento Estratégico para estudantes de administração ou jovens executivos, sempre pergunto: Qual é a sua declaração de Missão? E a sua declaração de Valores? Você conhece a sua concorrência? Conhece bem as necessidades dos seus clientes em potencial? Você já tem metas estabelecidas para os próximos cinco ou dez anos da sua carreira? Sabe em que deve investir o seu dinheiro? Já montou um Planejamento Estratégico para o produto que você quer vender: sua mão de obra?Assim como todo produto, nós também nascemos, crescemos, atingimos um estágio de maturidade, entramos em declínio e morremos. Em qual estágio você está? Conseguirá reinventar-se várias vezes como a Coca-Cola, ou não?“Gestão de Marcas” também é um assunto cada vez mais discutido porque a percepção que as pessoas têm das marcas exerce grande influência na hora da compra. E no Marketing Pessoal, a marca é o seu nome. Administre este patrimônio com todo o carinho que ele merece!* Fabiano Parreiras é e sócio-diretor da UNICO Consultores e tem MBA em Gestão Empresarial e Marketing.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Google anuncia serviço de venda de livros digitais para 2010

IDG Now!
O Google lançará uma nova plataforma para a venda de livros online. O serviço, que se chamará Google Editions, possibilitará que os consumidores leiam os livros em qualquer dispositivo que contenha um navegador, de smartphones a leitores de e-books.
O Google Editions deve entrar no ar no primeiro semestre de 2010., segundo informou a o New York Times. Durante o anúncio feito nesta quinta-feira (15/10) na Feira de Livros de Frankfurt, na Alemanha, o diretor do programa de parcerias do Google, Tom Turvey, disse que o serviço contará inicialmente com cerca de 600 mil livros.
“Nós não estamos focados em um leitor dedicado ou em um aparelho específico”, disse Turvey. As publicações compradas pelo serviço poderão ser acessadas de qualquer navegador web, seja em smartphones, netbooks ou mesmo desktops. Após ser acessado uma vez, o livro ficará disponível para ser visualizado offline.
O preço de cada livro será definido pelas editoras. As publicações também poderão ser compradas em livrarias online como a Amazon e Barnes & Noble, e depois serão armazenadas pelo Google.
Atualmente, o mercado de e-readers (leitores de livros eletrônicos) é dominado pelo Kindle, da Amazon. O dispositivo foi desenvolvido tanto para a leitura de e-books quanto para jornais e revistas digitais. No dia 7 de outubro, a loja anunciou que distribuiria o aparelho para mais de 100 países, incluindo o Brasil.
Além da Amazon, outra livraria que lançará um leitor dedicado para livros digitais é a Barnes & Noble. A companhia anunciou para novembro, nos Estados Unidos, um aparelho que utilizará o sistema operacional móvel Android, desenvolvido pelo Google.
O Google Editions será a primeira tentativa da empresa de lucrar com publicações. Desde 2004, a companhia investe no Google Books, o serviço que permite pesquisa em livros digitalizados em parcerias com editoras.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia das Crianças foi melhor data para comércio neste ano, diz Serasa

Valor Online
O aumento das vendas para o Dia das Crianças rendeu ao varejo nacional a melhor data comemorativa deste ano. No fim de semana de 9 a 11 de outubro o volume de vendas aumentou 8,2% ante período equivalente de 2008, com data de 10 a 12 de outubro. Os dados foram divulgados hoje pela Serasa Experian.
Considerando o período semanal que antecede a data, de 5 a 11 de outubro, as vendas aumentaram 2,4% se comparadas ao período de 6 a 12 de outubro do ano passado. Para a Serasa, o desempenho está relacionado com a recuperação da atividade econômica no país e do restabelecimento da oferta de crédito ao consumo. O período comparado também favorece a variação positiva, pois em outubro do ano passado o país já estava mergulhado nas incertezas da crise internacional.
Na capital paulista o desempenho também foi positivo, tendo aumento 9,1% no período de 9 a 11 de outubro. No intervalo semanal de 5 a 11 de outubro o comércio aumentou 2,1%, sempre na comparação com período equivalente de 2008. O resultado geral antecipa, na avaliação da empresa, um Natal mais promissor do que o do ano passado para o comércio.

Marcas pedem socorro


Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing

Um dos traços mais marcantes de uma marca é a comunicação dela. Os comerciais de TV, um anúncio numa revista, na internet e um outdoor continuam sendo grandes responsáveis por formar a identidade de uma marca no Brasil para a grande massa. A comunicação é a face mais tangível das marcas quando não se está experimentando um produto ou serviço. Agora, imagine a cena abaixo, descrita no “Branding 101, o Guia de Gestão de Marcas de Produto”, escrito por Fernando Jucá e Ricardo Jucá e publicado com exclusividade no Mundo do Marketing. “É difícil se relacionar com uma pessoa que muda constantemente, não é verdade? Com as marcas é a mesma coisa, traços de personalidade bem definidos ajudam a trazer coerência às ações da marca e dão mais credibilidade a sua promessa central”. Mas é isso que está acontecendo com uma centena de grandes, médias e pequenas. Elas mudam a comunicação a cada hora e o consumidor simplesmente perde a identidade. Não faltam exemplos disso. As vezes, dentro de uma própria gestão. Não raro, uma campanha de varejo é totalmente diferente de uma institucional. O grande problema é que muda o Diretor de Marketing, muda a agência de publicidade, muda o ano e a marca muda. Ricardo Guimarães, da Thymus Branding, comentou sobre este fenômeno recentemente e foi direto em minha inquietação. “Primeiro é preciso entender que a marca não é da empresa, é do mercado, é uma estrutura aberta e interage com todo o público que está dentro dela. Todo mundo pode criar e melhorar a marca, mas não pode ter um gerente e um diretor que é dono da marca. Marca é uma estrutura aberta”, enfatiza. Problema é originário na falta de essênciaO grande gap entre as mudanças está justamente na comunicação. “Não pode definir a sua identidade pela estética. Tem que ser reconhecido pelo significado e pela experiência da marca. Quando você olha para uma roupa Chanel, você vê que é Chanel, não precisa ver a etiqueta”, comenta. Estamos falando de consistência de marca. Algo que está passando longe do dia a dia dos gestores ultimamente. Por isso, Fernando Jucá e Ricardo Jucá dedicaram atenção especial a este tema ao escrever “Independente de onde ela vai acontecer, a comunicação precisa sempre traduzir a proposta de valor da marca e ser facilmente reconhecível pelos seus consumidores. O fundamental é que as diferentes ações de comunicação se somem e se completem na cabeça do consumidor para a construção de brand equity”.Ao falarmos de identidade, atingimos outra questão que Ricardo Guimarães comentou em nossa conversa: a essência. Se você acompanha este editorial, vai lembrar que nas duas ultimas edições enfatizamos este assunto e, agora, ao ver mais um problema, de falta de consistência na comunicação das marcas, esbarramos mais uma vez na essência da marca. É o DNA. E se o DNA está com problemas, tem que mudar tudo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Varejo está otimista no primeiro Natal pós-crise, mas com cautela

Uma pesquisa realizada pela Fecomercio- SP com empresas de São Paulo indica que os empresários do setor varejista estão otimistas em relação ao primeiro Natal pós-crise, mas ainda mantém uma certa reserva.De acordo com a análise, 33% dos empresários vão aumentar as encomendas para o Natal e 24% dos varejistas vão reduzir. Outros 44% estão fazendo encomendas iguais ao do ano passado. Já em relação aos estoques, 39% dizem que será maior e 44% responderam que será igual ao do Natal do ano passado."Esses dados mostram um viés de alta para as encomendas de Natal, porém o varejo mantém cautela. Mesmo assim, o resultado geral é positivo, na mesma direção que o consumidor parece estar apontando nas pesquisas de intenção de compra e de confiança. Desse diálogo entre consumidor e empresários até o final do ano é que os ajustes de perspectivas serão feitos, de ambos os lados", afirma Fabio Pina, economista da Fecomercio.Segundo a pesquisa, mais de 65% dos empresários vão trabalhar com produtos direcionados à classe C, enquanto 43% para a classe B e 24% para as classes D e E.Para alavancar as vendas para a classe C, os empresários planejam negócios parcelados. Segundo a pesquisa, a maioria das empresas (64%) vai oferecer parcelamento de três vezes sem juros. Já 37% vão oferecer mais de três vezes, com pouco envolvimento de financiamento tradicional (via banco ou financeira vinculada à loja).Segundo Pina, a maioria das empresas mira nas classes B e C, não por coincidência. O público A é muito restrito e "poucas empresas podem se dar ao luxo de trabalhar apenas para esse nicho". Do outro lado estão as classes D e E, com rendas médias ainda muito baixas, o que inviabiliza um volume de negócios muito grande, ainda que o contingente populacional seja elevado. "Desta forma, trabalhar as camadas do meio da população é a estratégia vigente de grande parte das empresas. Evidentemente, com o desenvolvimento do crédito e com o aumento gradual da renda, há uma migração de interesse para as faixas C e D", informa.
Por: Folha Online

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sustentabilidade no varejo mundial

Marco Quintarelli
Do hipermercado ao boteco universitário, todo mundo está envolvido de alguma forma com o varejo. Como vitrine dos novos hábitos de consumo e transformação sócio-ambiental, o setor varejista se mostra, cada vez mais, um interlocutor importante no campo da responsabilidade social e da sustentabilidade.
Nada mais ficará impune quanto à responsabilidade pelo que se produz e pelo que se consome. A atenção, o respeito e o cuidado pelo meio ambiente deixaram de ser oportunidade e tornaram-se condição. A “prestação de contas” junto à sociedade e ao ambiente é fator decisivo para o sucesso do negócio nos tempos atuais, qualquer que seja seu business.
Na Europa, por exemplo, a pressão dos consumidores faz com que os principais varejistas mudem a sua lógica comercial para diminuir seus riscos e fortalecer a sua imagem perante a sociedade. O comércio justo, a redução da emissão de carbono, o destino das embalagens, resíduos e detritos, o controle dos recursos hídricos e o cuidado com a saúde são as bases da preocupação do varejo europeu.
Hoje as principais varejistas mundiais já possuem políticas claras e definem o posicionamento de seus fornecedores fazendo-os se adequarem não só às suas necessidades, mas principalmente as necessidades das sociedades mundiais. Novos procedimentos de produção, processamento e transporte estão surgindo e mudando os processos empresariais. Todos os integrantes da cadeia de produção e venda sabem que a sustentabilidade vai se tornar exigência básica para garantir o acesso ao mercado de consumo, e o varejo, por ser o elo entre fornecedor e consumidor, terá a obrigação de abrir estas oportunidades.
Sites em que o consumidor descobre e rastreia a origem dos legumes que está comprando, ações que visam melhorar a relação de trabalho e o consumo sustentáveis são hábitos que já incorporados por 30% dos entrevistados de uma pesquisa realizada pelos Institutos Ethos e Akatu sobre sustentabilidade.
Todo o mercado brasileiro está se movimentando neste caminho, junto com o que chamamos de “Fair Trade” - o comércio justo, ético e solidário. Uma viagem rápida num caminho sem volta.
* Marco Quintarelli - Consultor de varejo e sócio-fudador do Grupo Azo

Nova Schin renova sua linha

Portal Varejista
A Nova Schin está diferente. A partir desta semana, o consumidor brasileiro encontrará todo o portifólio da marca reestilizado. Seis anos após o seu marcante lançamento, a Nova Schin ganha nova logomarca, cores e emprega de forma elegante a principal matéria-prima utilizada na fabricação das cervejas, a cevada. A mudança diz respeito apenas à comunicação visual do produto, sem qualquer alteração na formulação do sabor da cerveja.
“As mudanças reforçam atributos importantes como jovialidade, modernidade e qualidade, mas sem perder a essência da marca. Buscamos aprimorar ainda mais a percepção de qualidade, além de proporcionar maior integração da linha de produtos”, afirma Luiz Claudio Taya, Diretor de Marketing do Grupo Schincariol.
A logomarca de Nova Schin passou por um facelift, e o nome Schin ganha mais destaque. A alteração agrega dinamismo, uma vez que a palavra Schin é mais prática e sonora para os consumidores. “Schin isoladamente facilita o reconhecimento de toda linha de produtos, além de ampliar o campo visual”, explica Taya.
O dourado é aplicado de maneira mais perceptiva. Embalagens e materiais de comunicação passam a utilizar a cor laranja para destacar os produtos no ponto de venda, ativações, patrocínios e eventos realizados por todo Brasil.
A Nova Schin é encontrada nas versões lata, long neck e garrafa de 600 mililitros. A linha contempla ainda as opções 0% Álcool, Munich e Malzibier.
O site de Nova Schin também foi atualizado e apresenta informações sobre toda a linha: www.novaschin.com.br

Número de falências bate recorde do ano em setembro, diz Serasa

Folha Online
O número de falências bateu o recorde do ano em setembro puxado por micro e pequenas empresas, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Serasa Experian.
No mês passado, foram decretadas no país 89 falências de empresas --96,6% do total eram micro ou pequenas--, ante 66 em agosto.
Na análise do acumulado dos primeiros nove meses do ano, o levantamento verificou 627 decretos de falências, sendo 92,5% micro ou pequenas empresas. Vale lembrar que os empreendimentos desse porte representam 97,5% das empresas em atividade no país, de acordo com pesquisa de 2006 do Ministério do Trabalho.
O número de falências requeridas, por sua vez, atingiu o montante de 200 solicitações em setembro, com recuo de 4,8% ante agosto. Desse total, 127 foram feitas por micro e pequenas empresas (63,5% do total). Na análise mensal, o número de falências requeridas vem decrescendo desde maio, acompanhando o processo de recuperação econômica e a volta do crédito às empresas.
Segundo os analistas da Serasa Experian, se as falências requeridas estavam sendo usadas como instrumento de cobrança, agora estão voltando à sua original finalidade, retornando aos patamares pré-crise. Já as falências decretadas ainda sobem, refletindo os pedidos feitos em uma conjuntura econômica anterior.
Na comparação com setembro de 2008, quando houve o agravamento da crise, os pedidos de falência recuaram 2,4%. Já as falências decretadas apresentaram queda de 3,3%.
No comparativo entre os acumulados do ano de 2008 e de 2009, as falências requeridas cresceram 5,0%, e as decretadas caíram 16,2%. Para os analistas da Serasa, esse desempenho, além de mostrar o uso desvirtuado das falências requeridas, também evidencia que as empresas em maiores dificuldades financeiras, neste ano, conseguiram minimizar as falências com a recuperação judicial.
Com relação às recuperações judiciais requeridas, houve um crescimento de 12,8%, passando de 47 em agosto para 53 em setembro. As micro e pequenas empresas responderam por 58,5% do total.
Os analistas observam que as empresas ainda com dificuldades buscam a recuperação, a exemplo das empresas exclusivamente exportadoras, que têm mercados no exterior em recessão e enfrentam o real valorizado, perdendo competitividade.
Para os próximos meses, a expectativa dos especialistas é que as estatísticas de falências e recuperações apresentem volumes menores em decorrência da recuperação econômica, principalmente no último trimestre deste ano.

sábado, 3 de outubro de 2009

Riachuelo e Ivete Sangalo levam fãs para Las Vegas

A Riachuelo faz uma promoção em parceria com a cantora Ivete Sangalo. A iniciativa levará dois dos seguidores da artista no Twitter para representá-la na premiação do Grammy Latino em Las Vegas, EUA. Para participar basta criar um discurso de 140 caracteres incluindo @ivetesangalo e #GrammycomRiachuelo respondendo a pergunta “Caso Ivete ganhe o Grammy Latino, e você fosse escolhido para representá-la na premiação, qual seria o seu discurso?”.
Os autores dos dois discursos mais criativos – um homem e uma mulher – ganham a viagem e os que ficarem em segundo e terceiro lugares ganharão roupas da rede de lojas de departamento. As frases devem ser enviadas pelo Twitter até o dia 24 de outubro. O vencedor será divulgado pela própria cantora no microblog e no seu site no dia 25.

Display sazonal II Back to school


Esse display foi desenvolvido para Nabisco, na época da volta às aulas no mês passado. O display simula um ônibus escolar e nele está contido, na sua maioria, produtos de preparação rápida e em pequenos volumes. O ideal para garotada.
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA

O pior consumidor do mundo vem aí

Por Edson Zogbi*
Para quem está acostumado com marketing e tendências, assim como para o Kotler, dito “Papa do marketing”, na sua última passagem pelo Brasil, o sinal vermelho acendeu, estamos no nível de atenção máxima no marketing. Porquê? É culpa da crise? Claro que tem a ver, mas a crise financeira só é mais uma faceta (obscura) do sistema complexo que a globalização causou. O sinal vermelho acendeu porque o que vem por aí é comportamental, profundo e impactante para o mercado do consumo.
Comportamental porque se refere à um padrão global de jeito de ser que está presente em todos os jovens abaixo dos 25 anos. Está ligada à forma displicente e pouco compromissada de viver, está ligada à pouca necessidade de aparato material o seu redor. Hoje (e daqui pra frente) um jovem não precisa mais do que um computador e um celular para curtir.
Televisão? Telefone fixo? Aparelho de som? Máquina fotográfica? Filmadora? Dinossauros. Estamos falando de linha marrom, linha marrom? Até isso deve mudar de nome. E na cozinha? Microondas, geladeira e fogão, OK. Coifa? Depurador? Fora com as frituras! Máquina de lavar e secar, OK. Ferro de passar roupas? Abissal, pra quê passar roupas? E lá se vai metade da linha branca pra cucuia, como se dizia antigamente (1980). Carro? Quanto menor e mais clean melhor, de preferência elétrico, não poluente.
Pronto, chegamos no nível profundo. Tudo que polui ou exagera na extratividade do ambiente entrou na fase do desprezo deste consumidor, é a ecologia-2.0, a nova fase de comportamento em relação ao consumo consciente. Jornais, revistas e livros, cada um vale uma árvore. Imprimir ou fazer cópias em papel? Terrosismo com o planeta. Embalagens? Dá para racionalizar? Minimalismo neste setor, por favor. Dá trabalho encher e esvaziar os três lixos recicláveis (verde, azul e amarelo) todo dia. Quanto menos embalagem melhor.
Claro que o jovem menos informado tem um comportamento mais atrasado, mais destruidor, mas também ele tem menos dinheiro para detonar e tem o exemplo que vem do mais abastado, que acaba sendo copiado. Hoje já tem gente da favela pensando na silhueta, pensando em evitar a junkfood, abaixo dos 25, lembrando. E o consumidor do luxo, não se enquadra nisso? Tem dinheiro para consumir o quanto quiser. É verdade, mas repare que eles não querem o rótulo, eles não querem a bolha que os protege.
Foram gerações se isolando, se escondendo cada vez mais. Parece que houve aí um aprendizado, para melhor. Sair da bolha só depende de não ostentar - a liberdade é linda. Estes vão viajar mais, muito mais, vão experienciar mais, muito mais, mas na sua mochila não cabe muita coisa. Neste caso o crédito é a melhor companhia. Mesmo visitando os extremos - os ricos e os pobres - vemos mudanças de comportamentos, no centro, onde está a massa de consumo, ainda é mais óbvio.
É claro que sempre existirão jogadores de futebol e políticos que parecerão ETs, no seu contrasenso consumista, isso indica que as duas contracorrentes da tendência estão isoladas: ignorância e falta de ética. Impactante é a minha última palavra que aponta esta tendência, porque claramente isto derruba linhas de produção, gera excesso de estoques, cria saldos invendáveis. As indústrias têm que pensar em diminuir? Têm.
Ao mesmo tempo elas têm que pensar em inovar. O caminho para continuar é um só, este. Lá em 2006 eu escreví um artigo que circulou muito por aí. Chamava-se “Gestão da Inovação, o novo desafio do marketing”. Dele saiu meu livro: “Competitiviade através da Gestão da Inovação (Atlas 2008). E não é que o assunto está valendo mais ainda agora. O mesmo Kotler apontou numa entrevista que um CEO tem que trabalhar 25 horas por dia para lidar com isso. Solução velha para um problema novo. Aliás, não pode nem ser chamada de solução, a menos que seja pronunciada por um dono de hospital, que pretende ficar rico com os CEOs enfartados.
Conhecer este consumidor, entendê-lo, vivê-lo. Aí está o começo do trabalho do Gestor de Inovação, que pode muito bem ser um profissional de marketing repaginado, mais moderno, menos dependente da comunicação tradicional e mais planejador, estrategista. Também pode ser um engenheiro, ou um administrador, mas repito o que escreví em 2006: o desafio é para os marqueteiros, basta não se acomodar.
* Edson Zogbi – Especialista em Gestão da Inovação e Planejamento de Marketing - Diretor Geral da Poliscenário (www.poliscenario.pt) em Lisboa, empresa proprietária das redes: RCLP – Rede Colaborativa da Língua Portuguesa (www.rclp.pt, www.rclp.com.br), RCLE – Red Colaborativa en la Lengua Española (www.rcle.es) e CNIE – Colaborative Net for Innovation in English (www.cnie.co.uk). Conferencista internacional, professor e autor de 3 livros (Editoras Atlas e Profitbooks) e de 29 DVDs didáticos (Commit e Dtcom).

Efeito Olimpíada ainda pode durar alguns dias na Bolsa

O efeito Olimpíada sobre a Bolsa brasileira pode ser mais duradouro e intenso do que visto na sessão de hoje. Relatório do banco JPMorgan distribuído para clientes na manhã de hoje, enquanto o Rio ainda era dúvida como sede dos Jogos, observou que estudos mostram que o mercado local escolhido para um evento esportivo deste porte sobe, em média, 2% nos cinco dias seguintes ao anúncio. Se esse padrão se repetir, então há espaço para ganhos mais fortes na próxima semana.

Femsa negocia fusão

Por Marcelo Onaga
A mexicana Femsa, uma das maiores fabricantes de cerveja do mundo e quarta maior do Brasil, negocia fundir suas operações com uma das líderes do mercado mundial para fazer frente à onda de consolidação que tomou conta do setor desde que a brasileira AmBev se juntou com a belga Interbrew, formando a InBev. A Femsa não comenta, mas de acordo com fontes do setor, executivos da empresa conversaram recentemente com representantes da SAB Miller, vice-líder do mercado mundial, e também com a holandesa Heineken. Hoje o site do jornal americano Wall Street Journal fala sobre as negociações e diz que o banco Rothschild&Sons assessora os mexicanos no negócio. Femsa e Heineken são parceiras no Brasil na cervejaria Kaiser. Caso seja concretizado, o negócio envolveria apenas a parte de cervejas do grupo mexicano, que também é o maior engarrafador de Coca-Cola do mundo e é dono de uma das maiores redes de varejo do México, a Oxxo. A parceria com compra ou fusão com a Femsa daria mais musculatura para SAB Miller ou Heineken enfrentar a gigante InBev, que recentemente adquiriu a Anheuser-Busch, maior cervejaria dso Estados Unidos. O Brasil é um dos principais mercados da Femsa, depois do México. Dona das marcas Kaiser e Sol, a cervejaria não conseguiu decolar desde que foi adquirida pelos mexicanos, em 2006, e caiu da terceria para a quarta posição do ranking do setor. A parceria com um grande fabricante mundial daria força para a Femsa enfrentar e até adquirir grupos locais como Schincariol e Itaipava.

Promoção + Danone + Economia

Portal Varejista
A Danone lança uma campanha que reforça sua missão de oferecer saúde e nutrição para o maior número de pessoas: a Promoção + Danone + Economia, válida a partir de setembro até 31 de dezembro – ou até o término dos estoques. A nova ação da Danone incentiva o consumo dos produtos das linhas Activia, Actimel e Danoninho, e oferece muitas vantagens no formato das embalagens e nos preços.
O objetivo é auxiliar as pessoas a manter a regularidade no consumo – o que é fundamental para garantir a funcionalidade dos produtos (no caso de Activia e Actimel) – e também garantir a acessibil idade para o maior número de pessoas, proporcionando produtos nutritivos e saborosos, sem pesar no bolso dos consumidores.
Para a linha de funcionais Activia, os consumidores ganham 10 gramas por pote (10% do volume adicional) ao adquirirem a bandeja de 400 gramas com quatro potes (que no período da promoção terá 440 gramas). A promoção é marcada pelo lançamento da polpa sabor Uva Verde Light.
Estão incluídas as linhas regular (Morango, Ameixa, Aveia, Original e Castanha) e light (Morango, Ameixa, Maracujá e o novo Uva Verde).
Já Danoninho oferece um pote grátis na bandeja de oito unidades. A promoção é válida para as três versões da bandeja de 360 gramas: Morango, Três Sabores e Frutas Sortidas.
O novo Actimel também oferece uma garrafa grátis na nova ação da Danone. A marca lança a embalagem promocional com 6 unidades de 100g. A sexta unidade é grátis (Leve 6 Pague 5).
Com a promoção, a Danone oferece produtos com preços mais acessíveis sem alterar a qualidade nutricional e o tradicional sabor de seus produtos, ampliando as vantagens aos seus consumidores.
Alimentos funcionais devem ser consumidor regularmente para garantir o benefício, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos saudáveis. A Danone inova constantemente sempre buscando oferecer alimentos que promovam a saúde dos consumidores e sejam muito saborosos. Além disto, a empresa se preocupa em tornar seus produtos acessíveis ao maior número de pessoas destaca Lúcia Azevedo, gerente de Marketing da Danone.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Brasil deve crescer acima da média mundial em 2010, aponta FMI

Valor Online
SÃO PAULO - As medidas adotadas pelo Brasil contra a crise financeira internacional, iniciada em setembro de 2008, estão sendo bem sucedidas e colocaram o país na frente dos demais parceiros da América Latina na retomada da economia, tendo um crescimento acima da média mundial. Esse desempenho constará do próximo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), a ser divulgado entre amanhã (29) e quarta-feira (30), segundo antecipou o diretor adjunto desse organismo, Murilo Portugal.
"O Brasil está liderando a retomada do crescimento na América Latina, graças à força da sua economia, a solidez de seus bancos e as políticas econômicas que foram adotadas para enfrentar a crise. O país vinha implementando boas políticas como o câmbio flutuante, a responsabilidade fiscal e algum controle da inflação", justificou o dirigente.
O risco atual, segundo ele, seria a possibilidade de uma retração expressiva do comércio mundial, fato que ele não acredita que venha a ocorrer, embora exista a previsão de que o problema do desemprego vá persistir por mais tempo nos países desenvolvidos.
Pelas projeções do FMI e que também vão estar no próximo relatório, conforme adiantou, esse organismo reviu as previsões de crescimento da economia mundial, que deve atingir 3% no ano que vem, taxa acima da previsão anterior (2,5%).
Ele observou que os dados indicam a retomada do crescimento mundial de forma gradual e que isso se deve muito mais a reposição de estoques da indústria de transformação do que à reação do consumo.
Segundo Portugal, os bancos ainda não estão com capacidade plena de aumentar seus empréstimos. Diante disso, ele recomenda que sejam mantidas as políticas de estímulos fiscais e de apoio ao sistema monetário.
Na visão dele, o Brasil está em condições mais favoráveis do que o resto do mundo para reagir aos efeitos da crise. "Acho que o Brasil no ano que vem vai crescer mais rápido e mais forte do que a economia mundial".
Portugal classificou de "muito importante" o consenso definido, na semana passada, durante o encontro dos países do G20 nos Estados Unidos. Os países emergentes passarão a ter mais influência de votos no FMI, com a transferência de 5% das cotas junto a esse organismo.
"Isso significa que esses países exercerão maior influência e se, eventualmente, caso haja a necessidade de tomar empréstimos [junto ao FMI], o que não é o caso do Brasil, eles são relacionados a quantidade de cotas que cada país têm", esclareceu.
Ele informou que os aportes de recursos para os países emergentes evoluíram, passando de US$ 14 bilhões, em 2007, para US$ 160 bilhões, desde setembro do ano passado. Além disso, foram criadas linhas de crédito para socorrer países em medidas preventivas, como foram os casos do México, Colômbia e Polônia.

Como se tornar um vendedor Pit Bull

Portal Varejista
Com livros lançados no mercado brasileiro e pelos quatro cantos do mundo, LUPPA, definitivamente, é o que se pode chamar de uma pessoa de “relevo”. Esse carioca de 44 anos, advogado por formação, decidiu há mais de 20 anos trocar o terno, a gravata e o status de uma profissão que é muito valorizada no Brasil por uma pasta com folhetos e produtos para vendê-los de porta em porta. Assim foi o começo da nova carreira daquele que hoje é o mais conhecido e respeitado palestrante do setor de vendas no Brasil, que arrasta multidões para seus eventos e tem sua agenda disputada por empresas de todos os setores em território nacional e internacional.
Como se isso não bastasse, o autor não pára de pesquisar, investir e produzir novos materiais que complementem e chancelem seus ensinamentos e acaba de entregar para o público aquele que considera o “caminho das pedras” para o sucesso inquestionável – o 15° título inspirado na filosofia que o transformou em uma personalidade da área comercial. Chegou às livrarias de todo o país em agosto Como se Tornar um Vendedor Pit Bull.
Editado pela Campus-Elsevier, a maior e mais prestigiada editora de negócios do Brasil, o novo título, que já nasceu best-seller - com uma tiragem inicial de 30 mil exemplares (incomum para autores nacionais em qualquer segmento) -, é considerado pelo próprio LUPPA sua obra definitiva. Nele, o especialista, em 144 páginas e apenas quatro capítulos, revela com objetividade e sem pudores, em forma de manual, todos os seus segredos de sucesso.
Destinada principalmente a vendedores, mas com um conteúdo que inclui interesses gerais para qualquer nível de liderança (presidentes, diretores, empresários, gerentes entre outros), a obra é dotada de quatro capítulos, com subdivisões, além da introdução, que abordam os temas mais importantes e indispensáveis para quem quer ingressar em uma nova era e construir ou reconstruir uma carreira de sucessos em vendas. São eles: Os segredos do vendedor Pit Bull; Porque os vendedores Pit Bulls sempre batem as suas metas; Como conquistar, reter e potencializar; e Vendedores Pit Bulls para que eles sempre vendam cada vez mais.
Rico em cases e em descrever os maus hábitos dos vendedores, situações comuns e incomuns à rotina deste tipo de atividade, logo nas primeiras linhas, fica clara a diferença que LUPPA faz entre o lugar comum e aquele profissional que excede não só expectativas em bater metas, mas em organização, conhecimento técnico, auto-controle, estratégia, consciência da importância do cliente, motivação entre outras características. As lições são dos mais variados repertórios e cobre as necessidades de iniciantes, profissionais em nível pleno, passando pela senioridade dos vendedores que contabilizam uma longa jornada.
Outra característica de Como se Tornar um Vendedor Pit Bull é a sensação de se estar conversando com o próprio autor. A linguagem utilizada – em forma de bate-papo e sem termos de grandes formalidades - , com várias ilustrações, é proposital para garantir uma leitura rápida, de fácil compreensão e em linha com o que há de mais moderno e atual nas relações cliente-vendedor / vendedor-cliente.
Segundo LUPPA, a grande diferença deste para seus outros títulos é o foco nos itens que realmente podem transformar o cidadão comum em um batedor de metas, ou melhor, a metamorfose de um simples vendedor em um vendedor Pit Bull, que sabe o que quer, como quer e aonde quer chegar, identificando armadilhas, evitando-as e, principalmente, sabendo reconhecer onde estão as ferramentas que irão levá-lo para bem longe do fracasso. Para o autor, o segredo de qualquer profissional é insistir: “...persistência, perseverança e vontade incontrolável de atingir seus objetivos. Toda e qualquer situação de dificuldade é mais uma oportunidade para se superar. Então, ao invés de ficar se lamentando quando aparecer um problema, aproveite a oportunidade para mostrar ao mundo dos negócios qual o motivo de estar aqui.”, ensina. Nessa linha, ele descreve inúmeras situações e aponta as direções para o resultado bem-sucedido. E de sucesso, não há o que questionar, ele entende!
Com um currículo invejável, o autor acumula em sua trajetória, além da graduação em Direito, pós-graduação em Marketing, graduação em Varejo nos Estados Unidos e especializações em Merchandising, Promoção de Vendas e ECR (Efficient Consumer Response, que em português significa Resposta Eficiente ao Consumidor). Professor de pós-graduação em Marketing na Universidade da Cidade (RJ), é detentor de diversos prêmios, entre eles o de melhor livro de vendas de 2005 para o seu primeiro best-seller O Vendedor Pit Bull, personalidade do ano de 2005 de RH, excelência em treinamento de vendas em 2006, Palestrante Revelação do Brasil em 2006 e Palestrante Brasil-Japão 2008;
Em sua jornada, LUPPA, como é mais conhecido hoje, foi desde vendedor viajante, até presidente de grandes empresas, mas nada substitui seu talento para inspirar e guiar todo o tipo de vendedor – desde aqueles que estão na estrada há anos, até os iniciantes, ávidos por conhecimento e resultados imediatos.
Atualmente, ministra mais de 100 palestras por ano para diversos públicos Brasil afora e também no exterior. É autor de 14 obras literárias e 26 DVDs de treinamento - todos voltados para vendas - e alcançou um recorde digno de mexer com as estruturas do mercado editorial, mais especificamente de títulos voltados para a área em que atua por transformar-se em um dos mais prestigiados autores de todos os tempos: seus lançamentos ultrapassaram, em apenas cinco anos, a marca de 1 milhão de exemplares vendidos. Todo o material que produziu também está presente em mais de 30 países dos cinco continentes, traduzidos para o inglês, espanhol e italiano, além de ter sido o primeiro escritor brasileiro a lançar um livro sobre vendas nos Estados Unidos.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Cartão de Crédito: saiba como usá-lo

Portal Varejista
Evaldo Costa, consultor na área de varejo, recomenda cuidado ao usar o cartão de crédito. “O cartão de crédito não deve ser usado como ferramenta de financiamento e sim de compra”.
No mês de agosto, os juros ultrapassaram os 10% e por isso Costa diz que mesmo oferecendo diversos benefícios, as facilidades podem tentar o consumidor e fazer com que ele acabe endividado.
Costa explica que os lojistas também devem ter cuidado com o cartão de crédito. “Como recebem o pagamento de acordo com as parcelas feitas pelo cliente, os comerciantes acabam pedindo um adiantamento, mas ele é acompanhado de juros, o que acarreta em um “enforcamento””, conclui.
A alta dos juros no Brasil podem ter sido afetados pela crise financeira. “Quando há aumento ou risco de aumento da liquidez acaba havendo repasse nas taxas”, explica Evaldo Costa.
Mas, mesmo assim, Costa afirma que o cartão é uma boa opção quando utilizamos como instrumento de benefício. “Quando, por exemplo, a operadora do cartão oferece programa de milhagem. O cliente que precisa comprar um televisor e possui o dinheiro para fazer a compra à vista, opta pelo cartão por ele oferecer essa vantagem e aplica o dinheiro”, narra Evaldo Costa.